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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

APRENDENDO NAS QUEDAS!

APRENDENDO NAS QUEDAS!

Por que será que nos lamentamos tanto quando nos decepcionamos, perdemos e erramos?

O mundo não acaba quando nos enganamos. Ele muda, talvez, de direção.

Mas precisamos tirar partido dos nossos erros.

Por que tudo teria que ser correto, coerente, sem falhas?

As quedas fazem parte da vida e do nosso aprendizado.

Que dói, dói. Ah! Isso não posso negar! Dói no orgulho, principalmente.

E quanto mais gente envolvida, mais nosso orgulho dói.

Portanto, o humilhante não é cair, mas permanecer no chão enquanto a vida continua seu curso.

O problema é que julgamos o mundo segundo nossa própria maneira de olhar e nos esquecemos que existem

milhões e milhões de olhares diferentes do nosso.

Mas não está obrigatoriamente errado quem pensa diferente da gente só porque pensa diferente.

E nem obrigatoriamente certo.

Todo mundo é livre de ver e tirar suas próprias conclusões sobre a vida e sobre o mundo.

Às vezes acertamos, outras erramos. E somos normais assim.

Então, numa discussão, numa briga, Pare um segundo e pense: "e se eu estiver errado (a)?"

É uma possibilidade na qual raramente queremos pensar.

Nosso "eu" nos cega muitas vezes.

Nosso ciúme, nosso orgulho e até, por que não, nosso amor.

Não vemos o lado do outro e nem queremos ver.

E somos assim, muitas vezes injustos (as) tanto com o outro quanto com a gente mesmo, já que nos recusamos

a oportunidade de aprender alguma coisa com alguém.

E é por que tanta gente se mantém nessa posição que existem desavenças, guerras, separações.

Ninguém cede e as pessoas acabam ficando sozinhas.

E de que adianta ter sempre razão, saber de tudo, se no fim o que nos resta é a solidão? Vida é partilha.

E não há partilha sem humildade, sem generosidade, sem amor no coração.

Se fecharmos nossa alma e nosso coração, nada vai entrar.

E será que conseguiremos nos bastar a nós mesmos? Eu duvido.

Não andamos em cordas bambas o tempo todo, mas às vezes é o único meio de atravessar.

Nunca duvide do seu poder de sobrevivência! Se você duvida, cai.

Aprenda com o apóstolo Pedro que, enquanto acreditou, andou sobre o mar, mas começou a afundar quando sentiu

medo.

Deus não prometeu Dias sem Dor; Risos sem Sofrimentos; Sol sem Chuva.

Ele prometeu Força para o Dia; Conforto para as Lágrimas e Luz para o Caminho."

Fonte: Padre Marcelo Rossi

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domingo, 1 de agosto de 2010

As 11 dicas – ou regras para encarar a vida - de Bill Gates

Não se sabe se são boatos da internet, mas quando foi convidado para uma palestra em uma escola secundária, Bill Gates chegou de helicóptero, tirou do bolso um papel onde tinha escrito onze itens, e em 5 minutos leu para alunos. Sendo aplaudido por 10 minutos sem parar, ele agradeceu e foi embora.

A primeira regra é categórica: “A vida não é fácil – acostume-se com isso.” Então ele ensina sobre auto-estima, com a qual só devemos nos preocupar depois de termos feito alguma coisa útil ao mundo e às pessoas.

Ganhar bem, só depois que provarmos que podemos ser competentes, não assim que saímos da escola. Professores são exigentes, chefes ainda mais. Eles não têm pena de nós.

Os trabalhos simples e temporários com cargos de pequeno porte não são tão humilhantes, antes de tudo, devem ser reconhecidos como uma oportunidade.

Nossos fracassos não devem ser atribuídos aos nossos pais, devemos assumir nossos erros. A propósito dos pais, antes de criticá-los, devemos considerar o quanto se esforçaram para manter nossas condições de vida enquanto estávamos crescendo. E depois, antes de querer mudar o mundo que eles nos deixaram, devemos organizar o nosso quarto.

Na vida existem vencedores e perdedores, o que é diferente enquanto estamos na escola. Por isso, se erramos no trabalho, somos colocados no olho da rua, o que também é diferente de quando ainda estamos estudando.

Na escola temos férias, na vida real do trabalho, não haverá descanso e siguramente ninguém nos ajudará em nossas tarefas para que descasemos.

Na televisão as pessoas se divertem em vários lugares. Na vida real, devemos deixar a diversão e ir para o trabalho. Ao fim da jornada será impossível sequer pensar em por os pés na rua.

E por último, um conselho: para sermos legais com os CDF’s. A probabilidade de sermos empregados deles no futuro é muito grande.

É um pouco difícil tentar seguir essas dicas, mas diz a sabedoria popular que o hábito faz o monge. Sobretudo é importante relê-las sempre e não esquecer: são palavras de um homem que compreendeu os problemas do seu tempo e provocou mudanças no modo de vida de toda a humanidade a partir da popularização de uma das coisas mais importantes na construção das sociedades: a democratização da informação.

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