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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Não deixe pouco combustível no tanque.


Não deixe pouco combustível no tanque.

uando você estiver usando seu veículo com freqüência, procure manter o tanque de combustível sempre em bom nível de preferência acima de ¼ com combustível. É possível que se você estiver rodando na reserva ou com o tanque em baixo nível aspire impurezas do tanque, o que certamente prejudica o bom funcionamento do motor.

Isso ocorre porque os sistemas de distribuição de combustíveis sempre podem apresentar impurezas e, portanto, ao abastecer o veículo é possível que algumas impurezas possam acabar no tanque dos veículos. Assim, se o tanque estiver com pouco combustível é mais provável que o sistema de alimentação de combustível acabe por aspirar essas impurezas.

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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Os dez mandamentos para conservação do seu veículo

1 - Não desperdice combustível
• Use a marcha apropriada para a velocidade desejada.
• Dirija naturalmente, evitando altas rotações do motor.
• Desligue o motor em caso de paradas prolongadas.
• Controle sempre a pressão dos pneus.
• Mantenha os vidros fechados sempre que possível.
• O ar condicionado aumenta o consumo em até 25%.

2 - Não julge erroneamente seu motor
• O uso do ar condicionado influencia no desempenho veicular, diminuindo a força total disponível do motor.
• Combustível adulterado dificulta a partida, estabilidade da marcha lenta, aumenta o consumo e causa falhas no motor.
• Abasteça sempre em postos com confiável padrão de qualidade do combustível.

3 - Não mate o seu motor de sede
• Confira o nível do reservatório do líquido de arrefecimento com o motor frio, verificando os limites de mínimo e máximo.
• Ao completar o reservatório utilize o aditivo especificado pela VW, nunca use somente água.

4 - Não maltrate sua caixa de marchas
• Engate e desengate as marchas de modo suave, garantindo que todo o curso do pedal de embreagem seja acionado.
• Pise na embreagem por 2 segundos antes de engatar a marcha à ré.

5 - De olho no óleo
• Não exceda o limite admissível de óleo do motor, pois comprometerá o correto funcionamento do mesmo.
• Com o motor desligado por alguns minutos, verifique o nível de óleo do mesmo.
• Ao completar o volume, ou na troca de óleo do motor, utilize somente os produtos especificados pela VW, conforme orientação do manual de manutenção e garantia.

6 - Não gaste desnecessariamente
• A manutenção preventiva evita reparos desnecessarios, garantindo a sua segurança.
• Troque as velas, filtros de combustível e de ar do seu veículo e inspecione as correias conforme plano de manutenção.

7 - Aos vícios
• Só use o pedal da embreagem para as trocas de marchas.
• Não fique com o pé apoiado no pedal sem necessidade.
• Use a alavanca de câmbio somente para as trocas de marchas.
• Não apoie a mão sobre a alavanca sem necessidade.

8 - Não esqueça de fazer as inspeções previstas no Plano de Manutenção

9 - Leia toda a literatura de bordo do seu Volkswagen

10 - Não se esqueça das orientações acima

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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Dicas úteis: Flex – O que é?

Flex – O que é?

A tecnologia Flex é fruto de pesquisas norte-americanas, européias e japonesas, que se iniciaram na década de 80. Foi criado um motor inteligente, que reconhece o teor de álcool
em mistura com a gasolina e ajusta automaticamente a operação do motor às condições mais favoráveis ao uso da mistura em questão.
Como funciona?

Sensores existentes no sistema de injeção de combustível enviam informações para um programa de computador, que analisa e quantifica a mistura entre álcool e gasolina no tanque. Os sensores são de:

* Temperatura;
* Velocidade;
* Rotação;
* E sonda lambda* (localizada no escapamento).

*Ela detecta a composição do gás de escape.

Com essas informações, uma unidade de comando eletrônico adapta o funcionamento do motor ao combustível, mantendo a performance do veículo.
Fique de olho:

* Quando abastecido só com álcool, o veículo tende a oferecer melhor desempenho;
* Quando abastecido só com gasolina, o veículo tende a oferecer melhor autonomia;
* A principal queixa dos consumidores é a de que os flex abastecidos com álcool consomem mais do que os motores que funcionam somente com esse combustível. A explicação é a seguinte: para poder trabalhar com álcool e gasolina simultaneamente, o flex tem uma taxa de compressão intermediária, abaixo do nível ideal, fazendo com que o motor não aproveite a máxima energia contida no álcool.
* A tecnologia flex permite baixar o índice de emissão de poluentes;
* O kit de gás natural veicular pode ser instalado nos motores flex;
* Não há risco de problemas de partida nos dias frios quando abastecido apenas com álcool, porque no compartimento no motor flex existe um reservatório de gasolina para partida a frio.

Veja o caso do Gol Total Flex (testes realizados pela Quatro Rodas):
Veículo Combustível Km/l
Gol Total Flex 100% Gasolina 7,64
Gol Total Flex 100% álcool 5,29
Gol Total Flex 50% gasolina/50% álcool 6,37

Vale lembrar

O consumidor só terá vantagem no uso do automóvel bicombustível se o litro do álcool estiver custando até 70% do preço da gasolina. Para saber qual deles é mais vantajoso, basta dividir o preço do álcool (A) pelo da gasolina (G) e multiplicar o resultado por 100. Caso esse número seja maior que 70, compensa abastecer com a gasolina.

Exemplo:
A (R$ 1,15) / G (R$ 2,30) x 100 = 50 (vantagem para o álcool). Quanto à manutenção, o importante é não deixar gasolina no reservatório de partida a frio por muito tempo, pois ela pode gerar uma goma e entupir o orifício de passagem do combustível, deixando o sistema de partida a frio sem funcionar.

Fonte:http://www.itatotal.com.br

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domingo, 1 de agosto de 2010

Tire dúvidas sobre o uso de Gás Natural Veicular

Desde a crise do petróleo, na década de 1970, e depois com a percepção das agressões a atmosfera na década seguinte, os governos em todo o mundo estão constantemente em busca de fontes alternativas para servir de combustível ao setor automotivo. Uma dessas alternativas é o gás natural veicular (GNV), que nada mais é que um combustível gasoso cujas propriedades químicas substituem muito bem os combustíveis tradicionais para motores.

As frotas de empresas estatais brasileiras foram aderindo ao uso do gás por aqui, mas foi após a publicação do Decreto nº 1.787 de 12 de janeiro de 1996, quando então foi liberado o seu uso em veículo particular, que o GNV se popularizou entre os motoristas brasileiros.

O gás natural veicular não é derivado de petróleo, ele pode ser extraído do processamento do lixo orgânico em usinas, por isso também é conhecido por gás do lixo ou em termos mais técnicos, por metano. É, sem dúvida, uma fonte de energia renovável, pois sua matéria prima, nesse caso o lixo orgânico das grandes metrópoles, pode ser considerada uma fonte inesgotável. Além do benefício com a finalidade, ou seja, como combustível, ainda acrescenta uma melhoria significativa da qualidade de vida nas grandes cidades, uma vez que as emissões de gases poluentes, como por exemplo, monóxido de carbono (CO) e oxido de nitrogênio (NOx), sofrem reduções significativas, o que melhora a qualidade do ar, além do que, seu processo de queima liberar apenas dióxido de carbono(CO2) e água (H2O).

Para a utilização do GNV é normal que seja aplicado em motores concebidos para rodar com gasolina ou com álcool. Dessa forma é natural que se passe a operar de maneira bicombustível, podendo alterar entre o GNV e o combustível original do veículo. Alguns modelos já saem de fábrica com essa opção, mas também é possível adaptar qualquer outro automóvel, desde que o serviço seja feito em oficinas credenciadas.
Apesar de a palavra gás remeter ao perigo de fogo e explosão, o GNV tem menor

densidade que o ar atmosférico, o que em caso de vazamento, possibilita sua rápida dissipação na atmosfera, reduzindo a probabilidade de ocorrência de concentrações na faixa de inflamabilidade. Em outras palavras, um carro devidamente equipado com os dispositivos de segurança não corre risco algum. As normas relacionadas com a conversão são extremamente rígidas. Os componentes do sistema de conversão são testados exaustivamente pelos fabricantes com a finalidade de assegurar uma confiabilidade elevada.

É importante ressaltar que O GNV difere totalmente do GLP (gás liqüefeito de petróleo). Primeiro, porque o GLP é derivado de petróleo e o uso veicular é proibido no Brasil. Além disso, as adaptações caseiras que adotam o botijão de cozinha, cujo gás é o GLP, não contam com os dispositivos de segurança. Alguns casos relatados de explosão envolvendo o GNV se deram em razão desses serviços sem critérios. Chegou-se ao absurdo de utilizar o GNV em botijão caseiro. Acontece que o abastecimento de GNV é normalmente feito com o produto a alta pressão, cerca de 220 atmosferas. Essa pressão não é suportada pelo botijão comum, apenas pelo cilindro destinado a esse fim.

Na instalação do gás veicular, o carro recebe uma série de modificações. É instalado um conjunto de reservatórios, denominados de cilindros, para armazenar o GNV, além de uma rede de tubos de alta e baixa pressão, dispositivo regulador de pressão, válvula para o abastecimento, chave comutadora para alternância entre combustíveis e indicadores e leitores do sistema.

Mas existem alguns inconvenientes em sua utilização, como, por exemplo, a perda de espaço para carga, seja no porta-malas ou na caçamba, rede de abastecimento enxuta e perda de desempenho. Os veículos convertidos devem manter as taxas de compressão originais de seus motores, o que pode acarretar uma sub-utilização das características originais do GNV e por conseqüência resulta na perda de potência.

Uma constatação que pode minimizar a perda de potência é que, os veículos a álcool são a melhor opção para adaptação ao uso do GNV, principalmente devido à maior taxa de compressão do motor, o que otimiza a queima e desse modo se aproveita o elevado poder anti-detonante do GNV, além de contar com componentes dimensionados ao uso de álcool, mais corrosivo, que acabam oferecendo maior durabilidade.

Não há dúvidas que o maior apelo para o consumidor que fez a conversão tempos atrás foi o preço por metro cúbico, até então mais em conta. O valor chegou a superar o custo do álcool e brecou o mercado de conversões. No entanto, parece que uma retomada nesse setor está a caminho, devido a redução no valor metro cúbico do GNV que vem ocorrendo em vários estados brasileiros. Há de se considerar também que um metro cúbico de GNV roda, em média, 14 quilômetros. Já um litro de álcool faz, em média, sete quilômetros.

Se você já possui o GNV no seu carro, lembre-se de não fazer nenhum tipo de manutenção no equipamento sem o auxílio de um profissional. Se você não tem e pensa em instalar, o primeiro passo é escolher um local cadastrado pelo INMETRO, mas além de tudo que seja idôneo e conte com boas referências. O dispositivo de uma forma geral é seguro, mas para que isso ocorra, não pode ter falhas, portanto, nem sempre o mais barato é o melhor.

Se acontecer de o carro adaptado com GNV sofrer uma colisão, ou ocorrer algum dano em qualquer parte do sistema, principalmente no cilindro, é recomendado a troca de todo o conjunto. Quanto a manutenção, uma vez por ano deve ser feita uma checagem de todo sistema e a cada cinco anos o veículo deve ser submetido a uma inspeção mais rigorosa, para que seja feito o teste hidrostático no cilindro e verificar sua resistência. Nesse teste, o cilindro é submetido a uma pressão 50% maior do que a que está acostumado a receber.

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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Consumo de combustível de um veículo depende, em boa parte, do motorista .


Segundo estudo realizado pela Volkswagen, o consumo de combustível de um veículo depende, em boa parte, do comportamento do motorista.

Com esse resultado em mãos, os especialistas da montadora prepararam dicas para economizar combustível e beneficiar o meio ambiente, reduzindo-se a emissão de gases do veículo.


E você, será que está fazendo tudo certo? Confira:

Dica 1 - evite acelerações a fundo. A aceleração equilibrada não só reduz consideravelmente o consumo de combustível como a poluição e o desgaste do veículo.

Dica 2 - O consumo de combustível é menor nas marchas mais altas. Selecione uma marcha superior logo que seja possível e somente opte por uma inferior quando o desempenho do veículo for afetado.

Dica 3 - Por outro lado, evite conduzir à velocidade máxima. Se o veículo for conduzido a ¾ da velocidade máxima recomendada na via que está sendo percorrida, o consumo de combustível baixa significativamente e a perda de tempo é mínima.

Dica 4 - Dirija de modo regular. Acelerações e freadas desnecessárias provocam elevado consumo de combustível e maior poluição ao ambiente.

Dica 5 - Calibre os pneus regularmente, como recomendado pelo manual do proprietário. A pressão baixa aumenta a resistência ao deslocamento do veículo e, conseqüentemente, o consumo de combustível, além de desgastar os pneus e afetar a dirigibilidade do carro.

Dica 6 - Não transporte pesos mortos como, por exemplo, cadeiras de praia ou bicicletas, quando não for utilizá-los. O peso do veículo tem grande influência no consumo do combustível, principalmente no trânsito urbano.

Dica 7 - Use o bagageiro somente quando for imprescindível, pois a bagagem acomodada neste acessório aumenta consideravelmente a resistência aerodinâmica do veículo e, conseqüentemente, o consumo de combustível.

Dica 8 - Não use o chamado “ponto morto”. Além de comprometer a segurança na condução do veículo, esta prática não resulta em economia de combustível, como se acredita.

Dica 9 - O uso do ar condicionado requer maior potência do motor e, desta forma, o consumo de combustível se eleva.

Dica 10 - Programe antecipadamente os itinerários, evitando engarrafamentos e semáforos. Trajetos curtos freqüentes como, por exemplo, em serviços de entrega, que exigem partidas e aquecimento do motor constantes, também elevam o consumo de combustível.

Dica 11 - Desligue o motor em caso de paradas prolongadas no trânsito.

Dica 12 - Verifique o consumo de combustível em cada reabastecimento. Desta forma, é possível descobrir a tempo qualquer irregularidade no veículo que provoque aumento de consumo.

Dica 13 - Utilize somente o tipo de combustível recomendado no manual do proprietário.

Dica 14 - Não altere o sistema de alimentação ou de escapamento, usando peças não originais ou fazendo regulagens indevidas.

Dica 15 - Siga o plano de manutenção do veículo, conforme orientações do manual do proprietário.

Texto: Redação WebMotors/Volkswagen


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