FGTS + CONSÓRCIO= CASA PRÓPRIA
O que é o FGTS?
O FGTS - Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - é um fundo composto por depósitos bancários em dinheiro,compulsório, vinculado, realizado pelo empregadorem favor do trabalhador, visando formar umapoupança que poderá ser resgatada nas hipóteses previstas em lei.
Esses depósitos rendem juros e correção monetária,sendo que, ao final do período de 1 (um) ano, asoma de todos os depósitos equivalerá a um salário bruto mensal.
Quem tem direito ao FGTS?
Todos os trabalhadores regidos pela CLT,ou seja, com Carteira de Trabalho assinada
a partir de 05/10/1988. Antes dessa data odireito ao FGTS dependia de opção do
trabalhador. Também têm direito ao FGTSos trabalhadores rurais, os temporários,
os avulsos, os safreiros, os atletasprofissionais e, a depender da vontade do
empregador, os empregados domésticos.
Qual o valor do depósito?
Oito por cento do salário pago oudevido ao trabalhador. No casode contrato de trabalho firmadonos termos da Lei n° 9.601/98, opercentual é reduzido para 2%. OFGTS não é descontado do salário,é obrigação do empregador.
As contas do FGTS têm rendimento?
Sim. Todo dia 10 (dez) elas recebem a atualizaçãomonetária mensal mais juros de 3% (três por cento)ao ano.
Quais são as principais possibilidades de saque do FGTS?
• Demissões sem justa causa;
• Aposentadoria;
• Quando o trabalhador permanecer três anos ininterruptos; a partir de 1º de junho de
1990, fora do regime do FGTS;
• Oferta de lance em consórcio de imóveis;
• Complementação da Carta de Crédito deConsórcio para aquisição de um imóvel
de maior valor;
• Amortização extraordinária ou liquidação de saldo devedor de consórcio de imóvel;
• Pagamento de parte das prestações de consórcio de imóvel.
O que é um consórcio de imóveis?
Consórcio é um sistema que reúne um grupo de pessoas com interesse comum para compra de bens imóveis, por meio de autofinanciamento.
Nesse sistema o valor do bem é diluído num prazo predeterminado. Em resumo, trata-se de uma poupança programada visando a compra futura de um imóvel.
O que é uma administradora de consórcio?
O consórcio tem como prestadora de serviço uma administradora, devidamente autorizada pelo Banco Central, órgão responsável pela regulamentação
do setor, para gestão dos interesses do grupo de consorciados. A administradora cobra, pela prestação do serviço, uma taxa de administração que varia de acordo com cada empresa, modalidade do consórcio e prazo do plano. Cabe à administradora não apenas administrar como também zelar pela saúde financeira do grupo.
O que é a Assembleia?
A Assembleia Geral Ordinária, realizada em dia, hora e local informados pela administradora, destina-se à contemplação dos consorciados, bem como ao atendimento e à prestação de informações.
Como funciona a Contemplação?
Por meio de Sorteios e Lances, realizados nas assembleias mensais dos grupos de consórcio.
Como funciona o Sorteio?
De acordo com a disponibilidade do caixa, um ou mais participantes do grupo serão sorteados para receber sua Carta de Crédito, no valor do plano a que aderiu,
independentemente do número de prestações que tenha pago. O Sorteio serve apenas para definição da ordem de recebimento do crédito, uma vez que todos os participantes do Grupo o receberão até o final do plano.
O que é Lance?
É o direito do consorciado concorrer à contemplação, mediante a antecipação de parcelas oferecidas por ocasião das assembleias dos grupos. Dependendo da
disponibilidade de caixa do grupo, será contemplado o maior lance, de acordo com as regras contratuais.
O que é Carta de Crédito?
É a denominação utilizada para identificar o crédito de consórcio.
Trata-se de uma ordem de faturamento emitida pela administradora, com a qual o consorciado irá adquirir o imóvel de sua livre escolha. Para tanto,deverão ser apresentadas as garantias exigidas pela administradora, de forma a preservar os interesses dos próprios consorciados.
É possível dar lances utilizando os recursos da conta
do FGTS do consorciado?
Sim, 100% (cem por cento) do saldo do FGTS pode ser utilizado para ofertar lances.
Para tanto, o consorciado deverá apresentar o extrato da conta do Fundo de Garantia à
administradora.
Há outra possibilidade de uso do FGTS que não
seja para dar lance?
Sim. O consorciado pode ainda utilizar o FGTS para:
• complementar o valor da carta de crédito para adquirir imóvel de maior valor, ou seja, se você possui um consórcio cuja carta de crédito é de R$30.000,00 e quer adquirir um imóvel no valor de R$ 40.000,00, poderá sacar R$ 10.000,00 do FGTS como complemento;
Carta de Crédito FGTS Valor do Imóvel
R$ 30.000,00 + R$ 10.000,00 = R$ 40.000,00
• amortizar ou liquidar o saldo devedor do consórcio de imóvel;
• pagar parte das prestações do consórcio de imóvel.
A escolha de um imóvel com valor inferior ao da Carta de Crédito acarretará perda de dinheiro para o consorciado?
Não. Caso o consorciado contemplado escolha um imóvel de menor valor, o saldo restante da Carta de Crédito, a critério do consorciado, poderá ser utilizado para:
• pagamento das obrigações financeiras, vinculadas ao imóvel, em favor de cartórios ou seguradoras, limitado a 10% (dez por cento) do valor da Carta de Crédito;
• quitação das prestações vincendas na forma estabelecida no contrato de adesão;
• devolução do crédito em espécie ao consorciado quando suas obrigações financeiras, para com o grupo, estiverem integralmente quitadas.
Como são atualizadas as prestações e a Carta de Crédito?
O valor das prestações e do crédito é atualizado a cada período de 12 (doze) meses, contados a partir do mês da assembleia de inauguração do grupo, com base no índice de reajuste estabelecido no contrato (Ex.: INCC, CUB, etc.).
Fonte: http://www.abac.org.br/
Contato/Duvidas sobre consórcio de imóvel: Tel(011) 2779-7262
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domingo, 15 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Vai financiar um carro? Especilista aponta os cuidados a serem adotados
Vai financiar um carro? Especilista aponta os cuidados a serem adotados
SÃO PAULO – A facilidade de se comprar um carro zero quilômetro chegou à classe C.
Contudo, na hora de contratar um financiamento, é preciso cuidado para não entrar nas estatísticas do endividamento. Afinal de contas, não é só a parcela da compra que deve ser levada em consideração.
Para o especialista em finanças e desenvolvimento pessoal do Moneyfit, Antonio Fernando De Julio, osconsumidores devem fazer as contas considerando o custo total ao final do plano de financiamento,levando em conta os gastos com impostos e seguros.
“É preciso avaliar e não comprar somente pelo fato da parcela ser bem menor que o salário ou pelapossibilidade do desconto de 50% nas primeiras 12 parcelas”, disse, por meio de nota.
Por isso, De Julio listou os cuidados que os aspirantes a carro zero precisam ter para não ver o sonhose tornar uma dívida impagável.
Compras sem riscos
Para o especialista, um carro popular deve ser adquirido pelo menor número de parcelas possível.
“Poucas pessoas sabem que um veículo zero desvaloriza cerca de 20% no seu primeiro ano de uso”,justificou. Por isso, não vale a pena financiar um popular a longas prestações.
Para De Julio, o melhor a se fazer é financiar um usado mais simples, com médios prazos, e fazer umapoupança ou mesmo um consórcio para tentar uma negociação à vista no veículo zero, dando o usado até como entrada.
Para o especialista, deixar-se levar pelas promoções das concessionárias, que divulgam parcelas de baixo valor e juros próximos a zero, é perigoso. De Julio reforça que é preciso ficar atento ao custo total do financiamento e considerar outros gastos para não enforcar o orçamento.
“Quando se gasta demais, por exemplo, com a compra de um carro sem planejamento, as contas básicas, do dia a dia, também podem ficar prejudicadas e isso resulta no endividamento das famílias”, lembrou.
Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/economia
CONSÓRCIO: INVESTIMENTO INTELIGENTE
A Porto Seguro Consórcio disponibiliza para seus consorciados, muitas possibilidades de adquirir um bem por meio do serviço de consórcios. Entre eles estão: Imóveis residenciais e comerciais, terrenos, ou imóveis para construir ou reformar; Automóveis, 80 meses para pagar livre da taxa de juros; e Equipamentos Profissionais, a melhor opção para quem precisa montar ou renovar seu consultório.
CONHEÇA NOSSOS CONSÓRCIOS DE:
Imóvel:
O Consórcio Imobiliário da Porto Seguro é a opção mais econômica e planejada para você que vai comprar, construir ou reformar um imóvel. Conheça as melhores vantagens Porto Seguro.
Automóvel:
O Consórcio de Auto Porto Seguro, garante ao consorciado a pontualidade na entrega das cotas contempladas, além de ficar livre da taxa de juros e das alterações de preço pela variação cambial.
Equipamentos Profissionais:
Para profissionais na área da saúde, como, fisioterapeutas, radioterapeutas e médicos em geral, que precisam montar ou renovar seu consultório, o Consórcio de Equipamentos Profissionais da Porto Seguro é a melhor opção.
(011)2779-7262 begin_of_the_skype_highlighting (011)2779-7262 end_of_the_skype_highlighting
Capitan & Silveira Seguros: Visite nosso site: www.csloja.com.br
SÃO PAULO – A facilidade de se comprar um carro zero quilômetro chegou à classe C.
Contudo, na hora de contratar um financiamento, é preciso cuidado para não entrar nas estatísticas do endividamento. Afinal de contas, não é só a parcela da compra que deve ser levada em consideração.
Para o especialista em finanças e desenvolvimento pessoal do Moneyfit, Antonio Fernando De Julio, osconsumidores devem fazer as contas considerando o custo total ao final do plano de financiamento,levando em conta os gastos com impostos e seguros.
“É preciso avaliar e não comprar somente pelo fato da parcela ser bem menor que o salário ou pelapossibilidade do desconto de 50% nas primeiras 12 parcelas”, disse, por meio de nota.
Por isso, De Julio listou os cuidados que os aspirantes a carro zero precisam ter para não ver o sonhose tornar uma dívida impagável.
Compras sem riscos
Para o especialista, um carro popular deve ser adquirido pelo menor número de parcelas possível.
“Poucas pessoas sabem que um veículo zero desvaloriza cerca de 20% no seu primeiro ano de uso”,justificou. Por isso, não vale a pena financiar um popular a longas prestações.
Para De Julio, o melhor a se fazer é financiar um usado mais simples, com médios prazos, e fazer umapoupança ou mesmo um consórcio para tentar uma negociação à vista no veículo zero, dando o usado até como entrada.
Para o especialista, deixar-se levar pelas promoções das concessionárias, que divulgam parcelas de baixo valor e juros próximos a zero, é perigoso. De Julio reforça que é preciso ficar atento ao custo total do financiamento e considerar outros gastos para não enforcar o orçamento.
“Quando se gasta demais, por exemplo, com a compra de um carro sem planejamento, as contas básicas, do dia a dia, também podem ficar prejudicadas e isso resulta no endividamento das famílias”, lembrou.
Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/economia
CONSÓRCIO: INVESTIMENTO INTELIGENTE
A Porto Seguro Consórcio disponibiliza para seus consorciados, muitas possibilidades de adquirir um bem por meio do serviço de consórcios. Entre eles estão: Imóveis residenciais e comerciais, terrenos, ou imóveis para construir ou reformar; Automóveis, 80 meses para pagar livre da taxa de juros; e Equipamentos Profissionais, a melhor opção para quem precisa montar ou renovar seu consultório.
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Consórcio para aquisição de bens e a jurisprudência do STJ
Consórcio para aquisição de bens e a jurisprudência do STJ
O mercado de consórcio para aquisição de bens móveis e imóveis registra franco crescimento no Brasil. Segundo a Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac), no primeiro semestre do ano, o ramo imobiliário contabilizou aproximadamente 600 mil consorciados ativos. O número de novas cotas cresceu 16,2% em comparação ao mesmo período do ano passado, superando as expectativas do setor.
Mas nem sempre a participação em consórcio termina na aquisição da casa própria ou do carro novo. E quando não há acordo para a anulação do negócio, o destino é o Poder Judiciário. O STJ edita vasta jurisprudência neste tema.
Devolução de parcelas
No consórcio, quando o membro desiste do grupo, ele tem direito à restituição das parcelas pagas, sob pena de se admitir o enriquecimento ilícito dos demais participantes e da administradora do negócio. Porém, o STJ firmou o entendimento de que a devolução não pode ser deferida de forma imediata.
Quem desiste de consórcio tem direito ao reembolso das parcelas pagas, mas apenas 30 dias após o encerramento do grupo, considerando a data prevista no contrato para entrega do último bem.
Taxa de Administração
A taxa de administração, indicada no contrato, é a remuneração da administradora pelos serviços prestados na formação, organização e administração do grupo até o seu encerramento. As administradoras de consórcios possuem total liberdade para fixar sua taxa de administração, afirma o STJ.
Legitimidade passiva e ativa
Quando o consorciado desiste ou é excluído de um grupo de consórcio e vai à Justiça cobrar a devolução das parcelas pagas, muitas administradoras tentam se eximir da ação, alegando ilegitimidade. Argumentam que, por serem meras mandatárias de grupo de consórcio, elas não seriam parte legítima para figurar na demanda.
O STJ já firmou o entendimento de que as administradoras têm legitimidade para figurar no polo passivo de ações relativas à devolução de quantia paga pelo consorciado desistente.
Outra questão consolidada na jurisprudência do tribunal é quanto à legitimidade do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) para propor ação coletiva em defesa dos direitos dos consorciados.
Estão legitimadas para propor ação coletiva as associações legalmente constituídas há pelo menos um ano e que incluam entre os seus fins institucionais a defesa dos interesses e direitos protegidos pelo CDC. O Idec se enquadra nesses requisitos.
Eleição de foro
De acordo com a jurisprudência do STJ, é abusiva cláusula de eleição de foro nos contratos de adesão a grupos de consórcios. Nos casos que envolvem interesses dos consumidores, o foro competente para processamento da ação de exibição de documento para instrução revisional de contrato de consórcio não é eleito no instrumento, devendo prevalecer o do domicílio do consumidor hipossuficiente.
Inadimplência após posse do bem
Quem participa de um consórcio, recebe e usufrui do bem por longo período, e deixa de pagar as prestações, não tem os mesmos direitos de quem desiste ou é excluído do consórcio antes de receber o bem.
Os ministros do STJ entendem que o tema da alienação fiduciária se sobrepõe ao do consórcio. Como o consumidor já usufruiu do bem, as regras incidentes, no caso de posterior inadimplemento, são as do Decreto-Lei n. 911/1969, que trata de alienação fiduciária. (Com informações do STJ).
Fonte: www.espacovital.com.br
CONSÓRCIO: INVESTIMENTO INTELIGENTE
A Porto Seguro Consórcio disponibiliza para seus consorciados, muitas possibilidades de adquirir um bem por meio do serviço de consórcios. Entre eles estão: Imóveis residenciais e comerciais, terrenos, ou imóveis para construir ou reformar; Automóveis, 80 meses para pagar livre da taxa de juros; e Equipamentos Profissionais, a melhor opção para quem precisa montar ou renovar seu consultório.
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Contato/Duvidas sobre consórcio e seguros: Tel(011) 2779-7262
O mercado de consórcio para aquisição de bens móveis e imóveis registra franco crescimento no Brasil. Segundo a Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac), no primeiro semestre do ano, o ramo imobiliário contabilizou aproximadamente 600 mil consorciados ativos. O número de novas cotas cresceu 16,2% em comparação ao mesmo período do ano passado, superando as expectativas do setor.
Mas nem sempre a participação em consórcio termina na aquisição da casa própria ou do carro novo. E quando não há acordo para a anulação do negócio, o destino é o Poder Judiciário. O STJ edita vasta jurisprudência neste tema.
Devolução de parcelas
No consórcio, quando o membro desiste do grupo, ele tem direito à restituição das parcelas pagas, sob pena de se admitir o enriquecimento ilícito dos demais participantes e da administradora do negócio. Porém, o STJ firmou o entendimento de que a devolução não pode ser deferida de forma imediata.
Quem desiste de consórcio tem direito ao reembolso das parcelas pagas, mas apenas 30 dias após o encerramento do grupo, considerando a data prevista no contrato para entrega do último bem.
Taxa de Administração
A taxa de administração, indicada no contrato, é a remuneração da administradora pelos serviços prestados na formação, organização e administração do grupo até o seu encerramento. As administradoras de consórcios possuem total liberdade para fixar sua taxa de administração, afirma o STJ.
Legitimidade passiva e ativa
Quando o consorciado desiste ou é excluído de um grupo de consórcio e vai à Justiça cobrar a devolução das parcelas pagas, muitas administradoras tentam se eximir da ação, alegando ilegitimidade. Argumentam que, por serem meras mandatárias de grupo de consórcio, elas não seriam parte legítima para figurar na demanda.
O STJ já firmou o entendimento de que as administradoras têm legitimidade para figurar no polo passivo de ações relativas à devolução de quantia paga pelo consorciado desistente.
Outra questão consolidada na jurisprudência do tribunal é quanto à legitimidade do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) para propor ação coletiva em defesa dos direitos dos consorciados.
Estão legitimadas para propor ação coletiva as associações legalmente constituídas há pelo menos um ano e que incluam entre os seus fins institucionais a defesa dos interesses e direitos protegidos pelo CDC. O Idec se enquadra nesses requisitos.
Eleição de foro
De acordo com a jurisprudência do STJ, é abusiva cláusula de eleição de foro nos contratos de adesão a grupos de consórcios. Nos casos que envolvem interesses dos consumidores, o foro competente para processamento da ação de exibição de documento para instrução revisional de contrato de consórcio não é eleito no instrumento, devendo prevalecer o do domicílio do consumidor hipossuficiente.
Inadimplência após posse do bem
Quem participa de um consórcio, recebe e usufrui do bem por longo período, e deixa de pagar as prestações, não tem os mesmos direitos de quem desiste ou é excluído do consórcio antes de receber o bem.
Os ministros do STJ entendem que o tema da alienação fiduciária se sobrepõe ao do consórcio. Como o consumidor já usufruiu do bem, as regras incidentes, no caso de posterior inadimplemento, são as do Decreto-Lei n. 911/1969, que trata de alienação fiduciária. (Com informações do STJ).
Fonte: www.espacovital.com.br
CONSÓRCIO: INVESTIMENTO INTELIGENTE
A Porto Seguro Consórcio disponibiliza para seus consorciados, muitas possibilidades de adquirir um bem por meio do serviço de consórcios. Entre eles estão: Imóveis residenciais e comerciais, terrenos, ou imóveis para construir ou reformar; Automóveis, 80 meses para pagar livre da taxa de juros; e Equipamentos Profissionais, a melhor opção para quem precisa montar ou renovar seu consultório.
CONHEÇA NOSSOS CONSÓRCIOS DE:
Imóvel:
O Consórcio Imobiliário da Porto Seguro é a opção mais econômica e planejada para você que vai comprar, construir ou reformar um imóvel. Conheça as melhores vantagens Porto Seguro.
Automóvel:
O Consórcio de Auto Porto Seguro, garante ao consorciado a pontualidade na entrega das cotas contempladas, além de ficar livre da taxa de juros e das alterações de preço pela variação cambial.
Equipamentos Profissionais:
Para profissionais na área da saúde, como, fisioterapeutas, radioterapeutas e médicos em geral, que precisam montar ou renovar seu consultório, o Consórcio de Equipamentos Profissionais da Porto Seguro é a melhor opção.
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sábado, 27 de junho de 2009
Como juntar dinheiro para comprar sua casa?
O maior desafio na vida de uma pessoa é a compra do primeiro imóvel.
São anos de sacrifício, cortes de gastos e investimentos. Muita gente pensa que a única forma de poupar é entrando num financiamento.
Quando o contrato com o banco é assinado, as pessoas se comprometem a pagar a dívida e fazer tudo que for possível para quitá-la.
Afinal, os juros são elevados e não se pode brincar com essas coisas.Na verdade, se ao invés de contrair uma dívida, as pessoas investissem esse dinheiro no mercado financeiro, os retornos seriam muito maiores.
É preciso lembrar que dívida não é investimento. Numa dívida você é obrigado a pagar juros e num investimento quem recebe os juros é você.
Uma situação completamente diferente.Mas como começar a economizar dinheiro para comprar a casa própria? Aqui estão algumas dicas para auxiliá-lo nesse processo. Saiba que é possível fazer uma poupança para a casa própria e ainda continuar tendo uma vida boa.
Seguindo algumas regrinhas você conseguir em pouco anos realizar o sonho da sua vida, e, o melhor de tudo, sem ter que comprometer grande parte da sua renda numa dívida que pode ser evitada.
Acabe com as dívidas Financiar a compra de roupas, eletrodomésticos, presentes tornou-se um hábito muito forte entre os brasileiros. Comprar a prazo ficou mais fácil e é preciso muita força de vontade para sair de uma loja sem parcelar as compras no cartão ou entrar no crediário.
O que muitos esquecem é que financiar as compras implica no pagamento de juros. Por mês, muitas famílias gastam mais de ¼ de sua renda com o pagamento dos juros* embutidos nas compras a prazo, sem de fato ter consciência disso.
Num país onde a inflação mal chega a 10% ao ano, os consumidores pagam mais de 10% ao mês para adquirir bens que não conseguem pagar à vista. Portanto, fuja do cartão de crédito e do cheque especial, e compre apenas se tiver o suficiente para pagar à vista.
Crediários também podem não valer a pena, uma vez que com o dinheiro à vista, é possível conseguir um bom desconto e economizar nos juros pagos na compra a prazo.Se você já está endividado, tente arcar com seus compromissos e acabar com as dívidas.
Compromissos financeiros não pagos significam acúmulo de juros, que num determinado momento chegam a um patamar praticamente impagável. Tente negociar as taxas, prazos e lembre-se que o credor tem interesse em que você pague sua dívida e não o contrário.
Reservas de emergênciaNum mundo de incertezas, imprevistos podem acontecer a qualquer momento. É por isso que você precisa ter economias guardadas. De uma hora para outra, empresas vão a falência, perdemos o emprego ou na pior das hipóteses, graves problemas podem acontecer na família.
Para situações como estas, ter uma reserva de dinheiro aplicada acaba evitando a aquisição de novas dívidas.Com dinheiro guardado é possível ficar longe do cheque especial e do cartão de crédito, e não contrair mais dívidas.
Procure ter o suficiente para cobrir os gastos mensais de sua família por pelo menos 6 meses. Se sua família gasta todo mês o equivalente a R$ 2.500, um reserva de pelo menos R$ 15.000 é o ideal para conseguir encarar imprevistos que podem acontecer a qualquer momento.
Aplique bem seu dinheiroPagar aluguel pode não ser o pior negócio do mundo como muitos insistem em afirmar. Lembre-se de que os juros no Brasil ainda estão num patamar extremamente elevado e que quanto menor for o montante de um financiamento, melhor.
Portanto, se você paga aluguel, não tenha tanta pressa para sair. Se for o caso, procure um imóvel mais simples e tente economizar mais dinheiro para dar uma entrada maior no financiamento.Financiar mais de 50% de seu imóvel torna-se caro e arriscado, já que uma parte considerável de sua renda está sendo gasta com o pagamento das prestações.
Pense que quanto menor for sua dívida, menor será o valor gasto com os juros. Espere um pouco mais e economize para aumentar o valor da entrada. Além disso, procure ajuda para investir seu dinheiro e maximizar o retorno de suas economias.
Só desse jeito você conseguirá realizar seu sonho, sem ter que passar por grandes dificuldades financeiras.
Fonte: Mauro Halfeld, Seu imóvel - Como comprar bem, Ed. Fundamento
Visite nosso site: http://www.csloja.com.br http://twiter.com/csloja
São anos de sacrifício, cortes de gastos e investimentos. Muita gente pensa que a única forma de poupar é entrando num financiamento.
Quando o contrato com o banco é assinado, as pessoas se comprometem a pagar a dívida e fazer tudo que for possível para quitá-la.
Afinal, os juros são elevados e não se pode brincar com essas coisas.Na verdade, se ao invés de contrair uma dívida, as pessoas investissem esse dinheiro no mercado financeiro, os retornos seriam muito maiores.
É preciso lembrar que dívida não é investimento. Numa dívida você é obrigado a pagar juros e num investimento quem recebe os juros é você.
Uma situação completamente diferente.Mas como começar a economizar dinheiro para comprar a casa própria? Aqui estão algumas dicas para auxiliá-lo nesse processo. Saiba que é possível fazer uma poupança para a casa própria e ainda continuar tendo uma vida boa.
Seguindo algumas regrinhas você conseguir em pouco anos realizar o sonho da sua vida, e, o melhor de tudo, sem ter que comprometer grande parte da sua renda numa dívida que pode ser evitada.
Acabe com as dívidas Financiar a compra de roupas, eletrodomésticos, presentes tornou-se um hábito muito forte entre os brasileiros. Comprar a prazo ficou mais fácil e é preciso muita força de vontade para sair de uma loja sem parcelar as compras no cartão ou entrar no crediário.
O que muitos esquecem é que financiar as compras implica no pagamento de juros. Por mês, muitas famílias gastam mais de ¼ de sua renda com o pagamento dos juros* embutidos nas compras a prazo, sem de fato ter consciência disso.
Num país onde a inflação mal chega a 10% ao ano, os consumidores pagam mais de 10% ao mês para adquirir bens que não conseguem pagar à vista. Portanto, fuja do cartão de crédito e do cheque especial, e compre apenas se tiver o suficiente para pagar à vista.
Crediários também podem não valer a pena, uma vez que com o dinheiro à vista, é possível conseguir um bom desconto e economizar nos juros pagos na compra a prazo.Se você já está endividado, tente arcar com seus compromissos e acabar com as dívidas.
Compromissos financeiros não pagos significam acúmulo de juros, que num determinado momento chegam a um patamar praticamente impagável. Tente negociar as taxas, prazos e lembre-se que o credor tem interesse em que você pague sua dívida e não o contrário.
Reservas de emergênciaNum mundo de incertezas, imprevistos podem acontecer a qualquer momento. É por isso que você precisa ter economias guardadas. De uma hora para outra, empresas vão a falência, perdemos o emprego ou na pior das hipóteses, graves problemas podem acontecer na família.
Para situações como estas, ter uma reserva de dinheiro aplicada acaba evitando a aquisição de novas dívidas.Com dinheiro guardado é possível ficar longe do cheque especial e do cartão de crédito, e não contrair mais dívidas.
Procure ter o suficiente para cobrir os gastos mensais de sua família por pelo menos 6 meses. Se sua família gasta todo mês o equivalente a R$ 2.500, um reserva de pelo menos R$ 15.000 é o ideal para conseguir encarar imprevistos que podem acontecer a qualquer momento.
Aplique bem seu dinheiroPagar aluguel pode não ser o pior negócio do mundo como muitos insistem em afirmar. Lembre-se de que os juros no Brasil ainda estão num patamar extremamente elevado e que quanto menor for o montante de um financiamento, melhor.
Portanto, se você paga aluguel, não tenha tanta pressa para sair. Se for o caso, procure um imóvel mais simples e tente economizar mais dinheiro para dar uma entrada maior no financiamento.Financiar mais de 50% de seu imóvel torna-se caro e arriscado, já que uma parte considerável de sua renda está sendo gasta com o pagamento das prestações.
Pense que quanto menor for sua dívida, menor será o valor gasto com os juros. Espere um pouco mais e economize para aumentar o valor da entrada. Além disso, procure ajuda para investir seu dinheiro e maximizar o retorno de suas economias.
Só desse jeito você conseguirá realizar seu sonho, sem ter que passar por grandes dificuldades financeiras.
Fonte: Mauro Halfeld, Seu imóvel - Como comprar bem, Ed. Fundamento
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