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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O que é e para que serve um seguro residencial?


Hoje em dia, aumenta cada vez mais o número de pessoas que procuram proteger o seu patrimônio adquirindo uma apólice de seguro residencial.
Isso acontece porque aos poucos os consumidores percebem que as apólices residenciais não custam caro e podem evitar grandes prejuízos.
Além do mais, as seguradoras estão incrementando o produto, apostando em novas coberturas e na assistência 24 horas.
O seguro residencial é um tipo de seguro que garante o seu imóvel e diversos bens móveis contra vários riscos como:

incêndio, queda de raio ou explosão;
roubo ou furto qualificado de bens;
vendaval ou chuva de granizo;
danos elétricos;
queda de aeronaves e impacto de veículos;
quebra de vidros;
tumultos e greves;
responsabilidade civil familiar;
despesas de aluguel, mudanças e moradia temporária.

Este tipo de seguro é importante pois, além de garantir o seu patrimônio contra eventuais fatalidades externas, você pode ao mesmo tempo proteger uma grande quantidade de coisas que são indispensáveis para o seu dia-a-dia como móveis, roupas ou eletrodomésticos, que também estão sujeitos à possíveis infortúnios.

A seguradora pode não aceitar meu seguro?


Quando você contrata um seguro, as seguradoras levam em conta uma série de fatores antes de aceitar sua proposta.
É comum relacionar algumas características de risco e seguridade mínimas para cobrir ou não sua residência.
Por conta disso, elas requisitam que você preencha um questionário antes de verificar o preço da apólice e o valor do prêmio.
De acordo com a análise do que foi respondido, ela pode até recusar a contratação do seguro.

Por exemplo: algumas seguradoras avaliam se as residências estão localizadas em lugares com altos índices de roubos, ou em lugares onde é comum haver enchentes e alagamentos. Há casos em que não há cobertura ou a indenização pode ser simplesmente negada.

Se a sua casa for construída total ou parcialmente com materiais de alta combustão (madeira ou telhas de plástico), pode haver o risco de alastramento rápido do fogo, causando um maior prejuízo. Neste caso, a seguradora dificilmente aceita a proposta de seguro.
Quais são as coberturas do seguro residencial?

O seguro residencial cobre, basicamente, incêndios, queda de raio dentro da área do terreno ou edifício onde se localizam os bens segurados e explosão de qualquer natureza (mesmo que de origem externa, botijão de gás ou qualquer substância empregada em aparelhos de uso doméstico). Também podem ser indenizadas as despesas como: providências tomadas para o combate ao fogo, salvamento e proteção dos bens segurados, desentulho do local.
No entanto, por um preço maior, é possível incluir outras coberturas opcionais como:

*roubo e furto qualificado de bens com danos ao seu imóvel o seu conteúdo;
*danos em instalações e componentes elétricos causados a máquinas, equipamentos, aparelhos eletro-eletrônicos de uso exclusivamente doméstico ou instalações elétricas de qualquer tipo, decorrente de variações anormais de tensão, curto-circuito e calor gerado acidentalmente por eletricidade, descargas elétricas, etc;
*garantia contra danos elétricos causados em conseqüência de queda de raio, desde que ocorrida fora da área ou terreno do imóvel;
*responsabilidade civil familiar que cobre danos materiais ou pessoais causados a terceiros por atos praticados por você, seus dependentes ou empregados;
*garantia de moradia temporária, que cobre o valor da diária e hospedagem caso você tenha que desocupar o imóvel em virtude do evento coberto pelo seguro;
*quebra de vidros;
*alagamento e enchentes;
*desmoronamento e vendaval;
*tumultos ou greves.

As seguradoras também oferecem pacotes fechados com cobertura para todos esses riscos. Em geral esses pacotes são 25% mais baratos do que se fossem contratados separadamente. No entanto, eles geralmente incluem uma série de coberturas que podem não lhe interessar. Muitas vezes é interessante escolher um pacote que permita à você optar pelas coberturas contratadas, pois no final, você poderá economizar com o custo do seguro.

As seguradoras também oferecem coberturas adicionais que permitem o reembolso para pequenos acidentes. Por exemplo, se você contratou uma apólice para danos elétricos e seus eletrodomésticos queimaram em razão de uma oscilação brusca de energia, a seguradora poderá reembolsar o valor do conserto.

Como calcular o custo do seguro residencial?

Em geral, o seguro residencial é um dos mais baratos dentre os seguros existentes.
Enquanto o seguro de automóvel representa cerca de 7% do valor do bem, para proteger sua casa você não gasta mais do que 2,5% do patrimônio segurado. Isso porque, a não ser nos casos de assalto, as chances de alguma catástrofe acontecer com sua residência são pequenas.
O preço menor do seguro residencial é uma boa justificativa para manter o seu patrimônio a salvo.

Mesmo sendo um produto "barato", você deve estar atento para detalhes que podem encarecer o preço do produto. Veja abaixo, alguns detalhes importantes sobre a compra de um seguro residencial.


* A cobertura contra roubo é, na maioria dos casos, o item que mais encarece o seguro residencial, porque o risco de roubo ou furto é maior do que os outros sinistros, principalmente nas grandes cidades.

* A inclusão de bens eletrônicos como aparelhos de som, computadores e DVD na cobertura do seguro torna a apólice mais cara do que se for incluído apenas o mobiliário básico como sofá, fogão, etc.

* Para seguro de casas ou apartamentos na praia ou no campo, o custo é bem maior. Isso porque, o risco de assalto aumenta muito e existe uma deterioração mais rápida do imóvel, o que pode ocasionar danos na parte elétrica ou de estrutura. Por conta disso, a maioria das seguradoras fazem uma série de exclusões e exigências para estes casos que são analisados isoladamente.

* Outro dado interessante, muitos contratam um seguro residencial cuja cobertura básica é a de incêndio pelo valor total do imóvel. Fique atento, pois ele deve ser contratado levando-se em conta apenas o valor da reconstrução do imóvel e a reposição de seu conteúdo, já que o terreno não pega fogo.

* Se você mora em apartamento, antes de contratar um seguro residencial verifique a apólice. Você pode evitar pagar duas vezes por uma mesma cobertura, pois a maioria dos condomínios inclui, por exemplo, um item na apólice que cobre desmoronamento e você pode economizar excluindo essa cobertura em sua apólice.

* Se você é morador de edifício, saiba que é possível fazer um seguro coletivo para os bens que você possui em seu apartamento. Neste caso, o preço sai bem mais em conta mas só compensa se os seus vizinhos segurarem valores semelhantes aos seus.

O que fazer em caso de sinistros?

Algumas informações importantes nos casos de sinistro:


a - Avise imediatamente sua seguradora para que ela possa enviar um perito que irá avaliar as perdas e decidir o valor da indenização, pois se isso não for feito, você pode comprometer a indenização, por exemplo, se os bens forem depreciados por chuvas.
b - Nunca inicie reparos/reposições sem autorização da seguradora. Isso pode comprometer a indenização do sinistro.
c - Para incêndio, explosão, queda de raio, quebra de vidros, danos elétricos ou danos causados a terceiros pelos donos da casa, a seguradora deve ser informada sobre o acidente em no máximo sete dias.
d - Acidentes envolvendo danos elétricos, você deverá fazer um relatório à seguradora informando as causas detalhadamente e uma lista descritiva dos bens perdidos.
e - Roubo ou furto, a primeira atitude é lacrar a residência ou mantê-la em segurança, isso porque caso ocorra algum saque após o primeiro, este não será coberto pela seguradora.
f - Ainda sobre roubo ou furto, verifique quais bens foram roubados/furtados e faça um boletim de ocorrência, pois esse documento é necessário para entrar com o aviso de sinistro. Muitas vezes, será exigida a comprovação de pré-existência dos bens, normalmente isso poderá ser feito por notas fiscais, manuais do produto, ou mesmo, caso tenha sito feita uma vistoria prévia e esses bens constem dessa relação.
Caso você possua uma cobertura 24 horas, ela deve ser acionada imediatamente.

Seguros residencias com assistência 24 horas

Assim como nas apólices de veículos, que aos poucos foram agregando mais serviços para os segurados, quase todos os seguros residenciais hoje oferecem assistência 24 horas.As seguradoras procuram oferecer um atendimento personalizado, 24 horas por dia/365 dias por ano, na expectativa de assistir e amparar os segurados em situações difíceis ou emergenciais.
Da mesma forma que os cliente se seguros de automóveis que ao enguiçar o carro, pode chamar um mecânico credenciado pela seguradora; o morador, numa emergência, pode contar com o auxílio de encanadores, chaveiros, seguranças e outros prestadores de serviços.
Fonte: Dinheiro Net
Solicite um orçamento para o seguro de sua residencia ou apartamento.
Tel: (11) 2779-7262
E-mail: capitan_silveira@ig.com.br
Visite nosso site: http://www.csloja.com.br

domingo, 5 de julho de 2009

Medidas simples ajudam a evitar assaltos às residências nas férias e feriados

Nos períodos de férias e feriados prolongados, os assaltos às residências, sobretudo as de luxo, são ainda mais freqüentes.

Isso porque muitas pessoas viajam, permanecendo, em muitos casos, longos períodos fora de casa.

Previna-se!

Para não ter dores de cabeça no retorno ao lar, é possível tomar algumas medidas que podem evitar e/ou diminuir os roubos.

Também já existem no mercado sistemas de segurança, dos mais simples aos sofisticados, que funcionam como "anjos da guarda"

.Além dos tradicionais alarmes ligados a uma central - que disparam quando qualquer movimento é sentido na área protegida - há dispositivos mais modernos, como sistemas de televigilância, nos quais é possível visualizar as imagens de sua casa de qualquer lugar do mundo, através da internet.

Dicas básicas

Além destes sistemas, existem algumas medidas simples, e que não pesam em nada no bolso, que podem garantir uma viagem tranqüila:

Não comente com estranhos que vai viajar, muito menos quanto tempo vai permanecer fora;

Comunique o período de sua ausência a algum vizinho, amigo ou parente de confiança e peça para ele ficar de olho.

Além disso, ligue de vez em quando para saber se está tudo bem;

Nas ausências prolongadas, como em viagens internacionais, peça que alguém de confiança visite sua casa regularmente, abrindo as janelas, entrando com o carro na garagem etc, para mostrar movimento;

Não deixe luzes acesas, pois, ao contrário do que se pensa, elas demonstram que a casa está vazia quando ligadas durante o dia;

No caso das residências que possuem jardim, contrate alguém para mantê-lo limpo, evitando o aspecto de abandono;

Evite cadeados externos no portão, pois eles denunciam a saída dos moradores;

Suspenda a entrega de jornais e revistas e peça para alguém de confiança recolher a correspondência;

Não deixe jóias, dinheiro ou algum outro item de muito valor em casa, mesmo que em cofres. Para isto existem os cofres bancários;

Desligue a campainha, pois este é um ótimo recurso para descobrir se há alguém em casa; feche portas e janelas com trincos e trancas auxiliares; e o mais importante de tudo: só entregue as chaves do seu lar para pessoas de extrema confiança!

Boas férias!
Fonte: infoMoney

sábado, 20 de junho de 2009

Seguro Residencial: planeje a proteção do seu patrimônio

É preciso priorizar, identificando os riscos a que seu imóvel está exposto e os bens que realmente necessitam cobertura; identifique o seguro certo.
Apesar da casa própria estar certamente entre os maiores investimentos que uma pessoa ou família podem fazer ainda são poucas as pessoas que se preocupam em fazer um seguro deste patrimônio.

Além dos gastos com o imóvel, é preciso somar os gastos com reforma e, principalmente, móveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos etc. Juntando tudo temos uma fatia substancial do patrimônio da família, daí a importância de identificar o seguro certo de forma a proteger adequadamente seus bens.

Maioria acredita que seguro seja caro

Como explicar então o fato de que boa parte dos brasileiros não faz seguro residencial? A resposta é simples, diante de um orçamento cada vez mais apertado, a maioria das pessoas tenta reduzir os gastos ao máximo, evitando despesas que não consideram essenciais. Diante do número de furtos de automóvel e acidentes de trânsito, que estamos sujeitos nas maiores cidades do país, é fácil de entender a preferência pelo seguro de carro.

Outra razão é a percepção de que os seguros residenciais sejam caros, o que não é necessariamente verdade, já que o custo médio do seguro residencial é muito inferior ao do seguro de automóvel. Enquanto no seguro de automóvel a taxa de seguro varia entre 5-20% do valor do carro, no caso do seguro residencial a taxa anual varia entre 0,1% e 0,3% sobre o valor do imóvel.

Identifique suas necessidades

É importante que você saiba priorizar. Identifique os riscos a que seu imóvel está exposto e os bens que realmente necessitam cobertura para não pagar mais do que precisa. Segundo especialistas, as coberturas mais procuradas são as de incêndio, roubo e danos elétricos.

Porém, ao contratar uma apólice, o segurado pode optar por contratar cobertura de aluguel no caso de haver necessidade de alugar um outro imóvel enquanto o seu for consertado, e até mesmo cobertura de responsabilidade civil familiar e acidentes pessoais para o caso de sequestros ou roubos com danos pessoais que comecem dentro de casa. O valor final do seguro varia de acordo com o número de coberturas escolhidas, daí a importância de definir exatamente as suas prioridades.

Por exemplo, que tipo de imóvel você tem: apartamento, casa térrea ou um sobrado? Quais os riscos a que seu imóvel está exposto? Todas as seguradoras são obrigadas a oferecer uma cobertura básica cobrindo perdas contra raios, explosão ou incêndio, mas também existem coberturas opcionais, como é o caso da cobertura de alagamento. É o cliente que escolhe quais coberturas vai querer, quanto maior o número de coberturas maiores os gastos.

Para aqueles que moram em apartamento, por exemplo, a lei obriga o imóvel a ter seu próprio seguro, mas estes seguros são menos abrangentes, já que em geral não cobrem perdas que venham a acontecer em um só apartamento. Portanto, o melhor é contratar um seguro individual que cubra riscos mais específicos do seu imóvel, ou simplesmente só os bens materiais que você possui.

Para quem mora em prédio pode ser particularmente útil contratar seguro para terceiros. Imaginou a dor de cabeça se o vazamento do seu banheiro acabar infiltrando no andar de baixo, ou se o seu cachorro morder o carteiro? Para aqueles mais precavidos uma sugestão é o seguro para eventos raros, como queda de avião, colisão de veículo, ou até mesmo vendaval ou chuva de granizo.

Atenção ao que fica de fora: Como acontece em outros tipos de seguros, alguns danos no imóvel não são cobertos, como é o caso de falhas no projeto de construção ou desgaste de material usado na obra. Também são excluídos danos devido à má conservação do imóvel, desocupação por longo tempo, etc. Para evitar dúvidas e controvérsias caso você precise acionar o seguro, assegure-se de que todas as exclusões estejam incluídas no contrato.

Como receber seu dinheiro

Caso você precise acionar o seguro a primeira providência a ser tomada é contatar a seguradora. A seguradora por sua vez deve enviar um técnico para fazer a perícia, de forma que você não deve providenciar reparos antes que a perícia seja concluída.

Mesmo quando esta for concluída é preciso conservar os bens avariados, já que estes passam a pertencer à seguradora. Não se esqueça de guardar os recibos, notas fiscais, e até mesmo certificado de garantia, pois em caso de furto fica mais fácil comprovar a posse do bem.

Lembre-se que o valor da indenização, que é definido na apólice equivale ao máximo que você pode receber. Isto significa que apesar de na apólice estar prevista uma cobertura de até R$ 10 mil, você recebe o quanto gastar para repor os bens roubados ou danos causados no imóvel. Se a perícia estimar em R$ 5 mil os gastos é isso que você irá receber, e não os R$ 10 mil.

Cuidados a serem tomados

Antes de fechar um seguro residencial é preciso levar em consideração algumas coisas como:
Identifique bens que estão cobertos pelo seguro e aqueles que necessitam cobertura adicional, como por exemplo, jóias e obras de arte.

Prepare lista detalhada com bens e aparelhos que serão cobertos pelo seguro, já que muitas seguradoras não realizam vistoria prévia e cabe a você assegurar que a lista detalhada seja anexada à apólice de seguro.

Em caso de vistoria acompanhe o técnico e anote em apêndice da apólice qualquer ponto que tiver causado divergência.

Cheque os valores de franquias (que é a parte paga pelo segurado em determinadas apólices) e o tempo de reembolso das indenizações.

Antes de acionar a seguradora compare o custo de reparo ou reposição com o da franquia, muitas vezes não vale a pena acionar a franquia. Lembre-se que na hora da renovação, a ausência de sinistro pode levar a seguradora a oferecer descontos de 10-30%.
Fonte: InfoMoney