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segunda-feira, 21 de março de 2011

Dicas Automotivas: Sensor de estacionamento


Vez por outra nos deparamos com aquelas vagas apertadas na rua, no estacionamento de shoppings, supermercados ou até dentro do próprio condomínio, que nos fazem suar ao volante de tantas manobras que temos que fazer para entrar ou sair do lugar. E agradecemos quando há alguém que nos diz até que milímetro podemos dar a ré. Alguns carros, porém, contam com uma ajudinha extra na hora da baliza, pois já vêm equipados com sensores de estacionamento.

Esses sensores são aparelhos que detectam obstáculos a certa distância do veículo e avisam ao condutor, por meio de sinais sonoros, a distância desse objeto do veículo. Em alguns casos, o sensor mostra inclusive a distância, em metros, do obstáculo. A novidade é que agora esses sensores já podem ser adquiridos como itens opcionais e instalados em qualquer veículo.

Funcionamento

O mecanismo do sensor se baseia em ondas de ultrassom. “As ondas são emitidas pelo sensor e, de acordo com o tempo que levam para refletir em algum objeto que esteja a determinada distância do sensor, acionam o sinal sonoro, que se torna mais intermitente quanto menor a distância do objeto”, explica Nicholaas Fuldauer, diretor administrativo da empresa Dalgas Precision Equipments.

A instalação é bastante simples, feita, na maioria das vezes, nas concessionárias ou em lojas de autopeças. A única desvantagem, vista por alguns proprietários de veículos, é que para instalar um sensor de estacionamento é necessário perfurar o parachoque (ou paralama, caso o sensor seja instalado na dianteira do veículo).

Mercado em expansão

Atualmente, os sensores podem ser adquiridos com grande facilidade, inclusive pela internet. Seu preço tem variado de R$ 99,00 a R$ 900,00. “É preciso ter cuidado, pois a grande maioria dos produtos que estão no mercado não detectam pontos cegos e você acaba pagando pouco por um produto que não desempenha bem a sua função”, alerta Fuldauer. “É melhor pagar um pouco mais e ter a garantia de um produto que vai desempenhar sua função de segurança”.

A penetração do produto no mercado ainda sofre certo preconceito por parte de alguns motoristas que consideram o sensor um artigo indicado apenas para quem ‘não sabe fazer baliza’. Na opinião do diretor Nicholaas Fuldauer, esse argumento cai por terra quando se percebe o quanto o sensor facilita a rotina do condutor: “As vagas em estacionamento estão cada vez mais apertadas e o sensor vem a facilitar muito as manobras. Graças a ele, com duas manobras você faz a baliza”, complementa.

Fonte: Bradesco Seguros

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sábado, 25 de setembro de 2010

Dicas: Como cuidar do seu carro


Aditivos

Polêmicos, os aditivos são vistos como uma de manutenção preventiva ou uma simples despesa para ser evitada, mas na realidade eles são bastante úteis. Os mais conhecidos são os aditivos que trabalham junto com os lubrificantes do motor, cuja função é diminuir atritos internos. Existem dois tipos de uso para esses aditivos, alguns são para motores novos, numa forma de prolongar a vida útil do motor e os outros são para motores cansados, que pretendem agir sobre as folgas internas do motor, isto é folgas de bronzinas e anéis, diminuindo a queima de óleo. Existem também uma ação detergente para evitar a formação de borras no cárter e eliminar a carbonização interna do motor, isto é comum aos dois tipos de aditivos.

Aditivos para combustível :

Por sua vez, tem basicamente a função detergente e de limpeza para evitar a manutenção dos sistemas de alimentação. Sua eficácia é limpar dutos de combustível e bicos injetores, alem de promover uma leve ação anti-ferrugem através da lubrificação dos injetores ou carburadores.

Aditivo para cambio e transmissão :

Podem mostrar rapidamente sua eficiência, são indicados tanto para cambio como para transmissão, aderindo bem a superfície de contato das engrenagens, eixos e rolamentos, você irá notar a diferença ao rodar com o seu carro.

Aditivos para radiadores :

Mais conhecido como etileno-glicol, o aditivo obrigatório para radiadores, tem como função elevar o ponto de fervura da água (para cima de 100º C) e também evitar formação de ferrugem interna no radiador, bloco do motor e demais componentes do sistema de refrigeração. A baixa qualidade do aditivo ou a falta do mesmo pode significar um motor fervendo e uma tampa do radiador voando.

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sábado, 4 de setembro de 2010

Agilidade nas indenizações de sinistros garante à Marítima Prêmio Melhores do Seguro


Agilidade nas indenizações de sinistros garante à Marítima Prêmio Melhores do Seguro

A Marítima Seguros recebeu o Prêmio Melhores do Seguro 2010 na categoria rapidez nas indenizações de sinistros, durante evento organizado pela Revista Apólice, em São Paulo.
A premiação tem como objetivo estimular, promover e reconhecer o trabalho de personalidades, empresas e seus produtos, que mais contribuíram para o desenvolvimento técnico e mercadológico do setor de seguros brasileiro e que tiveram atuação destacada no período compreendido entre o 2º semestre de 2009 e o 1º semestre 2010.

Estiveram representando a Marítima Seguros no prêmio, Francisco Vidigal Filho, vice-presidente, Manfred Kautz, diretor de TI , Cláudio Saba, diretor do ramo Riscos Especiais, José Carlos de Oliveira, diretor do ramo Automóvel , Mikio Okumura, diretor de Planejamento Corporativo, Wilson Lima, diretor de produção, Samy Hazan, superintendente de Planejamento e Seguro de Pessoas, Claudio Carvalheiro, superintendente de Sinistro de Auto, Edson Quinhonero, superintendente de Sinistros de Riscos Especiais, Marcos Landim Meireles, superintendente de Riscos Especiais e Eduardo Monteiro, Superintendente do Ramo Saúde.

Fonte: Revista Apólice


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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Salve seu pára-choque


Salve seu pára-choque

Até bem pouco tempo, sensores de distância eram recursos disponíveis apenas nos carros mais luxuosos, mas a tecnologia se popularizou e agora podem ser instalados por preços que partem de R$ 300. Como são compatíveis com qualquer veículo de passeio ou utilitário, ninguém mais precisa se preocupar com os pára-choques alheios (e com o seu próprio) toda vez que for manobrar.

Funciona assim: o equipamento é acionado quando a marcha à ré é engatada. Sensores instalados no pára-choque traseiro identificam a aproximação de obstáculos e sinalizam a distância do veículo em relação a barreira por meio de avisos sonoros. Sua instalação não é difícil e pode ser realizada em uma hora mesmo por quem não tem experiência. Autoesporte instalou e testou o sensor da DNI (R$ 300) antes de você tentar furar seu pára-choque.

Ao comprar o seu, verifique se o produto apresenta manual de instruções e especificações técnicas detalhando seu funcionamento. Alguns equipamentos importados não têm garantia, certificados de qualidade, não conseguem identificar obstáculos muito pequenos, vitrines ou não informam as distâncias com precisão.

Faça você mesmo


1º passo: Leia o manual de instalação do produto para checar a altura e distâncias recomendadas entre os sensores e o chão. Com a fita métrica e o marcador de texto, faça uma marca nos pontos de furação no pára-choque.

2º passo: Posicione a caixa de controle dentro do porta-malas. Algumas têm velcro para fixação no carpete. Prenda o sinalizador sonoro onde preferir. Certifique-se que os locais escolhidos permitem a passagem dos fios.

Passo 3
3º passo: Coloque a broca (inclusa no kit) numa furadeira e faça os furos nos pára-choques seguindo as marcações (passo 1). Antes de furar, verifique se o local escolhido não tem partes metálicas ou fios.

4º passo: Instale os sensores no pára-choque e leve os fios até a caixa de controle. Abra o farol traseiro e identifique o soquete da lâmpada de ré. Com a solda, prenda os cabos que alimentarão a caixa controladora.

5º passo: Com o estilete, corte o excesso de fios e proteja os contatos elétricos contra poeira, água e altas temperaturas. Para melhorar o acabamento, esconda os cabos entre a lataria e o carpete do veículo.

6º passo: Ligue o contato da ignição (que aciona a parte elétrica do veículo sem acionar o motor) e engate a ré. Peça para alguém se aproximar do carro vagarosamente para testar o funcionamento dos sensores.

O que você vai precisar:
- Fita métrica
- Marcador de texto
- Furadeira
- Solda
- Estilete


As opções
- Parking Sensor - R$ 340
- Spal Evolution - R$ 563
- JHG 1122 - R$ 605
- Dalgas Parkmaster (tem certificado ISO 9001) - R$ 1.200

Cuidado com a garantia
Nenhuma montadora mantém a garantia de fábrica se o equipamento for instalado fora da concessionária, já que altera a originalidade do veículo. Caso seu carro ainda estiver na garantia, entre em contato com a montadora para obter informações sobre o procedimento.

fonte: Ulisses Cavalcante

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Não deixe pouco combustível no tanque.


Não deixe pouco combustível no tanque.

uando você estiver usando seu veículo com freqüência, procure manter o tanque de combustível sempre em bom nível de preferência acima de ¼ com combustível. É possível que se você estiver rodando na reserva ou com o tanque em baixo nível aspire impurezas do tanque, o que certamente prejudica o bom funcionamento do motor.

Isso ocorre porque os sistemas de distribuição de combustíveis sempre podem apresentar impurezas e, portanto, ao abastecer o veículo é possível que algumas impurezas possam acabar no tanque dos veículos. Assim, se o tanque estiver com pouco combustível é mais provável que o sistema de alimentação de combustível acabe por aspirar essas impurezas.

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Vale a pena converter seu carro para GNV (gás natural)?

Vale a pena converter seu carro para GNV (gás natural)?

Antes de converter seu Carro para o Gás Natural, faça uma pequena conta para saber se vale a pena.

Calcule os custos que você tem com seu automóvel para a quilometragem que normalmente roda.

Após calcular quanto gasta com gasolina ou o combustível que utiliza, faça uma conta para quanto você gastaria se utilizasse o kit gás.

Veja a diferença em Reais que você estaria economizando e faça uma simples Análise em quanto tempo se pagaria os custos pela instalação deste kit com a economia proporcionada.

Não esqueça de levar em consideração algumas desvantagens do gás como: menor desempenho, menos autonomia, e espaço que se perde na mala pois o cilindro fica lá, sem falar em um peso a mais constantemente no porta-malas.

Portanto, em regra geral o kit gás é interessante para quem trabalha com o carro ou roda muito mesmo, mas para outros nem tanto.

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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Saiba sobre combustíveis e óleos

Você sabia?
Que no Brasil todo o refino de petróleo é feito pela Petrobrás, exceto por 2 refinarias que não são propriedade dela, e que Ipiranga, Repsol, Distribuidora BR, Shell e Esso são apenas distribuidoras dos produtos do refino da Petrobrás? Dessa forma, todo combustível e óleo que compramos em postos de qq bandeira são na origem o mesmo produto, sendo diferenciados somente pelos aditivos que recebem.

Gasolina
Existem 4 tipos de gasolina: A, C, aditivada e de alta octanagem.

A: É a gasolina pura, de 84 octanas (os valores de octanagem citados são todos aproximados).

C: É a gasolina que vende no posto. Na hora que o caminhão tanque sai do depósito para ir ao posto, é enchido com 75% de gasolina A e 25% de álcool anidro, obtendo-se a gasolina C. A gasolina C tem, por convenção do governo, Petrobrás e montadoras, 88 octanas. Ela recebe esse aditivo de álcool para atingir a octanagem desejada, pois o álcool tem uma octanagem muito maior que a da gasolina. Outras opções para aumento de octanagem não usadas no Brasil são a adição de chumbo, um certo tipo de éter ou naftalina. No Brasil o chumbo foi abolido pois é mais poluente e ataca o catalisador do carro. Nos esteites existe a opção de gasolina com ou sem chumbo ainda (leaded e unleaded).

Gasolina aditivada: É gas. C com aditivos que visam a limpeza do motor. A gasolina é gordurosa, e tende a deixar marcas por onde passa. A aditivada possui detergentes que removem esses resíduos. A gasolina aditivada é boa? É claro que sim! (Isso até eu já sabia).

Mitos da aditivada:
Mito 1: Usar faz mal. Certos vendedores de carro falam, ao nos venderem um carro: "ó, dotor, não usa aditivada não viu." Mas no manual de qq carro, manda usar gasolina aditivada. E aí? A questão é que um carro, em uns 2 ou 3 anos de uso, pode acumular no motor muita sujeira. E ao usar um tanque cheio de aditivada, toda essa craca acumulada pode ser desprendida de uma vez só, entupindo tudo. E qual é a solução? Passar gradativamente a usar a aditivada. Por exemplo, 5 litros num tanque cheio hoje, 10 litros no próximo, até usar somente a gas. aditivada. Isso para um carro. Para o tanque da sua moto, que varia de 10 a 20 litros, coloque menos litros por vez.

Mito 2: Custo. Aditivada é mais caro? Vamos calcular quanto sai a diferença entre a gas. C e a aditivada. O preço por litro é R$ 0,10 de diferença. Supomos que vc coloca 30 litros por semana no seu carro. Por semana, são R$ 3,00 a mais pelo uso da aditivada. Por mês, R$ 12,00. Por ano, R$ 144,00. Então vc perdeu R$ 144,00 por ano em usar a aditivada. Mas uma limpeza de bicos injetores ou carburador pode custar quanto? R$ 200,00? Então, a aditivada acabou saindo mais barato.

Mito 3: Aditivos de motor. Um zé mané vai no posto e compra um aditivo de motor, daqueles que "Limpa e evita a formação de impurezas, vernizes e borras provenientes da combustão". Paga R$ 12,00. Bota o negócio no tanque, todo feliz pq o motor vai ficar limpo. Mas o mané não se tocou que pagou R$ 12,00 pelo aditivo, enquanto poderia ter pago R$ 3,00 pela diferença para a gasolina aditivada.

Você sabia?
Que 3 países, Brasil, Congo e mais um terceiro que não lembro o nome, são os únicos do mundo onde ainda se tem a opção de comum e aditivada? Quem em todo o resto, inclusive na Argentia, não existe gasolina comum, somente aditivada?

Gasolina de alta octanagem: Sai do refino já com 88 octanas. O refino dela é mais caro, para produzir uma gasolina já com 88 octanas. Recebe ainda mais 25% de álcool anidro para ficar com 92 ou 94 octanas, se não me engano. É a mesma coisa que acontece quando vc coloca naftalina no tanque: Aumento de octanagem. Mas esse aumento somente é benéfico em motores de alta taxa de compressão, de 10:1 pra mais. Em motores com taxa baixa, por exemplo, 8:1, não há ganho com a octanagem extra.

ÓLEOS lubrificantes, sintéticos e minerais

A origem: O mineral é um nível da mistura separada do petróleo que é recolhida. O sintético é uma molécula especial que é selecionada em laboratório e clonada.

A qualidade: O sintético é, via de regra, superior em performance do que o mineral. Mas certos mitos, como por exemplo, "o Fiat Marea só pode usar óleo sintético" são inválidos. Cada veículo tem uma especificação de óleo. Veja abaixo.

A durabilidade: A gasolina e o óleo mineral são originados do petróleo, que é um composto formado a partir de matéria orgânica. Consequentemente, a gas. e o óleo têm validade.

O óleo tem sua validade contada a partir da abertura da embalagem.

Como funciona? No manual de cada veículo vem escrito uma kilometragem ou uma idade para a troca do óleo. Ou em alguns, só a kilometragem. Porém, se vc usa óleo mineral, ele deve ser trocado no período de tempo certo, mesmo que não tenha sido atingida a kilometragem e mesmo que no manual do veículo não seja indicada a necessidade de trocar o óleo mineral no período de tempo, mesmo pq os manuais não exigem que o óleo seja sintético ou mineral.

O valor fixo de validade do óleo mineral pode ser considerado como 6 meses. Em 6 meses, mesmo que não tenha sido atingida a kilometragem de troca, é bom trocar o óleo mineral. Pois, por ser um produto orgânico, assim como a gasolina, perde suas propriedades com o tempo.

Essa é mais uma vantagem do sintético: Não é preciso ser trocado em 6 meses. Para donos de motos muito, mas muito coxinhas, pode ser mais barato usar o óleo sintético (seis vezes mais caro) do que o mineral, pois enquanto o mineral tem q ser trocado bianualmente, o sintético é só quanto atingir a kilometragem.

O uso excessivo: Este é outro item que salvaria muitos motores do travamento. A maior parte do desgaste do motor acontece nos primeiros momentos do uso. Portanto, veículos que andam trechos muito pequenos, por exemplo: De casa ao trabalho, 7 kilômetros, do trabalho à casa, mais 7 km, e assim sucessivamente, tendem a desgastar o óleo mais rapidamente. Nesses casos é recomendado trocar o óleo com metade da kilometragem recomendada no manual. O que fazer? Você eu não sei, mas eu vou trocar sempre na metade da kilometragem de troca, só pra garantir.

A classificação: As 2 classificações de óleo mais importantes que devemos saber são a de viscosidade e a de desempenho.

A de viscosidade, SAE, todo mundo sabe: 20W50: Viscosidade 20 no inverno e viscosidade 50 no verão.

A de desempenho não é tão famosa. Uma vez mandei o mecânico de uma oficina botar na YBR o óleo Yamalube 4 20W5

Fonte: Juliano Assimila

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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Qual é a lógica das letras nas placas dos carros?

Qual é a lógica das letras nas placas dos carros?

A ordem das letras e números tem a ver com o lugar em que o veículo é emplacado. Esse esquema começou a ser adotado em fevereiro de 1990, quando as placas amarelas (com duas letras e quatro números) foram substituídas pelas cinza (com três letras). Cada estado tem suas combinações próprias (veja tabela abaixo), distribuídas pela frota local em ordem cronológica de licenciamento ou emplacamento.

É possível encontrar placas com cidades e combinações "trocadas". Isso acontece porque, se um veículo é emplacado originariamente em um lugar e o endereço do proprietário muda, troca-se apenas a indicação de cidade e estado. Ou seja, um carro licenciado em Camaçari, Bahia, com a combinação JOL pode perfeitamente estar rodando com a indicação "São Paulo, SP". Isso porque o primeiro emplacamento ocorreu na Bahia.

É possível escolher as letras e números da chapa do automóvel. Assim, mulheres chamadas Beatriz podem encomendar a combinação BIA e donos de BMW ostentar placas BMW. Mas também não é a festa da uva: em São Paulo, por exemplo, são proibidas combinações que formem palavras consideradas obscenas ou constrangedoras, como CUS, GAY e CKH.



Estado - Paraná

Série inicial - AAA-0001

Série final - BEZ-9999



Estado - São Paulo

Série inicial - BFA-0001

Série final - GKI-9999



Estado - Minas Gerais

Série inicial - GKJ-0001

Série final - HOK-9999



Estado - Maranhão

Série inicial - HOL-0001

Série final - HQE-9999



Estado - Mato Grosso do Sul

Série inicial - HQF-0001

Série final - HTW-9999



Estado - Ceará

Série inicial - HTX-0001

Série final - HZA-9999



Estado - Sergipe

Série inicial - HZB-0001

Série final - IAP-9999



Estado - Rio Grande do Sul

Série inicial - IAQ-0001

Série final - JDO-9999



Estado - Distrito Federal

Série inicial - JDP-0001

Série final - JKR-9999



Estado - Bahia

Série inicial - JKS-0001

Série final - JSZ-9999



Estado - Pará

Série inicial - JTA-0001

Série final - JWE-9999



Estado - Amazonas

Série inicial - JWF-0001

Série final - JXY-9999



Estado - Mato Grosso

Série inicial - JXZ-0001

Série final - KAU-9999



Estado - Goiás

Série inicial - KAV-0001

Série final - KFC-9999



Estado - Pernambuco

Série inicial - KFD-0001

Série final - KME-9999



Estado - Rio de Janeiro

Série inicial - KMF-0001

Série final - LVE-9999



Estado - Piauí

Série inicial - LVF-0001

Série final - LWQ-9999



Estado - Santa Catarina

Série inicial - LWR-0001

Série final - MMM-9999



Estado - Paraíba

Série inicial - MMN-0001

Série final - MOW-9999



Estado - Espírito Santo

Série inicial - MOX-0001

Série final - MTZ-9999



Estado - Alagoas

Série inicial - MUA-0001

Série final - MVK-9999



Estado - Tocantins

Série inicial - MVL-0001

Série final - MXG-9999



Estado - Rio Grande do Norte

Série inicial - MXH-0001

Série final - MZM-9999



Estado - Acre

Série inicial - MZN-0001

Série final - NAG-9999



Estado - Roraima

Série inicial - NAH-0001

Série final - NBA-9999



Estado - Rondônia

Série inicial - NBB-0001

Série final - NEH-9999



Estado - Amapá

Série inicial - NEI-0001

Série final - NFB-9999



Estado - Novas combinações liberadas para Goiás

Série inicial - NFC-0001

Série final - NGZ-9999



CINZA

As mais usadas, identificam os automóveis particulares



BRANCA

Colocadas em automóveis oficiais



VERMELHA

Aplicadas em veículos como táxis, ônibus, caminhões e lotações – os chamados "veículos de aluguel"



AZUL

Carros em teste de montadoras. Quando há as letras "CC", significa que são de consulados



VERDE

Oficinas e lojas as utilizam para demonstrar que o carro está passando por test drive



VERDE E AMARELA

São colocadas em veículos de autoridades federais dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário



PRETA

Em automóveis antigos, são um atestado de que o modelo, em geral de colecionador, é todo original.

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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Dicas Automotivas: Conservação das juntas de borracha

Conservação das juntas de borracha

• Limpe o pó e as sujeiras das juntas de borracha com um pano macio.

• Aplique periodicamente um produto conservante especial nas borrachas de vedação.

• As juntas de borracha das portas, janelas, etc. conservam a sua elasticidade e têm uma maior duração se forem, às vezes, protegidas com um produto de conservação de borrachas (por exemplo: spray de silicone).

• Impede-se, desta forma, um desgaste prematuro das juntas de vedação, evitando-se infiltrações de água. As portas abrem-se com mais facilidade. As borrachas de vedação bem conservadas não ressecam tão facilmente no inverno.

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Dicas Automotivas: Limpeza das palhetas do limpador do pára-brisa / vidro traseiro

Limpeza das palhetas do limpador do pára-brisa / vidro traseiro

• Levante o braço do limpador do pára-brisa / vidro traseiro.

• Limpe com cuidado o pó e as sujeiras das palhetas com um pano macio.

• Limpe as palhetas com produto de limpeza dos vidros. Se estiverem muito sujas, utilize uma esponja ou um pano.

• Recoloque o braço do limpador pára-brisa / vidro traseiro no vidro.

• No caso de frio intenso e quando houver geada, antes de acionar o limpador, verifique se as palhetas não estão coladas no vidro! Se o limpador for ligado com as palhetas coladas pelo gelo, tanto as palhetas como o motor do limpador podem ser danificados!

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Dicas Automotivas: Limpeza dos vidros e espelhos externos

Limpeza dos vidros e espelhos externos

• Umedeça os vidros com um produto para limpeza de vidros à venda no mercado, à base de álcool.

• Enxugue os vidros com uma flanela limpa ou um pano que não desfie.

• Utilize uma pequena escova para remover o gelo/neve dos vidros e dos espelhos.

• A Volkswagen recomenda aditivos específicos para limpeza dos vidros, à venda em um Concessionário Volkswagen (respeite as proporções e cuidados indicados na embalagem).

• Para enxugar os vidros, utilize um pano limpo ou uma flanela. Não utilize a mesma flanela de limpeza da carroceria para enxugar os vidros, pois os resíduos dos produtos conservantes podem sujá-los.

• Para remover o gelo, deve-se utilizar, de preferência, uma pequena escova. Se optar por uma espátula de plástico, não a utilize em movimento de vaivém, desloque-a sempre no mesmo sentido.

• Os resíduos de borracha, óleo, gordura ou silicone podem ser removidos com um produto limpador de vidros ou um solvente de silicone.

• Os resíduos de cera só podem ser eliminados com um produto especial, à venda nos Concessionários Volkswagen. Os resíduos de cera no pára-brisa podem provocar uma trepidação das palhetas do limpador. Reabastecendo o reservatório do lavador com um produto que contenha um solvente de cera, podem ser eliminadas as trepidações; um produto limpador de vidros com solventes de gorduras não elimina os resíduos.

• Nunca remova a neve e o gelo dos vidros e dos espelhos com água quente, pois correrá perigo de o vidro trincar!

• Os filamentos do desembaçador do vidro traseiro encontram-se do lado de dentro. Para não danificar os filamentos do desembaçador do vidro traseiro, não afixe autocolantes pelo lado de dentro.

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Dicas Automotivas: Polimento da pintura

Polimento da pintura

• O polimento só é necessário quando a pintura do seu veículo tiver perdido o brilho e este já não for recuperável com a aplicação de conservantes. Os Concessionários Volkswagen poderão orientá-lo sobre esta necessidade.

• Se o polimento utilizado não contiver substâncias conservantes, terá que ser aplicado no final um produto de conservação da pintura.

• As peças com pintura fosca ou de plástico não podem ser tratadas com produtos de polimento nem com cera.

• O veículo não deve ser polido em um ambiente com areia e pó.

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Dicas Automotivas: Conservação da pintura

Conservação da pintura

• É necessário aplicar cera de conservação na pintura quando a água deixar de escorrer sob a forma de gotas, sobre a superfície limpa.

• É possível adquirir uma boa cera de conservação nos Concessionários Volkswagen.

• Uma boa conservação protege a pintura do veículo das influências ambientais nocivas. A cera protege até contra pequenos arranhões.

• Mesmo que seja regularmente aplicado um conservante na lavagem automática, recomenda-se uma aplicação de cera pelo menos duas vezes ao ano.

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Dicas: Entendendo os numeros de chassi

Entendendo os numeros de chassi

Os números e letras que compõem a numeração do chassi possuem regras que foram implantadas na década de 80 (ISO 3779) e servem para todos os fabricantes de veículos instalados em qualquer lugar do mundo. No Brasil essa numeração passou a valer a partir de 1986/87 quando as motos começaram a ter dois números gravados iguais para dificultar fraudes. composto de 17 dígitos o VIN (vehicle identification number) é dividido em quatro partes que quando decifradas podem informar dados sobre o fabricante, o modelo e o ano de fabricação.

A norma manda assim :ABCDEFGHIJKLMNOPQo numero total gravado no chassi, cada letra é um campo do código
AB= código do país.
A seguir as determinações dos veiculos de países que são mais comuns por aqui e que realmente nos interessam:

JA-J0 Japão
KF-KK Israel
LA-L0 China
ML-MR Tailândia
PL-PR Malásia
RF-RK Taiwan
SA-SM Grã Bretanha
SN-ST Alemanha
TJ-TP Tchecoslováquia
U5-U7 Slováquia
VA-VE Áustria
VF-VR França
WA-W0 Alemanha
ZA-ZR Itália
1A-10 Estados Unidos
2A-20 Canadá
3A-3W México
4A-40 Estados Unidos
5A-50 Estados Unidos
8A-8E Argentina
8F-8K Chile
8L-8R Equador
9A-9E Brasil
9L-9R Paraguay
9S-9W Uruguai
93-99 Brasil
90 Não determinado

CD Código do fabricante.
Cada fabricante que produz mais de 500 unidades por ano possui seu código, portanto é impossível listar todos aqui.

DEFGH Código do equipamento.
Esta parte é deixada para que cada fabricante use como quiser. Normalmente dizem respeito a modelos, versões ou até mesmo equipamentos que possam vir instalados de fábrica. É o único lugar onde a letra "O" pode aparecer.

I Dígito de checagem.
Este dígito é usado como resultado de uma conta que checa o número do chassi. Para cada letra da seqüência é adotado um valor:


A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z.......
1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 2 3 4......

Cada valor ou número é multiplicado por um fator de acordo com a sua posição:

A B C D E F G H I J K L M N O P Q
8 7 6 5 4 3 2 10 0 9 8 7 6 5 4 3 2

O resultado é somado;
o total é dividido por 11;
este é o dígito de checagem. Caso o resultado seja "10" o dígito de checagem será "X".

J Ano do modelo.
O ano do modelo normalmente vale de 1º de setembro do ano anterior a 31 de agosto do ano indicado.

A 1980 2010
B 1981 2011
C 1982 2012
D 1983 2013
E 1984 2014
F 1985 2015
G 1986 2016
H 1987 2017
J 1988 2018
K 1989 2019
L 1990 2020
M 1991 2021
N 1992 2022
P 1993 2023
R 1994 2024
S 1995 2025
T 1996 2026
V 1997 2027
W 1998 2028
X 1999 2029
Y 2000 2030
1 2001 2031
2 2002 2032
3 2003 2033
4 2004 2034
5 2005 2035
6 2006 2036
7 2007 2037
8 2008 2038
9 2009 2039

e o padrão se repete a cada 30 anos...

K Código da fábrica.
Para cada unidade que o fabricante possuir ao redor do mundo é determinado um código diferente.

LMNOPQ Número serial.
Pode ser resetado a cada nova versão ou não a critério do fabricante.

Note que a seqüência é de A para Z, depois de 1 para 9, depois 0.

As letras I, O, Q não são normalmente usadas pela possibilidade de serem confundidas com os números "1" e "0".

O código inteiro pode variar de acordo com a legislação local.

Tem esse site que decodifica os números de chassis:
http://www.analogx.com/cgi-bin/cgivin.exe?Mode=Decode&VIN=9FFNP41AX2M000001&Submit=Decode


Fonte: Alumini Fabricante de Placas S/A

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Dicas Automotivas: Lavagem com sistemas de alta pressão

Lavagem com sistemas de alta pressão

Respeite rigorosamente as instruções de utilização da instalação de lavagem por alta
pressão, com relação ao valor da pressão e à distância de aplicação.

• Mantenha uma distância suficiente em relação aos materiais moles, material de isolação acústica e aos pára-choques pintados.

• Não aponte o jato de limpeza diretamente sobre as fechaduras das portas / cilindros das fechaduras.

• Evite a lavagem por alta pressão de vidros cobertos com gelo.

• Não utilize mangueiras de pressão com jato concentrado.

• Após uma lavagem do veículo, evite manobras de frenagem abruptas e repentinas.

• Seque primeiro os freios (vide manual de instruções).

ATENÇÃO!
• Somente lave o veículo com a ignição desligada.

• Proteja as mãos e os braços do contato com peças de metal com cantos vivos, quando limpar a parte inferior do veículo ou o lado interno das rodas – perigo de lesão!

• A presença de umidade ou gelo no sistema de freios pode prejudicar a eficácia dos freios – perigo de acidente!

• Após uma lavagem do veículo, evite manobras de frenagem abruptas e repentinas.

• Seque primeiro os freios (vide manual de instruções).

• Nunca lave os pneus com mangueiras de pressão com jato concentrado. Mesmo que se utilize uma maior distância de aplicação e que o tempo de atuação seja curto, poderão ocorrer danos, visíveis ou não, nos pneus – perigo de acidente!

• Nunca tente remover a sujeira, a lama ou o pó, com a superfície do veículo seca. Não utilize também com esta finalidade um pano ou esponja secos, para não riscar a pintura ou os vidros do seu veículo.

• Lavagem do veículo em climas frios: se o veículo for lavado com uma mangueira, tenha o cuidado de não dirigir o jato de água diretamente sobre as fechaduras nem sobre as junções das portas e das tampas – perigo de congelamento.

• O veículo preferivelmente não deve ser lavado sob um sol intenso. A temperatura da água não pode exceder os 60 °C, caso contrário, poderão ser causados danos no veículo.

• Para evitar danos no veículo, mantenha uma distância suficiente em relação aos materiais moles, como tubulações de borracha, peças de plástico e material de isolação. O mesmo se aplica à limpeza de pára-choques pintados. Quanto menor a distância entre o bico da mangueira de alta pressão e a superfície, maior será a solicitação do materialObservação ambientalSomente lave o veículo em locais especialmente previstos para isso, para que a água com eventuais resíduos de óleo não entre nas canalizações de esgoto.

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Dicas Automotivas: Lavagem manual do veículo

Lavagem manual do veículo

• Dissolva a sujeira e remova-a com água.
• Limpe o veículo com uma esponja macia, uma luva ou uma escova apropriada, de cima para baixo, começando pelo teto, sem exercer muita pressão.
• Lave, com freqüência, cuidadosamente a esponja, a luva ou a escova utilizada.
• Só utilize xampu ou sabão neutros se houver sujeiras persistentes.
• Lave, por último, as rodas, os pára-choques, a região abaixo da soleira da porta etc., utilizando, de preferência, uma segunda esponja.
• Enxágüe o veículo com água em abundância.
• Seque a pintura com um pano macio.
• Nas regiões de clima frio, seque as palhetas do limpador do pára-brisa e respectivas superfícies de encosto, para que não fiquem coladas com o gelo.
• Aplique spray de silicone para borrachas de vedação.

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Dicas Automotivas: Lavagem automática do veículo

Lavagem automática do veículo

No caso de haver peças especiais montadas no seu veículo, por exemplo, bagageiros, antena de emissores-receptores, etc., deve-se alertar o responsável pela lavagem automática. A antena de teto original de fábrica deve ser removida antes de se iniciar os processos de lavagem automática. Observe também os avisos nas placas expostas no estabelecimento.

A pintura do veículo é tão resistente que o veículo pode ser normalmente lavado, sem problemas, em uma instalação de lavagem automática. A solicitação a que a pintura é efetivamente submetida depende muito das características construtivas da instalação de lavagem e do tipo de escovas, da filtragem da água, bem como dos produtos utilizados na lavagem e conservação. Se, após a lavagem, a pintura estiver fosca ou apresentar riscos, deve-se chamar a atenção do responsável pela lavagem. Se for necessário, passe a utilizar uma instalação de lavagem diferente.

Após a lavagem do veículo, o efeito de frenagem poderá ser mais demorado devido à presença de umidade ou de gelo, no inverno, nos discos e nas pastilhas dos freios. Convém secar primeiro os freios (vide manual de instruções).

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Dicas Automotivas: Conservação periódica

Conservação periódica

Uma conservação periódica adequada contribui para preservar o valor do seu veículo. Poderá ser também condição para assegurar o direito de garantia no caso de danos por corrosão ou de deficiências na pintura da carroceria.

A melhor proteção do veículo contra as influências ambientais nocivas é a lavagem freqüente e a aplicação de produtos de conservação. Quanto mais tempo os resíduos de insetos, excrementos de aves, resinas das árvores, poeiras das estradas e industriais, manchas de asfalto, partículas de fuligem e outros sedimentos agressivos permanecerem aderidos à superfície do veículo, mais persistente será o seu efeito destruidor. Em temperaturas elevadas, devido, por exemplo, a uma exposição ao sol, o efeito corrosivo aumenta.

Os produtos necessários para uma perfeita conservação de seu veículo podem ser adquiridos nos Concessionários Volkswagen. A Volkswagen oferece, entre outros, uma série de produtos de conservação da pintura, especialmente desenvolvida para a marca. Deve-se guardar as respectivas instruções de utilização até acabar o produto.
Os produtos de conservação podem ser tóxicos. Guarde, por isso, os produtos de conservação sempre nas embalagens originais fechadas, fora do alcance das crianças – perigo de intoxicação!

Antes de aplicar um produto, leia sempre as instruções de utilização e as recomendações na respectiva embalagem. O uso inadequado destes produtos pode ser nocivo à saúde e provocar ainda danos no veículo. Se, na utilização dos produtos, forem libertados vapores nocivos, a aplicação deverá ser realizada, se possível, ao ar livre ou em áreas bem ventiladas.

Nunca utilize combustível, óleo do motor, removedor de esmalte ou outros fluidos voláteis. Estes produtos são tóxicos e facilmente inflamáveis – perigo de incêndio e explosão!

Nunca utilize latas de alimentos, garrafas ou outras embalagens para guardar produtos de conservação, pois as pessoas nem sempre conseguem identificar seu conteúdo - perigo de envenenamento!

Antes de lavar ou aplicar um conservante no veículo, desligue o motor, puxe o freio de estacionamento e retire a chave do cilindro da ignição.

Nunca tente remover a sujeira, a lama ou o pó, com a superfície do veículo seca. Não utilize também com essa finalidade um pano ou esponja secos, para não riscar a chapa nem os vidros do seu veículo. A sujeira, lama e pó deverão ser amolecidos com água abundante, antes de serem removidos.

Observação ambiental:
• Na compra de produtos de conservação, escolha produtos ecológicos.
• As sobras de produtos de conservação não devem ser lançadas no lixo doméstico. Observe as instruções nas embalagens.

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Dicas Automotivas: Óleos e Fluídos

Óleos Lubrificantes - Motor

Abaixo estão as especificações dos óleos lubrificantes para motor devem ser utilizadas em função do modelo do veículo (independente da motorização).

Castrol GTX Exclusive (SAE 10 W 40) - Volkswagen G 052 167 A1 - Óleo para Motores à Gasolina; Veículos produzidos até 11/2002 (especificação VW 501 01) e Óleo para Motores Diesel (especificação VW 505 00)

Castrol SLX Professional (SAE 5 W 40) - Volkswagen G 052 167 A4 - Óleo para Motores à Gasolina/Totalflex; Veículos produzidos a partir de 12/2002 (especificação VW 502 00) - Óleo para Motores Diesel (especificação VW 505 00)


* A Volkswagen recomenda o uso dos óleos Castrol GTX Exclusive e Castrol SLX Professional.

Obs.: Passat e Passat Variant a partir da linha 2001 utilizar somente óleos conforme especificação VW 502 00.

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Os dez mandamentos para conservação do seu veículo

1 - Não desperdice combustível
• Use a marcha apropriada para a velocidade desejada.
• Dirija naturalmente, evitando altas rotações do motor.
• Desligue o motor em caso de paradas prolongadas.
• Controle sempre a pressão dos pneus.
• Mantenha os vidros fechados sempre que possível.
• O ar condicionado aumenta o consumo em até 25%.

2 - Não julge erroneamente seu motor
• O uso do ar condicionado influencia no desempenho veicular, diminuindo a força total disponível do motor.
• Combustível adulterado dificulta a partida, estabilidade da marcha lenta, aumenta o consumo e causa falhas no motor.
• Abasteça sempre em postos com confiável padrão de qualidade do combustível.

3 - Não mate o seu motor de sede
• Confira o nível do reservatório do líquido de arrefecimento com o motor frio, verificando os limites de mínimo e máximo.
• Ao completar o reservatório utilize o aditivo especificado pela VW, nunca use somente água.

4 - Não maltrate sua caixa de marchas
• Engate e desengate as marchas de modo suave, garantindo que todo o curso do pedal de embreagem seja acionado.
• Pise na embreagem por 2 segundos antes de engatar a marcha à ré.

5 - De olho no óleo
• Não exceda o limite admissível de óleo do motor, pois comprometerá o correto funcionamento do mesmo.
• Com o motor desligado por alguns minutos, verifique o nível de óleo do mesmo.
• Ao completar o volume, ou na troca de óleo do motor, utilize somente os produtos especificados pela VW, conforme orientação do manual de manutenção e garantia.

6 - Não gaste desnecessariamente
• A manutenção preventiva evita reparos desnecessarios, garantindo a sua segurança.
• Troque as velas, filtros de combustível e de ar do seu veículo e inspecione as correias conforme plano de manutenção.

7 - Aos vícios
• Só use o pedal da embreagem para as trocas de marchas.
• Não fique com o pé apoiado no pedal sem necessidade.
• Use a alavanca de câmbio somente para as trocas de marchas.
• Não apoie a mão sobre a alavanca sem necessidade.

8 - Não esqueça de fazer as inspeções previstas no Plano de Manutenção

9 - Leia toda a literatura de bordo do seu Volkswagen

10 - Não se esqueça das orientações acima

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