sexta-feira, 26 de novembro de 2010

5 dicas para proteger seu notebook quando estiver fora de casa


Notebook é sinônimo de mobilidade. Ou melhor, deveria ser… Quando os primeiros modelos desse tipo de produto começaram a ser vendidos, já há algumas décadas, ainda eram muito pesados para serem classificados como dispositivos portáteis. Hoje em dias as coisas são diferentes, felizmente: não é raro encontrar notebook pesando entre um e dois quilos, o que certamente é um peso bem inferior ao dos computadores de mesa.


Mas nós moramos no Brasil, um país que não é exatamente um sinônimo de segurança. Portanto, todo cuidado é pouco na hora de sair por aí com o notebook debaixo do braço. O aparelho é realmente um facilitador, já que coloca o trabalho sempre acessível, mas ao mesmo tempo pode chamar a atenção de pessoas não muito bem intencionadas. E aí o risco de ficar sem notebook, sem seus dados e quem sabe ainda sofrer violência, aumenta bastante.

Abaixo estão as cinco dicas que vão tornar o uso do seu notebook muito mais seguro quando estiver fora de casa.

1. Escolha bem sua mochila

Se você depende do transporte público para chegar ao seu destino, o ideal é não comprar aquelas mochilas que são feitas especialmente para notebooks. Tudo bem, elas têm compartimentos do tamanho perfeito para colocar o portátil, além de oferecer espaços para outros acessórios como mouses menores e câmeras digitais. O problema é que os ladrões não são burros, eles já conhecem as marcas e modelos dessas mochilas.

Sendo assim, prefira uma mochila convencional quando for andar na rua ou utilizar transporte público. A luva para notebook é uma boa opção para evitar que ele se arranhe dentro da mochila.

2. Sempre no porta-malas

Quando for sair de carro, aí sim não há tanto problema em colocar o note numa mochila especial. Mas fique atento com relação ao lugar onde você vai o aparelho: sempre prefira mantê-lo no porta-malas. Lá a mochila ou mesmo o notebook não vai ficar visível para as pessoas que passam na rua, diminuindo as chances de um bandido perceber o equipamento e tentar roubá-lo. Sem falar que é muito mais fácil arrombar um vidro do que o porta-malas.

3. Evite usá-lo em lugares públicos

Tudo bem, você precisa realmente carregar o notebook consigo e, durante um compromisso, precisa usar o aparelho. O melhor é evitar usá-lo em lugares públicos, em especial aqueles que não contam com segurança privada. Os shoppings estão liberados – e muitos deles oferecem Wi-Fi gratuito -, mas só se você depois for direto para o carro.

4. Fique longe das janelas

Digamos que você esteja na rua com o seu notebook e decida ir a um café, lugar sempre muito agradável para trabalhar – além de tomar aquele delicioso frapuccino de morango com gotículas de chocolate. Não se sente naquelas mesas que ficam próximas a janelas, pois qualquer pessoa passando do outro lado pode ver o seu aparelho, e isso já é o suficiente para que você corra o risco de ser abordado quando sair do café.

Também é bom evitar as áreas externas desses estabelecimentos, que normalmente ficam cobertas apenas por um toldo, na parte de fora da loja. Algum trombadinha pode passar correndo e roubar o seu notebook enquanto você dá um gole da sua bebida. Melhor não arriscar.


5. Use o pendrive

Antes de efetivamente sair para a rua com o seu notebook, pense bem se é necessário levá-lo para o seu compromisso. Em muitos casos, um simples pendrive pode ser mais do que suficiente para você acessar os seus documentos da rua. Em última instância, ir a uma lan-house e editar o arquivo pode ser uma opção.

Quem vai fazer uma apresentação também tem no seu pendrive o melhor aliado, desde que salve os arquivos do PowerPoint (ou similar) corretamente no gadget. E também não pode esquecer de questionar à organização do evento se haverá um computador ligado ao projetor e apto a receber o pendrive.

Conclusão

O bicho está pegando! Com essas dicas as chances de voltar para casa com o notebook no final do dia são bem maiores, mas não subestime a inteligência dos criminosos. Mesmo seguindo todas as dicas, é muito importante que você mantenha um backup atualizado de todos os seus dados em um local seguro.

Fonte: Allan Magalhães

Você já pensou em contratar um seguro para seu notebook?

Se você locomove-se com freqüência e não pode correr o risco de ficar sem acesso a sua principal ferramenta de trabalho, entre em contato com a Capitan & Silveira Seguros e conheça mais este produto.

O Seguro para Equipamentos Portáteis oferecido pela Porto Seguro inclui a cobertura contra roubo e furto qualificados (exceto quando o equipamento for deixado em veículos), incêndio, raio ou explosão, impacto de veículos, embarcações e aeronaves, além da cobertura opcional para danos elétricos.

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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

SAMU INFORMA: UTILIDADE PÚBLICA IMPORTANTE

As ambulâncias e emergências médicas perceberam que muitas vezes nos acidentes da estrada os feridos têm um celular consigo. No entanto, na hora de intervir com estes doentes, não sabem qual a pessoa a contatar na longa lista de telefones existentes no celular do acidentado.

Para tal, o SAMU lança a idéia de que todas as pessoas acrescentem na sua longa lista de contatos o NUMERO DA PESSOA a contatar em caso de emergência. Tal deverá ser feito da seguinte forma: 'AA Emergencia' (as letras AA são para que apareça sempre este contato em primeiro lugar na lista de contatos).

É simples, não custa nada e pode ajudar muito ao SAMU ou quem nos acuda. Se lhe parecer correta a proposta que lhe fazemos, passe esta mensagem a todos os seus amigos, familiares e conhecidos.

É tão-somente mais um dado que registramos no nosso celular e que pode ser a nossa salvação. Por favor, não destrua esta mensagem! Reenvie-o a quem possa dar-lhe uma boa utilidade.

JOSIANE TROCATTI
Coordenadora Administrativa
SAMU - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência

Capitan & Silveira Corretora de Seguros SS Ltda
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Jammer inibe funcionamento do rastreamento e bloqueio


Aparelho impede comunicação com a central de monitoramento

Apesar da Resolução 245, do Contran (Conselho Brasileiro de Trânsito), que estabeleceu em 2007 a instalação obrigatória de equipamento antifurto nos veículos novos saídos de fábrica, o mercado e a sociedade ainda se deparam com a ação de ladrões de carros e cargas de caminhões, cada vez mais especializados em tecnologia. As quadrilhas utilizam dispositivos que bloqueiam a comunicação dos rastreadores.

Este equipamento bloqueador, mais conhecido como jammer, que vem sendo vendido de forma irregular, é capaz de interferir de forma destrutiva em cada operação específica, impedindo a comunicação com a central de monitoramento, por meio de telefonia móvel. Desta forma sua utilização se torna um risco para sociedade.

Como funciona o jammer

O modelo mais utilizado funciona criando um sinal (ruído) em banda larga – BBN (Booardband Noise Jamming) – em que o circuito interfere nas bandas de comunicação presentes na telefonia móvel nacional. O ‘jammer’ realiza uma interferência (perturbação) entre o veículo e a antena operadora – o que provoca a perda de comunicação com a rede de telefonia móvel.

No telefone celular, quando uma ação dessas ocorre, o display apresenta as seguintes mensagens: “fora de serviço”, “procurando rede”, ou algo similar que evidencie que o aparelho está sem comunicação. É quando o aparelho fica inoperante, e o infrator pode definir uma rota para o veículo, sem que a central de monitoramento possa rastreá-lo.

Outro ponto a ser destacado é que o ‘jammer’, instalado em um veiculo, chega a inibir também o sinal de rastreamento e bloqueio de veículos em um raio de, em média, 10 metros, dependendo de sua potência.

Impactos na Resolução 245

Segundo os profissionais que atuam na localização de veículos roubados, os desmanches que recebem o produto de roubo já têm equipamentos de bloqueio de comunicação instalados em sua estrutura. E a criatividade dos criminosos não tem limites. Alguns já instalam o ‘jammer’ no porta-malas do veículo roubado, para que o equipamento seja confundido com um módulo de som, caso o carro passe por uma blitz da polícia.

A normativa definiu um cronograma de instalação progressiva do antifurto pela necessidade de programação da indústria automotiva e de equipamentos, sendo este alterado em agosto de 2009, estendendo o prazo para a instalação em 100% dos veículos até 2011. Com exceção dos ciclomotores, motonetas, motocicletas, triciclos e quadriciclos, cronograma estabelecido para até 2012.

O centro adquiriu o jammer para a realização de pesquisas, devidamente autorizado por autoridades legais. Esse equipamento foi desenvolvido para aplicações que exijam o bloqueio do sistema de comunicação de um determinado local, como para bloquear toda a telefonia móvel da região, similar aos utilizados em presídios.

As empresas fabricantes de equipamentos de rastreamento estão buscando desenvolver produtos imunes à ação do ‘jammer’. Entretanto, até o momento, todos os equipamentos testados pelo Cesvi Brasil, mais de 300 marcas, não conseguiram ser imunes ao jammer.

por Fernanda Mendonça, Cesvi Brasil.

Ituran - Rastreador PARA CARROS

Você sabia que em 30 minutos seu carro roubado pode estar de volta? E que um rastreador informa a uma Central 24 horas a localização do seu carro? O rastreador Ituran pode oferecer isso e muito mais. E o melhor: você não paga nada pelo rastreador. Apenas R$99,00 de instalação e mensalidades a partir de R$49,00. Escolha o seu rastreador:

RASTREADOR ITURAN REGIONAL: tecnologia radiofrequência de alta precisão para veículos que circulam nas áreas metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas e Baixada Santista. Uma exclusividade da Ituran.
Regional Básico: R$ 49,00 mensais. Regional Completo: R$ 69,00 mensais.

RASTREADOR ITURAN NACIONAL:tecnologia GPS/GPRS, que protege você em todo o território nacional.
Nacional Básico: R$ 69,00 mensais. Nacional Completo: R$ 79,00 mensais.

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sábado, 30 de outubro de 2010

Dicionário Automotivo


Para facilitar sua compreensão, consulte abaixo o significado de algumas palavras e expressões técnicas utilizadas no dia a dia.

ABS

antilock braking system: sistema antitravamento de freios. Funciona solidário ao sistema principal e utiliza inúmeros sensores para informar à central eletrônica quais rodas estão prestes a travar. Ele, então, alivia a pressão e evita o bloqueio, conseguindo manter a aderência.



aceleração lateral

é o valor da força centrífuga (que tenta jogar o veículo para fora da curva) expresso em g (símbolo da força de gravidade). O teste é feito num círculo com raio padrão de 31,6 metros. Quanto maior o número obtido pelo veículo, mais estável ele é.



acionamento pirotécnico

sistema que utiliza a energia de uma pequena explosão controlada para tensionar adequadamente os cintos de segurança em caso de acidente, eliminando qualquer eventual folga que possa diminuir sua eficiência.



acoplamento viscoso

sistema anexo ao diferencial, responsável pela modulação do torque (força) que chega a cada roda. Esse efeito é obtido por um fluido à base de silicone de alta viscosidade, quando é forçado a circular entre discos múltiplos perfurados.



adaptativo

assim é chamado o câmbio que, por meio de sofisticada eletrônica e diversos sensores, consegue se adaptar à forma de conduzir do motorista, trocando as marchas de maneira mais lenta ou mais rápida para obter melhor economia ou desempenho.



admissão continuamente variável

visa adequar quantidade e velocidade da mistura combustível admitida no motor de acordo com a rotação, para que ele tenha força seja qual for o regime de giros. Isso é feito pelo comando de válvulas especial e/ou coletores de admissão variáveis.



admissão variável

procura adequar a quantidade e velocidade de mistura combustível admitida pelo motor de acordo com a rotação, para que ele tenha força seja qual for o regime de giros. Isso é feito pelo comando de válvulas especial e/ou coletores de admissão variáveis.



ângulos de entrada e saída

indicam a maior ou menor facilidade de um veículo todo-terreno entrar numa rampa ou sair dela sem raspar os pára-choques ou outras partes no solo. Quanto mais próximo do pára-choque ficarem as rodas dianteiras e traseiras, maiores serão os ângulos e a agilidade do veículo.



apoios de cabeça "ativos"

São assim chamados os descansos no alto dos bancos que contam com um sistema automático que os movimenta para a frente e para trás, de maneira a minimizar o perigoso efeito chicote sobre a coluna cervical dos ocupantes, em caso de batida pela traseira.



aquaplanagem

perda de aderência dos pneus com o solo. Geralmente acontece em velocidades elevadas, quando se forma uma lâmina d'água entre o pneu e o asfalto. Mas, caso os pneus não estejam em perfeitas condições, ou se o trecho alagado for muito extenso, pode ocorrer mesmo em baixas velocidades.



arco voltaico

descarga elétrica luminosa formada entre dois eletrodos. Em determinadas lâmpadas, substitui a função do filamento. Também é chamado de arco elétrico.



auto-ignição

também conhecida como "batida de pino", leva esse nome pelo som característico que marca esse problema do motor. Acontece quando a queima da mistura ar-combustível não é provocada pela faísca emitida pela vela. O combustível acaba sendo detonado antes pelo acúmulo de resíduos resultante do processo de carbonização. Esses resíduos também são inflamáveis se combinados com a gasolina. Caso a auto-ignição perdure por um longo período, há o risco de danos mais sérios ao motor.



balancins

componentes metálicos localizados no cabeçote dos motores que, acionados pelos ressaltos (cames) do comando de válvulas, transferem esse movimento às válvulas, abrindo-as. Quando são roletados (montados com roletes), permitem redução do atrito e aumento da potência.



balanços

termo de Engenharia que, no ramo automobilístico, define a distância entre cada eixo (dianteiro/traseiro) e a respectiva extremidade da carroceria. Quanto menores os balanços, mais facilmente o veículo ingressará em rampas ou ladeiras e sairá delas sem raspar.



bar

unidade de medida de pressão, sempre precedida de um número, usada normalmente para aferir enchimento de pneus, volume de ar admitido dentro de um motor ou pressão interna. Cada bar (com minúscula) equivale a cerca de 1 atmosfera, 1 kg/cm2 ou 14,2 libras/polegada.



batidas de pino

expressão popular que indica o ruído característico feito por um motor com detonação, ou seja, com explosões espontâneas (antes da faísca das velas) nas câmaras de combustão. Elas são causadas por combustível inadequado, ignição adiantada ou alta temperatura.



bitola

expressão usada para indicar, num automóvel, a distância entre as rodas de um mesmo eixo. Embora outros fatores também influenciem, normalmente quanto maiores forem as bitolas, melhor será a estabilidade do veículo e menor a possibilidade de capotagem.



bloqueio do diferencial

sistema auxiliar acionado pelo motorista e destinado a impedir que, numa rampa muito íngreme e com pouca aderência, as rodas de um mesmo eixo percam tração. Com o bloqueio acionado, as dianteiras e traseiras recebem a mesma potência.



boxer

tipo de motor em que os cilindros ficam contrapostos na posição horizontal, com o virabrequim ao centro. Traz as vantagens de maior compacidade e mais baixo centro de gravidade, ajudando a estabilidade do veículo. Entre outros, modelos Porsche e Subaru o adotam.



brake-light

terceira luz de freio, colocada em posição elevada na traseira (geralmente no limite superior do vidro) de um veículo, para poder ser visualizada através dos vidros dos carros que o seguem e para permanecer funcionando mesmo após impacto por trás.



cames

ressaltos metálicos (normalmente existentes no eixo-comando de válvulas) responsáveis por provocar - diretamente ou por meio de balanceiros - o levantamento das válvulas de admissão ou escapamento de um motor.



canibalizar

em sentido figurado, é o que ocorre quando um veículo é lançado em faixa de preço ou desempenho muito próxima à de outro modelo do mesmo fabricante, podendo "comer" vendas dele em vez de conquistar novos consumidores.



cáster

um dos ângulos que compõem a chamada "geometria da direção", e que é responsável pela manutenção do veículo em linha reta e pela volta das rodas dianteiras à posição longitudinal após uma curva. Quando o ângulo é pequeno, esse retorno é mais lento.



CBU

COMPLETELY BUILT UNIT: expressão inglesa utilizada no jargão dos profissionais de importação/exportação, que indica veículos totalmente montados, que serão vendidos como chegam ao país de destino.



coeficiente de arrasto

também chamado de coeficiente de forma ou Cx, indica a maior ou menor dificuldade que um veículo encontra em vencer a barreira de ar ao se deslocar, no que tange às suas formas aerodinâmicas. Geralmente, modelos compactos têm valores piores que os longos.



coletor de admissão variável

visa aumentar ou diminuir a distância percorrida pela mistura combustível antes de ser admitida na câmara de combustão, de forma a privilegiar o torque (força) do motor em baixa rotação ou a potência disponível em altos giros.



comando variável

dispositivo elétrico, hidráulico ou mecânico que permite antecipar ou atrasar o momento em que ocorre a abertura das válvulas de admissão e o tempo que elas permanecem abertas. O recurso favorece o torque em baixas e médias rotações e a potência nos giros mais altos do motor.



common rail

tecnologia introduzida pela Alfa Romeo (e copiada por inúmeros fabricantes) para motores a diesel. Utiliza um tubo de distribuição único que leva o combustível, em altíssima pressão, aos vários cilindros do motor, com vantagens em potência e redução de emissões.



compressor do tipo Roots

também chamado de "volumétrico", acelera a velocidade de admissão do ar (e da mistura combustível) no motor, melhorando a combustão e a potência. Ao contrário dos turbocompressores, movidos pelos gases de escape, são acionados por correia dentada, corrente ou engrenagem ligada ao motor.



compressores volumétricos

aceleram a velocidade de admissão do ar (e da mistura combustível) no motor, melhorando a combustão e a potência. Ao contrário dos turbocompressores, movidos pelos gases de escape, são acionados por correia dentada, corrente ou engrenagem ligada ao motor.



controlador de velocidade

é chamado em inglês de cruise control (controle de cruzeiro), termo encontrado em vários carros importados. O sistema conta com um sensor que informa a velocidade do carro para uma central de comando eletrônico. Esse dispositivo aciona um atuador que controla a injeção de combustível. Assim, a central eletrônica mantém o carro na velocidade predeterminada pelo motorista, mesmo em aclives ou declives. Ao pisar no freio, a aceleração é interrompida. O recurso é muito cômodo para longas viagens, mas de uso menos prático em cidades. O sistema também é popularmente chamado de "piloto automático", mas não controla a direção que o carro segue, como nos aviões. Normalmente fica numa alavanca na coluna de direção, mas pode estar em botões no volante.



conversor de torque

equipamento utilizado com os câmbios automáticos e que detecta o momento ideal em que devem ser feitas as trocas de marcha, providenciando o desacoplamento de uma marcha e o acoplamento da seguinte, sem trancos.



coxim hidráulico

elemento utilizado para suportar o conjunto motor/câmbio na carroceria, cuja função é isolar as vibrações de funcionamento. No lugar de borracha maciça, um fluido viscoso é forçado a passar de uma câmara interna para outra, produzindo um efeito de amortecimento dos esforços.



cx

sigla que significa coeficiente de forma ou aerodinâmico. Traduz a maior ou menor dificuldade de um veículo em vencer a barreira de ar ao se deslocar, no que diz respeito às suas formas. Um índice baixo favorece maior velocidade e menores consumo e ruído de vento.



CVT

sigla em inglês para transmissão continuamente variável. O sistema utiliza dois cones e uma correia para aumentar ou diminuir torque e velocidade de modo contínuo, como se fosse um câmbio com relações quase infinitas de engrenagens. O recurso foi celebrizado nos veículos da extinta DAF holandesa.



dB (A)

representação do decibel (correspondente a 1/10 da unidade física Bel) do tipo A. Ele é empregado para medir e exprimir diferenças de nível de sensação acústica perceptíveis por ouvidos humanos.



destracionar

tração é a força que impulsiona um carro. Ela é produzida pelo motor e aplicada nos eixos das rodas pelo sistema de transmissão. "Destracionar" é perder a tração ou tê-la reduzida. O fenômeno é causado pela redução da área de contato dos pneus com o piso. Assim, a potência transmitida às rodas excede a capacidade dos pneus de compensar essa força com a resistência oferecida pelo solo (atrito) no momento do destracionamento - a combinação dessas duas forças é que permite movimentar o veículo. O destracionamento pode ocorrer em diversas situações, mas as mais comuns acontecem quando o piso está molhado - a água pode formar uma espécie de "filme" ou película que impede o pneu ou parte dele de tocar o solo - ou em curvas, quando alguma roda deixa de estar totalmente apoiada no piso.



diferencial com deslizamento limitado

equipamento que evita que uma roda apoiada sobre solo escorregadio gire em falso enquanto a outra, sobre piso aderente, fica sem tração. Para isso, o sistema freia a roda mais solta e redireciona parte do torque para a roda "boa".



dinamômetro

equipamento utilizado para medir a potência de um motor. A aferição pode ser feita diretamente nele ou nas rodas do veículo. Neste caso ele é conhecido como dinamômetro de rolos.

Fonte: Tutomania!

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Como deixar os pneus brilhando


Dicas Tuning


A receita é simples. Para fabricar 1 litro de pretinho:

- 500 Ml de Glicerina (Glicerina se compra em qualquer farmácia)

- 250 Ml de Água (só para engrossar a mistura)

- 250 Ml de Álcool (álcool comum, usado em casa, serve para diluir a glicerina)

Misture tudo, aplique no pneu usando um pincel ou uma esponja.

Sempre antes de usar, agite bem. O resultado fica ótimo, o pneu parece novo e brilhante, fica melhor que qualquer tipo de pretinho que o pessoal usa por aí. Pode ser usado também para deixar os tapetes de borracha do carro bem pretos.


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Qual é a lógica das letras nas placas dos carros?


A ordem das letras e números tem a ver com o lugar em que o veículo é emplacado. Esse esquema começou a ser adotado em fevereiro de 1990, quando as placas amarelas (com duas letras e quatro números) foram substituídas pelas cinza (com três letras). Cada estado tem suas combinações próprias (veja tabela abaixo), distribuídas pela frota local em ordem cronológica de licenciamento ou emplacamento.

É possível encontrar placas com cidades e combinações "trocadas". Isso acontece porque, se um veículo é emplacado originariamente em um lugar e o endereço do proprietário muda, troca-se apenas a indicação de cidade e estado. Ou seja, um carro licenciado em Camaçari, Bahia, com a combinação JOL pode perfeitamente estar rodando com a indicação "São Paulo, SP". Isso porque o primeiro emplacamento ocorreu na Bahia.

É possível escolher as letras e números da chapa do automóvel. Assim, mulheres chamadas Beatriz podem encomendar a combinação BIA e donos de BMW ostentar placas BMW. Mas também não é a festa da uva: em São Paulo, por exemplo, são proibidas combinações que formem palavras consideradas obscenas ou constrangedoras, como CUS, GAY e CKH.



Estado - Paraná

Série inicial - AAA-0001

Série final - BEZ-9999



Estado - São Paulo

Série inicial - BFA-0001

Série final - GKI-9999



Estado - Minas Gerais

Série inicial - GKJ-0001

Série final - HOK-9999



Estado - Maranhão

Série inicial - HOL-0001

Série final - HQE-9999



Estado - Mato Grosso do Sul

Série inicial - HQF-0001

Série final - HTW-9999



Estado - Ceará

Série inicial - HTX-0001

Série final - HZA-9999



Estado - Sergipe

Série inicial - HZB-0001

Série final - IAP-9999



Estado - Rio Grande do Sul

Série inicial - IAQ-0001

Série final - JDO-9999



Estado - Distrito Federal

Série inicial - JDP-0001

Série final - JKR-9999



Estado - Bahia

Série inicial - JKS-0001

Série final - JSZ-9999



Estado - Pará

Série inicial - JTA-0001

Série final - JWE-9999



Estado - Amazonas

Série inicial - JWF-0001

Série final - JXY-9999



Estado - Mato Grosso

Série inicial - JXZ-0001

Série final - KAU-9999



Estado - Goiás

Série inicial - KAV-0001

Série final - KFC-9999



Estado - Pernambuco

Série inicial - KFD-0001

Série final - KME-9999



Estado - Rio de Janeiro

Série inicial - KMF-0001

Série final - LVE-9999



Estado - Piauí

Série inicial - LVF-0001

Série final - LWQ-9999



Estado - Santa Catarina

Série inicial - LWR-0001

Série final - MMM-9999



Estado - Paraíba

Série inicial - MMN-0001

Série final - MOW-9999



Estado - Espírito Santo

Série inicial - MOX-0001

Série final - MTZ-9999



Estado - Alagoas

Série inicial - MUA-0001

Série final - MVK-9999



Estado - Tocantins

Série inicial - MVL-0001

Série final - MXG-9999



Estado - Rio Grande do Norte

Série inicial - MXH-0001

Série final - MZM-9999



Estado - Acre

Série inicial - MZN-0001

Série final - NAG-9999



Estado - Roraima

Série inicial - NAH-0001

Série final - NBA-9999



Estado - Rondônia

Série inicial - NBB-0001

Série final - NEH-9999



Estado - Amapá

Série inicial - NEI-0001

Série final - NFB-9999



Estado - Novas combinações liberadas para Goiás

Série inicial - NFC-0001

Série final - NGZ-9999



CINZA

As mais usadas, identificam os automóveis particulares



BRANCA

Colocadas em automóveis oficiais



VERMELHA

Aplicadas em veículos como táxis, ônibus, caminhões e lotações – os chamados "veículos de aluguel"



AZUL

Carros em teste de montadoras. Quando há as letras "CC", significa que são de consulados



VERDE

Oficinas e lojas as utilizam para demonstrar que o carro está passando por test drive



VERDE E AMARELA

São colocadas em veículos de autoridades federais dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário



PRETA

Em automóveis antigos, são um atestado de que o modelo, em geral de colecionador, é todo original

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O automóvel é um abrigo seguro contra raios?


Sim! "Quando um carro é atingido por um raio, as cargas elétricas se espalham por sua superfície metálica externa sem ameaçar quem está dentro", diz o físico Adilson Gandu, da Universidade de São Paulo. Quando os pneus estão molhados pela chuva, essas cargas passam por eles e se descarregam no solo. Mesmo com os pneus secos, elas se transformam em fagulhas e são absorvidas pelo chão. Agora, quem for pego por uma tempestade em local aberto, sem um carro para se proteger, deve ficar agachado. Em pé, funcionará como pára-raios. Os pés também têm que ficar unidos. Ao atingir o solo, o raio se espalha de forma concêntrica. À medida que se afasta do centro, seu potencial elétrico diminui. Com as pernas afastadas, o potencial em um dos pés será maior que em outro e essa diferença permitiria a passagem de corrente elétrica pelo corpo.

Proteção total
A lataria do carro forma uma couraça contra cargas elétricas

1. Em vez de penetrar no automóvel, a eletricidade do raio se espalha por toda sua superfície externa

2. Através dos pneus, a eletricidade é descarregada para o solo.

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