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segunda-feira, 21 de março de 2011

Dicas Automotivas: Sensor de estacionamento


Vez por outra nos deparamos com aquelas vagas apertadas na rua, no estacionamento de shoppings, supermercados ou até dentro do próprio condomínio, que nos fazem suar ao volante de tantas manobras que temos que fazer para entrar ou sair do lugar. E agradecemos quando há alguém que nos diz até que milímetro podemos dar a ré. Alguns carros, porém, contam com uma ajudinha extra na hora da baliza, pois já vêm equipados com sensores de estacionamento.

Esses sensores são aparelhos que detectam obstáculos a certa distância do veículo e avisam ao condutor, por meio de sinais sonoros, a distância desse objeto do veículo. Em alguns casos, o sensor mostra inclusive a distância, em metros, do obstáculo. A novidade é que agora esses sensores já podem ser adquiridos como itens opcionais e instalados em qualquer veículo.

Funcionamento

O mecanismo do sensor se baseia em ondas de ultrassom. “As ondas são emitidas pelo sensor e, de acordo com o tempo que levam para refletir em algum objeto que esteja a determinada distância do sensor, acionam o sinal sonoro, que se torna mais intermitente quanto menor a distância do objeto”, explica Nicholaas Fuldauer, diretor administrativo da empresa Dalgas Precision Equipments.

A instalação é bastante simples, feita, na maioria das vezes, nas concessionárias ou em lojas de autopeças. A única desvantagem, vista por alguns proprietários de veículos, é que para instalar um sensor de estacionamento é necessário perfurar o parachoque (ou paralama, caso o sensor seja instalado na dianteira do veículo).

Mercado em expansão

Atualmente, os sensores podem ser adquiridos com grande facilidade, inclusive pela internet. Seu preço tem variado de R$ 99,00 a R$ 900,00. “É preciso ter cuidado, pois a grande maioria dos produtos que estão no mercado não detectam pontos cegos e você acaba pagando pouco por um produto que não desempenha bem a sua função”, alerta Fuldauer. “É melhor pagar um pouco mais e ter a garantia de um produto que vai desempenhar sua função de segurança”.

A penetração do produto no mercado ainda sofre certo preconceito por parte de alguns motoristas que consideram o sensor um artigo indicado apenas para quem ‘não sabe fazer baliza’. Na opinião do diretor Nicholaas Fuldauer, esse argumento cai por terra quando se percebe o quanto o sensor facilita a rotina do condutor: “As vagas em estacionamento estão cada vez mais apertadas e o sensor vem a facilitar muito as manobras. Graças a ele, com duas manobras você faz a baliza”, complementa.

Fonte: Bradesco Seguros

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sábado, 30 de outubro de 2010

Dicionário Automotivo


Para facilitar sua compreensão, consulte abaixo o significado de algumas palavras e expressões técnicas utilizadas no dia a dia.

ABS

antilock braking system: sistema antitravamento de freios. Funciona solidário ao sistema principal e utiliza inúmeros sensores para informar à central eletrônica quais rodas estão prestes a travar. Ele, então, alivia a pressão e evita o bloqueio, conseguindo manter a aderência.



aceleração lateral

é o valor da força centrífuga (que tenta jogar o veículo para fora da curva) expresso em g (símbolo da força de gravidade). O teste é feito num círculo com raio padrão de 31,6 metros. Quanto maior o número obtido pelo veículo, mais estável ele é.



acionamento pirotécnico

sistema que utiliza a energia de uma pequena explosão controlada para tensionar adequadamente os cintos de segurança em caso de acidente, eliminando qualquer eventual folga que possa diminuir sua eficiência.



acoplamento viscoso

sistema anexo ao diferencial, responsável pela modulação do torque (força) que chega a cada roda. Esse efeito é obtido por um fluido à base de silicone de alta viscosidade, quando é forçado a circular entre discos múltiplos perfurados.



adaptativo

assim é chamado o câmbio que, por meio de sofisticada eletrônica e diversos sensores, consegue se adaptar à forma de conduzir do motorista, trocando as marchas de maneira mais lenta ou mais rápida para obter melhor economia ou desempenho.



admissão continuamente variável

visa adequar quantidade e velocidade da mistura combustível admitida no motor de acordo com a rotação, para que ele tenha força seja qual for o regime de giros. Isso é feito pelo comando de válvulas especial e/ou coletores de admissão variáveis.



admissão variável

procura adequar a quantidade e velocidade de mistura combustível admitida pelo motor de acordo com a rotação, para que ele tenha força seja qual for o regime de giros. Isso é feito pelo comando de válvulas especial e/ou coletores de admissão variáveis.



ângulos de entrada e saída

indicam a maior ou menor facilidade de um veículo todo-terreno entrar numa rampa ou sair dela sem raspar os pára-choques ou outras partes no solo. Quanto mais próximo do pára-choque ficarem as rodas dianteiras e traseiras, maiores serão os ângulos e a agilidade do veículo.



apoios de cabeça "ativos"

São assim chamados os descansos no alto dos bancos que contam com um sistema automático que os movimenta para a frente e para trás, de maneira a minimizar o perigoso efeito chicote sobre a coluna cervical dos ocupantes, em caso de batida pela traseira.



aquaplanagem

perda de aderência dos pneus com o solo. Geralmente acontece em velocidades elevadas, quando se forma uma lâmina d'água entre o pneu e o asfalto. Mas, caso os pneus não estejam em perfeitas condições, ou se o trecho alagado for muito extenso, pode ocorrer mesmo em baixas velocidades.



arco voltaico

descarga elétrica luminosa formada entre dois eletrodos. Em determinadas lâmpadas, substitui a função do filamento. Também é chamado de arco elétrico.



auto-ignição

também conhecida como "batida de pino", leva esse nome pelo som característico que marca esse problema do motor. Acontece quando a queima da mistura ar-combustível não é provocada pela faísca emitida pela vela. O combustível acaba sendo detonado antes pelo acúmulo de resíduos resultante do processo de carbonização. Esses resíduos também são inflamáveis se combinados com a gasolina. Caso a auto-ignição perdure por um longo período, há o risco de danos mais sérios ao motor.



balancins

componentes metálicos localizados no cabeçote dos motores que, acionados pelos ressaltos (cames) do comando de válvulas, transferem esse movimento às válvulas, abrindo-as. Quando são roletados (montados com roletes), permitem redução do atrito e aumento da potência.



balanços

termo de Engenharia que, no ramo automobilístico, define a distância entre cada eixo (dianteiro/traseiro) e a respectiva extremidade da carroceria. Quanto menores os balanços, mais facilmente o veículo ingressará em rampas ou ladeiras e sairá delas sem raspar.



bar

unidade de medida de pressão, sempre precedida de um número, usada normalmente para aferir enchimento de pneus, volume de ar admitido dentro de um motor ou pressão interna. Cada bar (com minúscula) equivale a cerca de 1 atmosfera, 1 kg/cm2 ou 14,2 libras/polegada.



batidas de pino

expressão popular que indica o ruído característico feito por um motor com detonação, ou seja, com explosões espontâneas (antes da faísca das velas) nas câmaras de combustão. Elas são causadas por combustível inadequado, ignição adiantada ou alta temperatura.



bitola

expressão usada para indicar, num automóvel, a distância entre as rodas de um mesmo eixo. Embora outros fatores também influenciem, normalmente quanto maiores forem as bitolas, melhor será a estabilidade do veículo e menor a possibilidade de capotagem.



bloqueio do diferencial

sistema auxiliar acionado pelo motorista e destinado a impedir que, numa rampa muito íngreme e com pouca aderência, as rodas de um mesmo eixo percam tração. Com o bloqueio acionado, as dianteiras e traseiras recebem a mesma potência.



boxer

tipo de motor em que os cilindros ficam contrapostos na posição horizontal, com o virabrequim ao centro. Traz as vantagens de maior compacidade e mais baixo centro de gravidade, ajudando a estabilidade do veículo. Entre outros, modelos Porsche e Subaru o adotam.



brake-light

terceira luz de freio, colocada em posição elevada na traseira (geralmente no limite superior do vidro) de um veículo, para poder ser visualizada através dos vidros dos carros que o seguem e para permanecer funcionando mesmo após impacto por trás.



cames

ressaltos metálicos (normalmente existentes no eixo-comando de válvulas) responsáveis por provocar - diretamente ou por meio de balanceiros - o levantamento das válvulas de admissão ou escapamento de um motor.



canibalizar

em sentido figurado, é o que ocorre quando um veículo é lançado em faixa de preço ou desempenho muito próxima à de outro modelo do mesmo fabricante, podendo "comer" vendas dele em vez de conquistar novos consumidores.



cáster

um dos ângulos que compõem a chamada "geometria da direção", e que é responsável pela manutenção do veículo em linha reta e pela volta das rodas dianteiras à posição longitudinal após uma curva. Quando o ângulo é pequeno, esse retorno é mais lento.



CBU

COMPLETELY BUILT UNIT: expressão inglesa utilizada no jargão dos profissionais de importação/exportação, que indica veículos totalmente montados, que serão vendidos como chegam ao país de destino.



coeficiente de arrasto

também chamado de coeficiente de forma ou Cx, indica a maior ou menor dificuldade que um veículo encontra em vencer a barreira de ar ao se deslocar, no que tange às suas formas aerodinâmicas. Geralmente, modelos compactos têm valores piores que os longos.



coletor de admissão variável

visa aumentar ou diminuir a distância percorrida pela mistura combustível antes de ser admitida na câmara de combustão, de forma a privilegiar o torque (força) do motor em baixa rotação ou a potência disponível em altos giros.



comando variável

dispositivo elétrico, hidráulico ou mecânico que permite antecipar ou atrasar o momento em que ocorre a abertura das válvulas de admissão e o tempo que elas permanecem abertas. O recurso favorece o torque em baixas e médias rotações e a potência nos giros mais altos do motor.



common rail

tecnologia introduzida pela Alfa Romeo (e copiada por inúmeros fabricantes) para motores a diesel. Utiliza um tubo de distribuição único que leva o combustível, em altíssima pressão, aos vários cilindros do motor, com vantagens em potência e redução de emissões.



compressor do tipo Roots

também chamado de "volumétrico", acelera a velocidade de admissão do ar (e da mistura combustível) no motor, melhorando a combustão e a potência. Ao contrário dos turbocompressores, movidos pelos gases de escape, são acionados por correia dentada, corrente ou engrenagem ligada ao motor.



compressores volumétricos

aceleram a velocidade de admissão do ar (e da mistura combustível) no motor, melhorando a combustão e a potência. Ao contrário dos turbocompressores, movidos pelos gases de escape, são acionados por correia dentada, corrente ou engrenagem ligada ao motor.



controlador de velocidade

é chamado em inglês de cruise control (controle de cruzeiro), termo encontrado em vários carros importados. O sistema conta com um sensor que informa a velocidade do carro para uma central de comando eletrônico. Esse dispositivo aciona um atuador que controla a injeção de combustível. Assim, a central eletrônica mantém o carro na velocidade predeterminada pelo motorista, mesmo em aclives ou declives. Ao pisar no freio, a aceleração é interrompida. O recurso é muito cômodo para longas viagens, mas de uso menos prático em cidades. O sistema também é popularmente chamado de "piloto automático", mas não controla a direção que o carro segue, como nos aviões. Normalmente fica numa alavanca na coluna de direção, mas pode estar em botões no volante.



conversor de torque

equipamento utilizado com os câmbios automáticos e que detecta o momento ideal em que devem ser feitas as trocas de marcha, providenciando o desacoplamento de uma marcha e o acoplamento da seguinte, sem trancos.



coxim hidráulico

elemento utilizado para suportar o conjunto motor/câmbio na carroceria, cuja função é isolar as vibrações de funcionamento. No lugar de borracha maciça, um fluido viscoso é forçado a passar de uma câmara interna para outra, produzindo um efeito de amortecimento dos esforços.



cx

sigla que significa coeficiente de forma ou aerodinâmico. Traduz a maior ou menor dificuldade de um veículo em vencer a barreira de ar ao se deslocar, no que diz respeito às suas formas. Um índice baixo favorece maior velocidade e menores consumo e ruído de vento.



CVT

sigla em inglês para transmissão continuamente variável. O sistema utiliza dois cones e uma correia para aumentar ou diminuir torque e velocidade de modo contínuo, como se fosse um câmbio com relações quase infinitas de engrenagens. O recurso foi celebrizado nos veículos da extinta DAF holandesa.



dB (A)

representação do decibel (correspondente a 1/10 da unidade física Bel) do tipo A. Ele é empregado para medir e exprimir diferenças de nível de sensação acústica perceptíveis por ouvidos humanos.



destracionar

tração é a força que impulsiona um carro. Ela é produzida pelo motor e aplicada nos eixos das rodas pelo sistema de transmissão. "Destracionar" é perder a tração ou tê-la reduzida. O fenômeno é causado pela redução da área de contato dos pneus com o piso. Assim, a potência transmitida às rodas excede a capacidade dos pneus de compensar essa força com a resistência oferecida pelo solo (atrito) no momento do destracionamento - a combinação dessas duas forças é que permite movimentar o veículo. O destracionamento pode ocorrer em diversas situações, mas as mais comuns acontecem quando o piso está molhado - a água pode formar uma espécie de "filme" ou película que impede o pneu ou parte dele de tocar o solo - ou em curvas, quando alguma roda deixa de estar totalmente apoiada no piso.



diferencial com deslizamento limitado

equipamento que evita que uma roda apoiada sobre solo escorregadio gire em falso enquanto a outra, sobre piso aderente, fica sem tração. Para isso, o sistema freia a roda mais solta e redireciona parte do torque para a roda "boa".



dinamômetro

equipamento utilizado para medir a potência de um motor. A aferição pode ser feita diretamente nele ou nas rodas do veículo. Neste caso ele é conhecido como dinamômetro de rolos.

Fonte: Tutomania!

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Como deixar os pneus brilhando


Dicas Tuning


A receita é simples. Para fabricar 1 litro de pretinho:

- 500 Ml de Glicerina (Glicerina se compra em qualquer farmácia)

- 250 Ml de Água (só para engrossar a mistura)

- 250 Ml de Álcool (álcool comum, usado em casa, serve para diluir a glicerina)

Misture tudo, aplique no pneu usando um pincel ou uma esponja.

Sempre antes de usar, agite bem. O resultado fica ótimo, o pneu parece novo e brilhante, fica melhor que qualquer tipo de pretinho que o pessoal usa por aí. Pode ser usado também para deixar os tapetes de borracha do carro bem pretos.


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Qual é a lógica das letras nas placas dos carros?


A ordem das letras e números tem a ver com o lugar em que o veículo é emplacado. Esse esquema começou a ser adotado em fevereiro de 1990, quando as placas amarelas (com duas letras e quatro números) foram substituídas pelas cinza (com três letras). Cada estado tem suas combinações próprias (veja tabela abaixo), distribuídas pela frota local em ordem cronológica de licenciamento ou emplacamento.

É possível encontrar placas com cidades e combinações "trocadas". Isso acontece porque, se um veículo é emplacado originariamente em um lugar e o endereço do proprietário muda, troca-se apenas a indicação de cidade e estado. Ou seja, um carro licenciado em Camaçari, Bahia, com a combinação JOL pode perfeitamente estar rodando com a indicação "São Paulo, SP". Isso porque o primeiro emplacamento ocorreu na Bahia.

É possível escolher as letras e números da chapa do automóvel. Assim, mulheres chamadas Beatriz podem encomendar a combinação BIA e donos de BMW ostentar placas BMW. Mas também não é a festa da uva: em São Paulo, por exemplo, são proibidas combinações que formem palavras consideradas obscenas ou constrangedoras, como CUS, GAY e CKH.



Estado - Paraná

Série inicial - AAA-0001

Série final - BEZ-9999



Estado - São Paulo

Série inicial - BFA-0001

Série final - GKI-9999



Estado - Minas Gerais

Série inicial - GKJ-0001

Série final - HOK-9999



Estado - Maranhão

Série inicial - HOL-0001

Série final - HQE-9999



Estado - Mato Grosso do Sul

Série inicial - HQF-0001

Série final - HTW-9999



Estado - Ceará

Série inicial - HTX-0001

Série final - HZA-9999



Estado - Sergipe

Série inicial - HZB-0001

Série final - IAP-9999



Estado - Rio Grande do Sul

Série inicial - IAQ-0001

Série final - JDO-9999



Estado - Distrito Federal

Série inicial - JDP-0001

Série final - JKR-9999



Estado - Bahia

Série inicial - JKS-0001

Série final - JSZ-9999



Estado - Pará

Série inicial - JTA-0001

Série final - JWE-9999



Estado - Amazonas

Série inicial - JWF-0001

Série final - JXY-9999



Estado - Mato Grosso

Série inicial - JXZ-0001

Série final - KAU-9999



Estado - Goiás

Série inicial - KAV-0001

Série final - KFC-9999



Estado - Pernambuco

Série inicial - KFD-0001

Série final - KME-9999



Estado - Rio de Janeiro

Série inicial - KMF-0001

Série final - LVE-9999



Estado - Piauí

Série inicial - LVF-0001

Série final - LWQ-9999



Estado - Santa Catarina

Série inicial - LWR-0001

Série final - MMM-9999



Estado - Paraíba

Série inicial - MMN-0001

Série final - MOW-9999



Estado - Espírito Santo

Série inicial - MOX-0001

Série final - MTZ-9999



Estado - Alagoas

Série inicial - MUA-0001

Série final - MVK-9999



Estado - Tocantins

Série inicial - MVL-0001

Série final - MXG-9999



Estado - Rio Grande do Norte

Série inicial - MXH-0001

Série final - MZM-9999



Estado - Acre

Série inicial - MZN-0001

Série final - NAG-9999



Estado - Roraima

Série inicial - NAH-0001

Série final - NBA-9999



Estado - Rondônia

Série inicial - NBB-0001

Série final - NEH-9999



Estado - Amapá

Série inicial - NEI-0001

Série final - NFB-9999



Estado - Novas combinações liberadas para Goiás

Série inicial - NFC-0001

Série final - NGZ-9999



CINZA

As mais usadas, identificam os automóveis particulares



BRANCA

Colocadas em automóveis oficiais



VERMELHA

Aplicadas em veículos como táxis, ônibus, caminhões e lotações – os chamados "veículos de aluguel"



AZUL

Carros em teste de montadoras. Quando há as letras "CC", significa que são de consulados



VERDE

Oficinas e lojas as utilizam para demonstrar que o carro está passando por test drive



VERDE E AMARELA

São colocadas em veículos de autoridades federais dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário



PRETA

Em automóveis antigos, são um atestado de que o modelo, em geral de colecionador, é todo original

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sábado, 25 de setembro de 2010

Dicas: Banco De Couro


Banco De Couro

Vamos falar de uma coisa que deixa qualquer um que ame o seu carro louco, quando algumas mulheres vêem ficam louca, é isso mesmo vamos falar de bando de couro, alias você sabe que banco de couro reduz choque ? Pois é verdade sim.

Banco de couro reduz choque :

A chegada do inverno e a conseqüente queda da umidade relativa do ar são condições favoráveis ao acúmulo de energia estática dentro dos veículos. Esta energia, que geralmente acumula-se entre os ocupantes e o assento do automóvel, é descarregada na hora de sair do carro, provocando pequenos choques elétricos. Os especialistas e as montadoras asseguram que a intensidade destes choques não causam nenhum problema a saúde, pois a quantidade de energia é baixa. Também é descartada a possibilidade de que os choques caracterizem defeito do veículo. Mesmo não fazendo mal a saúde, nem sendo considerados defeito dos veículos os choques são muito desagradáveis e ultimamente são reclamações de várias pessoas junto às montadoras...

Como resolver ?

A solução para o problema é colocar bancos de couro no carro, pois substituir o revestimento sintético dos assentos do carro é uma alternativa para quem sofre choques ao sair de seu automóvel. Por receber um tratamento especial à base de produtos naturais, o couro acaba evitando acúmulo de energia eletrostática. É diferente do tecido sintético, que por sua composição e pela forma como foi tramado, acaba favorecendo tal acúmulo.

Por que trocar o estofado ?

Muitos clientes acabam colocando banco de couro somente para livrar-se das incomodas descargas elétricas. Embora afirma-se que este não seja o principal motivo da troca do estofamentos. A troca pelo couro varia de preços para carros de passeios ou picapes de cabine dupla ou simples. Consulte-nos!!!

Como conservar os seus bancos :

Cuidados simples são a garantia de vida longa para os bancos de couro originais ou que foram revestidos depois. O mais importante é evitar deixar o carro exposto ao sol, pior inimigo do couro. Com o tempo, o material tende a se tornar ressecado e quebradiço.

Dica:

Nunca passar produtos como vaselina ou silicone - muito usados em lavagens de postos de gasolina. Eles penetram no couro e, além de estragá-lo, atingem a cola, fazendo a forração se soltar. Para limpar ou remover manchas, bastam um pano limpo e sabão neutro. Calças jeans com rebites metálicos nos bolsos podem riscar o assento e as laterais do banco.

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Dicas: Como cuidar do seu carro


Aditivos

Polêmicos, os aditivos são vistos como uma de manutenção preventiva ou uma simples despesa para ser evitada, mas na realidade eles são bastante úteis. Os mais conhecidos são os aditivos que trabalham junto com os lubrificantes do motor, cuja função é diminuir atritos internos. Existem dois tipos de uso para esses aditivos, alguns são para motores novos, numa forma de prolongar a vida útil do motor e os outros são para motores cansados, que pretendem agir sobre as folgas internas do motor, isto é folgas de bronzinas e anéis, diminuindo a queima de óleo. Existem também uma ação detergente para evitar a formação de borras no cárter e eliminar a carbonização interna do motor, isto é comum aos dois tipos de aditivos.

Aditivos para combustível :

Por sua vez, tem basicamente a função detergente e de limpeza para evitar a manutenção dos sistemas de alimentação. Sua eficácia é limpar dutos de combustível e bicos injetores, alem de promover uma leve ação anti-ferrugem através da lubrificação dos injetores ou carburadores.

Aditivo para cambio e transmissão :

Podem mostrar rapidamente sua eficiência, são indicados tanto para cambio como para transmissão, aderindo bem a superfície de contato das engrenagens, eixos e rolamentos, você irá notar a diferença ao rodar com o seu carro.

Aditivos para radiadores :

Mais conhecido como etileno-glicol, o aditivo obrigatório para radiadores, tem como função elevar o ponto de fervura da água (para cima de 100º C) e também evitar formação de ferrugem interna no radiador, bloco do motor e demais componentes do sistema de refrigeração. A baixa qualidade do aditivo ou a falta do mesmo pode significar um motor fervendo e uma tampa do radiador voando.

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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

PNEUS • AS 10 DICAS MAIS IMPORTANTES






Criado pelo americano Charles Goodyear, o pneu surgiu graças à descoberta da vulcanização da borracha após a mistura dela com enxofre a altas temperaturas.

Peça fundamental de contato do carro com o solo, se ele estiver em mau estado ou mesmo com a calibragem errada pode não só comprometer a segurança dos ocupantes do veículo como também prejudicar o desempenho do automóvel.



Para manter sempre seus pneus nas melhores condições de rodagem, aconselhamos que siga estes 10 mandamentos:

1- Calibrar o pneu semanalmente de acordo com a indicação do manual do fabricante do veículo e não de acordo com a concessionária ou com o frentista.

2 - Fazer o rodízio de pneus. Veículos com pneus radiais a cada 8.000 km e veículos com pneus diagonais a cada 5.000 km rodados, utilizando o estepe no rodízio.

3 - Evitar a sobrecarga no veículo. Excesso de peso compromete a estrutura do pneu e aumenta os riscos de estouro ou de alterações estruturais importantes.

4 - Fazer a manutenção preventiva de todo o veículo. Amortecedores, molas, freios, rolamentos, eixos e rodas atuam diretamente sobre os pneus.

5 - Utilizar as medidas de pneus e rodas indicadas pelo fabricante do veículo. As partes do carro foram projetadas para interagirem de forma equilibrada. A utilização de pneus e rodasdiferentes altera este equilíbrio.

6 - Alinhar a suspensão e balancear os pneus sempre que o veículo sofrer impactos fortes, na troca de pneus, quando os pneus apresentarem desgastes irregulares, ao serem substituídos componentes da suspensão, quando o veículo estiver “puxando” para um lado ou a cada 10.000 km.

7 - Utilizar o pneu indicado para cada tipo de solo. Rodar na cidade com um pneu destinado ao uso na terra (fora de estrada) provocará perdas no consumo de combustível, na estabilidade e na durabilidade de peças do veículo.

8 - Monitorar o indicador de desgaste da rodagem (TWI). Este indicador existente em todo pneu mostra o momento certo para se efetuar a troca, reduzindo o risco de rodar com o pneu careca.

9 - Não permitir o contato do pneu com derivados de petróleo ou solventes. Estes produtos atacam a borracha fazendo com que perca suas propriedades mecânicas.

10 - Evitar a direção agressiva, com freadas fortes e mudanças bruscas de direção. Nunca ignore a existência de lombadas, buracos e imperfeições de piso. Os melhores pilotos de competição são aqueles que, mesmo rápidos, sabem poupar seus carros e pneus.



Fonte: Dirigindo Seguro, Pneu Seguro e G1.

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Aprenda a ler as informações do seu pneu


Aprenda a ler as informações do seu pneu

Fonte: Gilson Pneus

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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Dicas para seu veículo: Lubrificação


Dicas para seu veículo: Lubrificação

Uma das manutenções preventivas que o motorista deve fazer, para evitar problemas com o motor do carro, é a troca de óleo. Um lubrificante vencido força mais e aumenta o desgaste dos pistões. Por isso, ficar atento quanto ao nível do óleo e à data da troca são quesitos básicos para deixar o seu motor mais "redondo".

Troca de óleo :
A lubrificação consiste essencialmente em separar as superfícies de dois componentes em movimento relativo por meio de uma camada fina de óleo ou graxa, minimizando o atrito. Com o tempo essa camada diminui e o motor começa a trabalhar em alta temperatura. O prazo médio para efetuar a troca de óleo é a cada 5 000 quilômetros.

Troca do filtro de óleo :
A função do filtro de óleo é reter todas as impurezas do lubrificante que está no motor. Por isso verifique-o sempre.

Cuidados na hora da troca :
A utilização correta de um lubrificante depende da indicação do fabricante, apresentada no manual do proprietário. É imprescindível que o motorista respeite o tipo de óleo que deve ser colocado no motor, principalmente com relação ao grau de viscosidade do produto.

Qual a diferença entre o óleo sintético e o mineral ?
Os óleos minerais são extraídos da natureza por meio da separação de componentes do petróleo. Os sintéticos são fabricados em usinas de química fina, que permitem a projeção de características específicas mais adequadas, como, por exemplo, a resistência à oxidação e envelhecimento do poder lubrificante.

Não é recomendado misturar minerais com sintéticos ?
Eles possuem diferentes poderes de solvência e isso pode gerar depósitos no motor, desgaste das superfícies, vazamentos, aumento da corrosão e entupimento no sistema de lubrificação. Por outro lado, existem os óleos chamados semi-sintéticos. Neste caso, estas misturas são feitas na fábrica de lubrificantes, com controle de qualidade adequado para o carro.

Utilizo o método tradicional ou o de sucção ?
Antes da troca é necessário que o motor tenha permanecido pelo menos 5 minutos em funcionamento. Isso garante que as impurezas fiquem em suspensão e sejam eliminadas. No caso da troca por meio do bujão garante-se o esvaziamento quase total do cárter. Já as máquinas a vácuo fazem uso de sondas de sucção introduzidas no orifício da vareta de medição de óleo. Mas é interessante estar atento, pois cada modelo de motor exige uma sonda de comprimento e forma adequados ao formato interno do cárter.

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sábado, 4 de setembro de 2010

APRENDA A DIRIGIR BEM COM TODA SEGURANÇA



APRENDA A DIRIGIR BEM COM TODA SEGURANÇA

Dicas importantes para os motoristas:


Não "espiche" as marchas em excesso (fazer o motor rodar a mais de 3 mil giros).

Quando estiver trafegando por ruas esburacadas, procure andar em baixa velocidade e sempre que cruzar em elevações ou buracos (como lombadas e quebra-molas) mantenha a embreagem pressionada ou pare e arranque vagarosamente.

Se você cruzar com alguma marcha engatada, sem pisar na embreagem, as engrenagens da sua caixa de marchas vão sentir uma enorme pressão e você uma enorme sacudida.

Para evitar problemas nas viagens, os motoristas precisam estar atentos às condições das vias e, principalmente, à forma de conduzir os veículos. ?Dirigir na cidade e na estrada são duas coisas completamente diferentes?.

?Um trabalho de alta velocidade tem um comportamento completamente diferente. O contato do pneu no asfalto a uma velocidade de 100 quilômetros por hora é 90% menor que com o carro parado?.

Velocidade ideal

Os motoristas devem evitar trafegar no limite de velocidade permitido nas rodovias. O ideal é 80 quilômetros por hora. Quanto maior a velocidade, maior o perigo. Os motoristas não estão competindo?.

Distância entre veículos

Em caso de chuva, o ideal é uma distância de três segundos. Para pista seca, dois segundos já são suficientes?, aponta o especialista em direção defensiva.

Ultrapassagem segura

Para garantir uma ultrapassagem segura, os motoristas devem seguir alguns passos importantes antes de realizar a manobra. Segundo o o especialista em direção defensiva, a primeira atitude é garantir visibilidade total da ultrapassagem. O motorista não deve colar no carro a ser ultrapassado e, aos poucos levar o carro à esquerda, para visualizar a pista no sentido contrário (em caso de mão dupla). Caso esteja na mesma velocidade do veículo a ser ultrapassado, o motorista deve manter um carro de distância. Ao iniciar a manobra, o motorista deve ter aceleração máxima para garantir maior velocidade. ?Não existe meia ultrapassagem. Não dá para desistir no meio. Portanto, é fundamental aguardar o momento oportuno.?

Neblina

Em caso de neblina na pista, os motoristas devem usar faróis baixos e, caso conte com o acessório, o farol de neblina deve ser ligado. ?Não existe nenhuma outra hipótese para esse caso?.

Chuva

Para conduzir na chuva, o especialista alerta que mais importante que reduzir a velocidade é manter a distância de segurança (três segundos). ?O motorista deve manter a firmeza no volante e, caso passe por um poça, deve seguir com a mesma aceleração. Frear ou acelerar demais facilita o desequilíbrio do veículo?.

Como segurar o volante?

Segundo o especialista, a forma ideal de segurar o volante é, em comparação a um relógio, no horário dez para as duas. Caso o carro tenha air bag, a posição ideal muda para quinze para as três.

Como frear?

A freada do bom motorista não marca o chão?. É com essa frase que o especialista define uma freada segura. Ele aponta que o motorista deve manter o limite de travamento do veículo, não deixar que as rodas arrastem travadas pela pista, o que faz com que o veículo fique descontrolado. ?Com a roda travada, o motorista vira o volante e o carro segue em linha reta?, finalizou.

Antes de pôr o pé na estrada...

Além das dicas para uma condução mais segura, os motoristas também devem estar atentos à parte mecânica dos veículos. Uma revisão antes da viagem é fundamental. ?A primeira coisa é não deixar para ver o carro de última hora. Os motoristas devem agendar uma revisão com pelo menos uma semana de antecedência?, alerta o mecânicos.

O motorista deve checar os itens de segurança, nível de óleo, as ferramentas, o macaco do carro e o extintor de incêndio. ?É importante fazer uma revisão das lanternas, além de um alinhamento da direção e calibragem dos pneus. Se o pneu não estiver calibrado, o carro desalinha e a viagem fica insegura.?

Dentro da oficina mecânica, também são verificados a suspensão, os freios e o rolamento das rodas. As correias do motor, os filtros de ar, de óleo e de combustível também passam por uma revisão.



Inspeções periódicas:

Verificar o nível do óleo

Cheque o nível de óleo do motor a cada semana. Para fazer essa inspeção o carro deve estar em local plano, com o motor frio, após ter ficado algumas horas em descanso. O nível correto deve ficar entre as marcas mínima e máxima da vareta. Lembre-se que óleo em excesso pode sujar as velas e o sistema de alimentação nos carros com carburador. Ao contrário, a falta de óleo compromete a lubrificação das partes móveis internas, podendo causar o travamento ou desgaste prematuro do motor. Se tiver de completar o nível, utilize óleo da mesma marca, especificação e classificação da do óleo original.

Completar a água do radiador

Verifique o líquido do sistema de refrigeração (radiador e vaso de expansão) sempre com o motor frio. Faça isso a cada semana, de preferência logo pela manhã, antes de sair de casa. O nível correto deve ficar entre as marcas máxima e mínima do reservatório de expansão. Nunca deixe o frentista do posto abrir a tampa do radiador ou reservatório com o motor quente. A água aquecida aumenta de volume e se perde quando a tampa é liberada. Em caso de superaquecimento, espere o motor esfriar totalmente antes de completar o nível. Feito isso, ligue o motor e adicione a água fria aos poucos. Isso evita um choque térmico que poderia causar o empenamento do cabeçote e outros problemas mais sérios ao veículo.


Profundidade dos sucos dos pneus

Desenhados para escoar a água em contato com a banda de rodagem, os sulcos dos pneus devem manter uma profundidade mínima de 1,6 mm. Abaixo dessa medida, passam a perder a aderência quando em contato com o chão molhado ou em condições de baixo atrito. Além disso, carros com pneus lisos estão sujeitos a multa na estrada. Alguns modelos de pneus vêm com indicador de desgaste, em geral uma marca gravada ou marca de tinta na borracha. Por isso, não se esqueça de fazer o rodízio de pneus a cada 10 mil km - para tornar o desgaste mais uniforme- e não hesite em trocá-los quando estiverem gastos.


Lavagem do motor nos postos

Os carros equipados com injeção eletrônica são mais sensíveis à água durante as lavagens. Por isso evite limpar o motor com muita freqüência nos postos de abastecimento. A água sob pressão pode infiltrar nos terminais e sensores do sistema de ignição e bloquear o contato elétrico, impedindo o motor de funcionar. Em modelos com central eletrônica instalada dentro do cofre do motor, pode haver uma pane nesse componente. Se a lavagem do motor for inevitável, envolva a central eletrônica com um plástico e evite esguichar água sob pressão nos terminais.


Calibragem dos pneus

Verifique a calibragem dos pneus semanalmente. Ela deve ser checada sempre com os pneus frios, de preferência pela manhã, no posto mais próximo de sua casa, assim que começar a rodar. A explicação é simples: quando o carro está em movimento o atrito da roda com o piso aquece os pneus. Isso aumenta o volume interno de ar e faz com que a pressão se eleve. Qualquer calibragem nessas condições vai apontar uma medição alterada.


Cuidados com a Bateria

Relegada ao esquecimento, a bateria do carro também requer manutenção. Nas baterias não seladas, verifique e complete o líquido a cada 30 dias, reduzindo essa freqüência no verão, período em que há maior evaporação. Use sempre água destilada. Evite a água de torneira, pois esta contém elementos químicos ou metais que podem comprometer a vida útil da bateria. Nas baterias seladas, o orifício de ventilação dos elementos deve estar sempre desobstruído para evitar o acúmulo de gases em seu interior e uma eventual explosão.

Capitan & Silveira Corretora de Seguros
Rua da Mooca, 1291 - Sala 16 - Mooca/SP
Tel(11) 2779-7262 (11) 2048-1940
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Como resolver problemas em estacionamento?


Como resolver problemas em estacionamento?

É difícil encontrar quem já não enfrentou um problema em estacionamento, seja na garagem do próprio prédio onde mora, no shopping, no restaurante, etc. A Pro Teste e o Procon orientam sobre os direitos e deveres nos dez casos mais comuns: Veja:


1. Furtaram o rádio e os CDs de meu carro na garagem de meu prédio. O que faço?

Sugestão para solução:
Normalmente, na taxa de condomínio está prevista uma verba para segurança que inclui o pagamento de vigias, a instalação de circuito interno de TV, portões automáticos, etc. Se este for o caso de seu prédio, peça uma indenização sem medo, porque você será restituído. Mas se o seu condomínio não possuir aparato de segurança, o posicionamento da Justiça não é unânime. Se você quiser uma indenização, argumente que a área de circulação interna é privativa dos moradores e o controle de entrada e saída nas dependências do condomínio é do porteiro. Isso o ajudará a ser bem-sucedido. A mesma regra vale para o caso de seu carro aparecer arranhado ou amassado.

Portanto, havendo algum prejuízo, seja furto ou dano, chame imediatamente o síndico, zelador, porteiro, vigia, subsíndico ou algum membro dos conselhos do condomínio (é importante a presença de um representante dele), anote o problema no livro de reclamações e registre a ocorrência na delegacia. Não sendo nada resolvido amigavelmente, a saída é o Judiciário.


2. Como meu prédio não tem garagem, deixo o carro em um estacionamento. O que devo fazer se ele aparecer amassado ou for furtado?

Sugestão para solução:
O estacionamento é responsável por seu carro e tem obrigação de cobrir prejuízos que venham a ocorrer. Não aceite o argumento do estacionamento de que a batida foi feita por outro usuário. Mesmo que tenha sido, é problema do estabelecimento cobrar do culpado. Em caso de roubo, quase sempre a Justiça condena os estacionamentos a pagar indenização. Então, se você não conseguir resolver amigavelmente, vale a pena tentar na Justiça.


3. Quebraram a janela de meu carro em um shopping. O que faço?

Sugestão para solução:
Dificilmente um shopping resolve o problema de imediato. Mas a Justiça vem entendendo que cabe indenização, já que os centros comerciais atraem pessoas por oferecer produtos, serviços e segurança em um só lugar. Se ocorrer um dano em seu carro dentro de um shopping, é prova de que o sistema de segurança do local não foi eficiente, cabendo então uma indenização. Mas não se esqueça de registrar o ocorrido na administração do shopping. Assim que você perceber o dano causado em seu carro, procure um segurança do local que ele o conduzirá à administração do shopping para que as providências sejam tomadas.


4. Fiz compras em um supermercado e quando voltei meu carro não estava mais lá. O que faço?

Sugestão para solução:
Apesar de a maioria dos estacionamentos de supermercados ser gratuita, você também pode pedir uma indenização ao supermercado se, ao voltar de suas compras, não encontrar mais seu carro onde deixou. Os supermercados usam os estacionamentos como uma forma de captar clientes e devem, portanto, oferecer um estacionamento seguro. Dessa forma, a Justiça entende que o dever de guarda, vigilância e custódia dos carros é decorrente de um serviço complementar pago indiretamente quando o consumidor faz compras no supermercado e, por isso, cabe a indenização.

Caso isso aconteça com você, chame o responsável pelo supermercado, reclame por escrito no livro de reclamações da empresa e faça o registro da ocorrência na polícia. O mesmo procedimento vale para estacionamentos de restaurantes e outros locais que prestam serviços e têm estacionamento sem manobristas.



5. Bateram em meu carro em um estacionamento de restaurante que tem manobrista. Posso pedir indenização ao restaurante?

Sugestão para solução:
Claro. No momento em que você entrega a chave de seu carro, o estabelecimento passa a ser responsável por ele. E não importa para você se o estacionamento é próprio do restaurante ou se o serviço é terceirizado. O fato é que o restaurante assume o risco de guardar seu carro. E é o restaurante quem deve indenizá-lo. Não se deixe enganar: ser ressarcido pela empresa terceirizada é problema do restaurante, não seu.


6. Fui multado por estacionamento em local indevido, mas no horário indicado na multa eu estava jantando em um restaurante com manobrista. O que faço?

Sugestão para solução:
A partir do momento que você entrega a chave de seu carro a um manobrista, o estabelecimento se torna responsável por seu carro e é obrigado a devolvê-lo nas mesmas condições em que o recebeu. Por isso, se o manobrista cometer alguma infração com seu carro enquanto você janta, você precisa preencher um recurso para transferência da multa para o ?real infrator?. Se a empresa não aceitar seu argumento, entre na Justiça ou procure uma entidade de defesa do consumidor, como a Pro Teste (que atende exclusivamente associados) para intermediação do caso. Guarde sempre notais fiscais ou comprovantes de pagamentos de restaurantes, pois eles servem como provas para processos na Justiça.


7. Deixo meu carro em um estacionamento da prefeitura. Se acontecer algum problema, tenho direito a indenização?

Sugestão para solução:
O estacionamento da prefeitura funciona da mesma forma que um particular. Havendo furto, a prefeitura tem de indenizá-lo. Para isso é preciso que você apresente o tíquete que comprove que seu carro estava naquele local, um registro de ocorrência e todo e qualquer documento que prove o que aconteceu. Mas, nesse caso, a solução não é fácil e um advogado deve ser contratado para levar a ação à Justiça, já que será uma ação contra o poder público.


8. Quando devo acionar o seguro de meu carro para resolver problemas com estacionamentos?

Sugestão para solução:
Mantenha, em qualquer circunstância, um seguro para o seu veículo para cobrir acidentes, principalmente roubos, furtos e batidas. Se o prejuízo for pequeno, cujo valor se aproxime ou pouco ultrapasse o da franquia (um vidro quebrado ou uma leve batida, por exemplo), não compensa acionar seu seguro, já que, além de ter que pagar a franquia, ao usá-lo você deixa de ganhar um desconto para renovação. Contudo, compensa acionar o seguro nos casos de perda total para resolver seu problema mais rápido. E não esqueça: se você optar por acionar o seguro de seu carro para resolver um problema, nada impede que você cobre do estacionamento o valor de sua franquia somado ao bônus que perderá ao renovar o seguro por tê-lo usado. Os Juizados Especiais são uma boa alternativa para pleitear esse direito.


9. Por quanto tempo posso ficar em um estacionamento sem ter que pagar?

Sugestão para solução:
Não há limite e as empresas têm total liberdade para definir as cobranças e os respectivos períodos de tolerância em que os consumidores podem sair sem pagar. Mas tais informações têm que estar bem claras para o consumidor. Se no estacionamento não houver placas alertando sobre as tarifas cobradas e o período de tolerância, o estabelecimento deve ser denunciado por prática abusiva.


10. O estacionamento pode dizer que não se responsabiliza por danos ao veículo no local?

Sugestão para solução:
É praxe dos estacionamentos colocarem avisos de que não se responsabilizam por furtos acontecidos no local. Esta é uma prática abusiva, já que tira do estabelecimento uma responsabilidade contratual de quem presta o serviço de guarda de valores mediante pagamento ou consumo. Em casos mais recentes, a Justiça já entende que os estacionamentos são, sim, responsáveis por furtos ocorridos em estacionamentos e, portanto, devem indenizar as vítimas.

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Aprenda a Usar o Aditivo No seu Veiculo!


Aprenda a Usar o Aditivo No seu Veiculo!

Atualmente nos modelos de veículos, a aditivação exata é essencial para o desempenho do sistema de arrefecimento, sendo em média uma solução de 60% de água e 40% de aditivo. Não aconselhamos uma proporção diferente, devido ao motivo em alguns problemas ao radiador e ao sistema.

Aprenda abaixo proporções de aditivo água para o seu tipo de veículo.

GM



Modelo Capacidade em Litros Aditivo Concentrado em Litros Água em Litros

Chevette/Chevy 500 7,5 3,0 4,5
Opala/Caravan 4 cil 83 8,6 3,5 5,1
Monza 90 7,0 3,0 4,0
Monza AC 90 7,5 3,0 7,5
Monza AC TA 90 7,5 3,0 4,5
Monza 91/Kadett 7,0 3,0 4,0
Monza AC =>91/Kadett AC 7,5 3,0 4,5
Corsa 1.0/1.4/1.6 5,9 2,5 3,4
Corsa 1.6 AC/16V 5,9 2,5 3,4
Vectra 93/96 7,2 3,0 4,5
Ômega GLS 2.0/2.2 6,4 2,5 3,9
Ômega CD 3.0/4.1 11,3 4,5 6,8
S-10/Blazer Gas 8,0 3,5 4,5
S-10/Blazer Gas AC 10,1 4,0 6,1
S-10/Blazer Diesel 10,5 4,5 6,0

FORD

Modelo Capacidade em Litros Aditivo Concentrado em Litros Água em Litros

Corcel II/Del Rey 1.6 5,4 2,5 2,9

Del Rey 1.8 com e sem AC 6,8 3,0 3,8

Escort 1.6 5,8 2,5 3,3

Escort Hobby/Verona 6,0 2,5 3,5

Escort/Verona AC 6,0 2,5 3,5

Versailles/Royale 6,6 3,0 3,6

Versailles/Royale AC 6,9 3,0 3,9

Fiesta 1.0/1.3 5,2 2,0 3,2

Fiesta 1.3 AC 5,4 3.0 2,4

Fiesta 1.4 6,0 3,0 3,0


VW

Modelo Capacidade em Litros Aditivo Concentrado em Litros Água em Litros

Passat/Gol/Voyage/Parati86 5,6 2,5 3,1

Passat/Gol/Voyage/Parati AC 86 7,1 3,0 4,1

Gol/Voyage/Parati87/94 6,1 2,5 3,6

Gol/Voyage/Parati AC 87/94 7,1 3,0 4,1

Gol/Parati/95 6,0 2,5 3,5

Gol/Parati AC 95 6,2 2,5 3,7

Santana/Quantum 6,6 3,0 3,6

Santana/Quantum AC 6,9 3,0 3,9

Apollo 6,0 2,5 3,5

Logus/Pointer 1.6/1.8 5,4 2,5 2,9

Logus/Pointer AC 6,0 2,5 3,5

Golf GL/GLX/GTI 6,3 2,5 3,8

Passat(alemão) 4Cil 5,6 2,5 3,1

Passat(alemão)VR6 8,6 3,5 5,1


FIAT

Modelo Capacidade em Litros Aditivo Concentrado em Litros Água em Litros

Fiat 147 L/GL 5,2 2,5 2,7

Spazio/Oggi 6,5 2,5 4,0

Uno/Prêmio/Elba 1.3/Mille 5,5 2,5 3,0

Uno/Prêmio/Elba 1.5/Mille Eletronic/ELX 5,5 2,5 3,0

Uno Mille EP AC 6,5 3,0 3,5

Uno/Prêmio/Elba 1.5/1.6(s/ vaso) 6,5 3,0 3,5

Tempra (todos) 7,1 3,0 4,1

Palio 1.0 (c/ vaso) 6,6 3,0 3,6

Palio 1.3 / 1.5 6,7 3,0 3,7

Palio 1.0 / 1.3 / 1.5 AC 6,7 3,0 3,7

Palio 1.6 6,9 3,0 3,9

Tipo 1.6 6,5 3,0 3,5

Tipo 1.6 AC 6,9 3,0 3,9

Tipo 2.0 / Tempra SW (todos) 6,9 3,0 3,9

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