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sábado, 25 de setembro de 2010

Dicas: Como cuidar do seu carro


Aditivos

Polêmicos, os aditivos são vistos como uma de manutenção preventiva ou uma simples despesa para ser evitada, mas na realidade eles são bastante úteis. Os mais conhecidos são os aditivos que trabalham junto com os lubrificantes do motor, cuja função é diminuir atritos internos. Existem dois tipos de uso para esses aditivos, alguns são para motores novos, numa forma de prolongar a vida útil do motor e os outros são para motores cansados, que pretendem agir sobre as folgas internas do motor, isto é folgas de bronzinas e anéis, diminuindo a queima de óleo. Existem também uma ação detergente para evitar a formação de borras no cárter e eliminar a carbonização interna do motor, isto é comum aos dois tipos de aditivos.

Aditivos para combustível :

Por sua vez, tem basicamente a função detergente e de limpeza para evitar a manutenção dos sistemas de alimentação. Sua eficácia é limpar dutos de combustível e bicos injetores, alem de promover uma leve ação anti-ferrugem através da lubrificação dos injetores ou carburadores.

Aditivo para cambio e transmissão :

Podem mostrar rapidamente sua eficiência, são indicados tanto para cambio como para transmissão, aderindo bem a superfície de contato das engrenagens, eixos e rolamentos, você irá notar a diferença ao rodar com o seu carro.

Aditivos para radiadores :

Mais conhecido como etileno-glicol, o aditivo obrigatório para radiadores, tem como função elevar o ponto de fervura da água (para cima de 100º C) e também evitar formação de ferrugem interna no radiador, bloco do motor e demais componentes do sistema de refrigeração. A baixa qualidade do aditivo ou a falta do mesmo pode significar um motor fervendo e uma tampa do radiador voando.

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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Dicas para seu veículo: Motor Quente


Motor Quente
Quando você para o carro depois de um longo tempo de viagem, principalmente com o sol "quente" ou após subir uma longa serra, evite desligar o motor assim que o veículo é estacionado.
Deixe o motor em marcha lenta, espere a ventoinha "desarmar" e desligue o carro.
Deslisgar um motor muito quente pode empenar o cabeçote ou causar outros danos devido ao resfriamento brusco das peças. Pelo mesmo motivo, nunca lave um motor aquecido, espere que ele esfrie bastante, antes de jogar água fria.


Motor Cansado
Se o motor do seu carro estiver dando sinais de cansaço e começar fazer aquele barulho caracteristico, não se desespere, uma medida preventiva pode ser tomada para atenuar o problema, ao chegar a hora da troca do óleo lubrificante, opte por um óleo mais grosso (20W 50 por exemplo) e misture também um aditivo nele.
Essa medida deve suavizar um pouco o barulho do motor, diminuindo a queima de óleo e até prolongar a sua vida útil

Freio de mão
Embora seja inevitável acionar o freio-de-mão com força em ladeiras, quando se estaciona ou, as vezes, para sair sem "queimar" a embreagem, muitos motoristas puxam a alavanca no limite. Isso deve ser evitado, pois o freio a tambor tende a ficar "ovalado" com a força empregada, além do sistema se desregular mais rapidamente. Existe até a possibilidade de arrebentar o cabo do freio de mão, quando estacionar em ladeiras muito inclinadas, vire as rodas dianteiras em direção a guia, sem deixar que o pneu toque o meio fio, assim em caso de falhas dos freios, há uma segurança extra.

Amortecedor
Ao contrário do que alguns pensam, ao amortecedores não servem apenas para amortecer os impactos que a roda recebe, na verdade, essa é a função da mola.
Só que como a mola, por sua caracteristicas, tende a continuar no movimento de vai e vem, ou seja, uma vez comprimida, se distende ao ponto máximo, se comprime novamente, se distende e assim por diante. O amortecedor tem como principal trabalho evitar esse movimento oscilatório descontrolado, por essa razão , quando os amortecedores estão vencidos, o carro parece navegar em ruas mais esburacadas, uma vez que as molas se comprimem e se distendem quase livremente.

Hoje em dia são utilizados os amortecedores hidráulicos do tipo telescópio, ele é formado por um cilindro, onde fica um pistão, mais conhecido como êmbolo, ligado a uma haste. A extremidade fechada do cilindro está concetada ao eixo ou à suspensão, a outra extremidade da haste, por sua vez, passa por um anel vedador, para evitar vazamentos de óleo e esta ligado a algum elemento fixo na carroceria do carro. Internamente no amortecedor, existem valvulas reguladoras que comandam o fluxo do óleo através das câmaras internas do amortecedor. Quando a roda sobe, o cilindro sobe também, o óleo que se encontra por baixo do êmbolo passa por uma válvula para a câmara superior, quando a roda desce, o óleo retorna através de uma segunda válvula existente no êmbolo.

Existem tambem amortecedores a gás, ou seja o gás é utilizado como elemento auxiliar do óleo contido dentro dos amortecedores, para aumentar sua pressão interna. A durabilidade de um amortecedor esta relacionada diretamente ao uso do carro, pode durar os tradicionais 30 mil Km ou muito mais, se o carro trafegar em boas pistas e nas mãos de um motorista cuidadoso. Em compensação, rodando em estradas precárias e sem grandes do motorista, podem acabar em pouco mais de 10 mil Km.

IMPORTANTE
Quando for substituir os amortecedores fuja dos recondicionados, quase sempre apenas o óleo interno é trocado por outro mais grosso, recebe pintura e borrachas novas, sem garantia de segurança

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sábado, 4 de setembro de 2010

SEU CARRO QUEBROU? E AGORA? O QUE PODE SER??? dicas aqui!


SEU CARRO QUEBROU? E AGORA?O QUE PODE SER??? dicas aqui!

Quem já não passou pelo menos uma vez na vida por esta situação constrangedora com um carro? Para evitar ficar horas parado sem saber o que fazer e melhor ainda saber diagnosticar uma falha e fazer a manutenção preventiva, aqui vão algumas dicas de como identificar os problemas mais comuns e ajudar a resolve-los.

1. O carro parou, o que pode ser ?

BATERIA
Se a luz indicativa da bateria no painel estiver acesa, o problema pode ser com ela ou com o alternador, que pode estar com defeito ou quebrado. Quando isso acontece, a energia da bateria é usada até o fim sem que haja a reposição da carga. Levando o carro até um auto-elétrico, o problema será resolvido com uma recarga na bateria ou realizando-se sua troca. Se for o alternador, ele também pode ser recondicionado ou, em um caso mais grave, trocado.

BOBINA
Pode haver um superaquecimento da bobina, peça responsável por gerar a corrente de alta tensão que provoca a faísca nas velas. Quando isso ocorre, pode ser um sinal de desgaste da peça. Ela pára de produzir corrente e o carro não liga. O jeito é esperar que esfrie.
Para acelerar o processo, desligue a chave, abra o capô e coloque um pano molhado sobre a bobina. Esperando cerca de dez minutos, o carro volta a ligar. Trata-se de uma solução de emergência. Assim que puder, passe em um auto-elétrico e troque a peça.

BOMBA DE COMBUSTÍVEL
Muitas vezes a bomba de combustível falha e não consegue mandar o líqüido na pressão ideal para o sistema. Em carros com injeção eletrônica, uma maneira de saber se ela está funcionando é fechar os vidros e tentar dar a partida. Nesse momento é possível ouvir o zumbido da peça funcionando. Se não escutar esse barulho, o problema certamente está na bomba. No caso de carro com carburador, pode-se desencaixar dele a mangueira do combustível e pedir a alguém que acione a partida. Normalmente, a gasolina sairá pela mangueira. Se isso não acontecer, ela está com defeito. Trocá-la é um procedimento rápido e que pode ser feito no local por um mecânico experiente.

CORREIA DENTADA
Ligada ao eixo do comando de válvulas, a correia é acionada pelo motor. Pode se partir, geralmente em movimento. À menor suspeita de que tenha se rompido, pare o carro e não tente dar a partida. A troca só deve ser feita em oficina ou concessionária. Mesmo assim, ajuda ter uma de reserva. Os fornecedores da peça recomendam sua substituição a cada 40 000 ou 50000 quilômetros.

MOTOR "AFOGADO"
O motor pode parar de funcionar com o carro em movimento ou nem dar a partida. Ele pode ter ?afogado? por excesso de combustível. Provavelmente uma falha no sensor de temperatura provocou o problema. O afogamento ocorre com mais freqüência em carros equipados com carburador. Aguarde um tempo e experimente ligá-lo de novo. Se não der certo, chame a assistência técnica.

TAMPA DO DISTRUBUIDOR
Tampa do distribuidor trincada não deixa o carro funcionar. Quando isso acontece, a distribuição de energia para as velas fica prejudicada, ocasionando fuga de corrente elétrica. A solução é trocar a tampa, o que se pode fazer até sozinho com um mínimo de conhecimento sobre mecânica.

2. Problemas corriqueiros

O MOTOR DEMORA P/ PEGAR E PERDE RENDIMENTO. QUANDO FUNCIONA ENGASGA OU FALHA
- Combustível adulterado
- Tanque de combustível com sujeira
- Bicos injetores entupidos ou sujos
- Vela cansada
- Cabo das velas com defeito
- Carburador sujo
- Platinado gasto
- Cachimbo gasto
- Filtro de combustível entupido
- Bomba de combustível com defeito
Após identificar o problema, troque a peça danificada ou leve-a para conserto. Procure oficinas de sua confiança ou a própria concessionária.



CARRO COMEÇOU A TREPIDAR
- Coxim do motor defeituoso
- Platô e disco de fricção defeituosos
- Um ou dois cabos de vela podem ter se soltado ou, ainda, podem ter se partido
- Se a trepidação é no volante, é problema de balanceamento ou alinhamento das rodas
- A suspensão está com defeito

O CARRO ESTÁ CONSUMINDO MAIS COMBUSTÍVEL
- Vela cansada
- Bicos injetores sujos ou entupidos
- Filtro de combustível entupido
- Óleo do motor vencido, perdendo a capacidade de lubrificação
- Correia do motor ou correia dentada frouxa
- O motor está sendo forçado e as marchas não estão sendo usadas corretamente
- Pneus descalibrados e/ou muito desgastados
- Estilo agressivo de dirigir
- Combustível adulterado
- Tubo e filtro do respiro do óleo do cárter entupido

CUIDADOS QUE PODEM SER OBSERVADOS PARA RESOLVER O PROBLEMA:

- Calibrar os pneus regularmente de acordo com as especificações do manual do proprietário
- Procurar abastecer em postos confiáveis e não se decidir apenas pelo menor preço
- Trocar o óleo dentro dos prazos estipulados no manual
- Fazer revisão preventiva em oficina de confiança ou concessionária
- Limpar o tubo do respiro do óleo do cárter e trocar esse filtro
- Fazer alinhamento regularmente



AS MARCHAS ARRANHAM DURANTE ENGATE
- Embreagem com defeito no platô ou disco desgastado
- Pedal da embreagem mal regulado, muito alto ou muito baixo
- Trambulador do câmbio mal ajustado ou sincronizador desgastado ou com defeito
- Em situação mais extrema, dentes da engrenagem muito desgastados ou até quebrados

CAMBIO PODE TER VAZAMENTO DE ÓLEO ?
Mancha de óleo no chão embaixo da caixa de câmbio, seja ele manual ou automático, indica um vazamento. Ele acontece quando as juntas estão defeituosas ou se ocorreu espanamento das roscas do bujão. Se a mancha não for grande, leve o carro até uma oficina de confiança. Se for
muito grande, chame um guincho, lembrando que, no caso de carro com câmbio automático, tem que ser o do tipo plataforma.

QUANDO EU VIRO A DIREÇÃO ATÉ O FINAL, UM BARULHO VEM DA RODA
Provavelmente a junta homocinética quebrou ou está para quebrar. Para testar seu funcionamento, vire o volante para um lado até o final do curso e tente sair com o carro. Se ouvir um estalo vindo da roda, realmente a homocinética está quebrada. Troque-a assim que puder.

A DIREÇÃO HIDRAULICA ESTÁ MUITO PESADA. PQ ?
- O fluido pode estar vencido, com o nível baixo ou misturado com água
- Deve-se verificar se há vazamento nas mangueiras ou em suas conexões
- A correia do compressor da direção pode estar frouxa
- As articulações junto ao sistema da direção, como terminais, ligamentos e braços da direção, podem estar com folga. É necessário verificar em uma oficina. Em alguns casos, um ajuste pode resolver. Dependendo da situação ? geralmente em casos de desgaste exagerado ? pode ser necessária a troca das peças danificadas.
- Defeito na caixa de direção
- Verificar alinhamento, cambagem e cáster
- Se a direção hidráulica fizer um ruído estranho ao ser esterçada de um extremo ao outro, esticar a correia soluciona o problema na maioria dos casos.

UM RUÍDO CONTÍNUO E INTENSO VEM DAS RODAS QUANDO O CARRO ESTÁ EM VELOCIDADE CONSTANTE. QUAL É O PROBLEMA?
Se o barulho vier da extremidade do eixo, bem junto das rodas, rolamentos desgastados ou defeituosos podem ser o problema. Os rolamentos evitam o atrito entre o eixo e o cubo da roda. A simples substituição deles eliminará o ruído.

O FREIO PAROU DE FUNCIONAR. COMO DEVO AGIR?
A primeira providência é reduzir as marchas, para que o freio motor ajude a diminuir a velocidade do carro, e puxar o freio de mão gradativamente. Não puxe a alavanca toda de uma só vez. Isso pode fazer o carro dar um ?cavalo-de-pau?. Se você estiver no perímetro urbano e dependendo da velocidade, não haverá tempo para a redução das marchas. Passe para o freio de mão direto. Em rodovias, especialmente em descidas, vale a redução de marchas e o uso do freio de mão até a parada total do veículo ? no acostamento, de preferência.
A falha de freio pode ter, basicamente, as seguintes causas: falta de fluido, vazamento do fluido por mangueira defeituosa, pastilhas ou lonas gastas ou cilindro-mestre (peça próxima do pedal de freio) com defeito.
Primeiro verifique o nível do fluido no reservatório do freio. Se ele estiver normal, o cilindro é a provável causa da perda de freio. Chame o guincho para tirar o carro do local. Aproveite para fazer uma revisão geral ao mandar realizar os reparos.



O MARCADOR DE TEMPERATURA DO PAINEL MOSTRA QUE HÁ SUPERAQUECIMENTO. O QUE FAZER?
Pare o carro imediatamente. Se não fizer isso, ele esquentará ainda mais até queimar a junta do cabeçote ou até mesmo empenar o próprio cabeçote, o que comprometeria seriamente o motor. Com o veículo estacionado, abra o capô e espere o motor esfriar por quinze minutos.
Usando um pano, abra com cuidado a tampa do reservatório de água do radiador para verificar se está vazio. Se estiver, ligue o carro e só então coloque água. Depois disso, verifique se há vazamento em alguma mangueira do radiador ou se a correia da bomba de água está frouxa.
Essas são as causas possíveis do superaquecimento. Se estiver tudo em ordem, ligue o motor novamente e espere aquecer até atingir aproximadamente 90 graus centígrados (verifique no marcador de temperatura no painel). Observe se a ventoinha entra em ação. Se ela não funcionar, desligue o motor. Pode ser que o sensor, um fusível ou ainda a ventoinha estejam queimados. Leve o carro ao mecânico e troque a peça defeituosa.

A LUZ INDICATIVA DA INJEÇÃO ELETRÔNICA ACENDE NO PAINEL. O QUE FAÇO?
Se a luz acendeu mas o motor continuou funcionando, isso indica que há uma falha no sistema elétrico, provavelmente um curto-circuito. Leve o carro a um auto-elétrico para arrumar o defeito. Entretanto, se a luz acendeu e o carro parou em seguida, isso significa que o sistema de injeção está em pane. Não tente mexer. Apenas um mecânico especializado ou uma concessionária pode resolver o problema.

AO LIGAR O MOTOR, SAI MUITA FUMAÇA DO ESCAPAMENTO. O QUE ESTÁ ACONTECENDO?
Fumaça escura é sinal de motor desregulado. Isso aumenta o consumo de combustível. Regular o motor resolve ambos os problemas. Fumaça azulada significa que está havendo queima em excesso do óleo do motor. Pode acontecer no caso de desgaste por quilometragem ou por
uso indevido. As válvulas podem estar com defeito ou mesmo desgastadas.

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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Dicas Automotivas: Lavagem com sistemas de alta pressão

Lavagem com sistemas de alta pressão

Respeite rigorosamente as instruções de utilização da instalação de lavagem por alta
pressão, com relação ao valor da pressão e à distância de aplicação.

• Mantenha uma distância suficiente em relação aos materiais moles, material de isolação acústica e aos pára-choques pintados.

• Não aponte o jato de limpeza diretamente sobre as fechaduras das portas / cilindros das fechaduras.

• Evite a lavagem por alta pressão de vidros cobertos com gelo.

• Não utilize mangueiras de pressão com jato concentrado.

• Após uma lavagem do veículo, evite manobras de frenagem abruptas e repentinas.

• Seque primeiro os freios (vide manual de instruções).

ATENÇÃO!
• Somente lave o veículo com a ignição desligada.

• Proteja as mãos e os braços do contato com peças de metal com cantos vivos, quando limpar a parte inferior do veículo ou o lado interno das rodas – perigo de lesão!

• A presença de umidade ou gelo no sistema de freios pode prejudicar a eficácia dos freios – perigo de acidente!

• Após uma lavagem do veículo, evite manobras de frenagem abruptas e repentinas.

• Seque primeiro os freios (vide manual de instruções).

• Nunca lave os pneus com mangueiras de pressão com jato concentrado. Mesmo que se utilize uma maior distância de aplicação e que o tempo de atuação seja curto, poderão ocorrer danos, visíveis ou não, nos pneus – perigo de acidente!

• Nunca tente remover a sujeira, a lama ou o pó, com a superfície do veículo seca. Não utilize também com esta finalidade um pano ou esponja secos, para não riscar a pintura ou os vidros do seu veículo.

• Lavagem do veículo em climas frios: se o veículo for lavado com uma mangueira, tenha o cuidado de não dirigir o jato de água diretamente sobre as fechaduras nem sobre as junções das portas e das tampas – perigo de congelamento.

• O veículo preferivelmente não deve ser lavado sob um sol intenso. A temperatura da água não pode exceder os 60 °C, caso contrário, poderão ser causados danos no veículo.

• Para evitar danos no veículo, mantenha uma distância suficiente em relação aos materiais moles, como tubulações de borracha, peças de plástico e material de isolação. O mesmo se aplica à limpeza de pára-choques pintados. Quanto menor a distância entre o bico da mangueira de alta pressão e a superfície, maior será a solicitação do materialObservação ambientalSomente lave o veículo em locais especialmente previstos para isso, para que a água com eventuais resíduos de óleo não entre nas canalizações de esgoto.

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Dicas Automotivas: Aditivos e Fluídos

Aditivos e Fluídos

Aditivo para líquido de arrefecimento (cor azul esverdeado) - G11
G 052 774 A3 - 1 litro (nacionais até 04/2000)
* 60% água + 40% aditivo

Aditivo para líquido de arrefecimento (cor lilás) - G12 Plus
G 012 A8G M0 - 1 litro (nacionais a partir de 05/2000 e importados)
* 60% água + 40% aditivo

Fluido para freios hidráulicos (DOT 4)
APR 000 700 A - 0,2 litro (todos de fabricação nacional)
B 000 750 M1 - 0,25 litro (todos: nacional e importado)
B 000 750 M3 - 1 litro (todos: nacional e importado)

Spray lubrificante do cilindro da maçaneta da porta
G 052 778 A2 50 ml
*pela abertura para inserção da chave no cilindro

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Dicas Automotivas: Óleos e Fluídos

Óleos Lubrificantes - Motor

Abaixo estão as especificações dos óleos lubrificantes para motor devem ser utilizadas em função do modelo do veículo (independente da motorização).

Castrol GTX Exclusive (SAE 10 W 40) - Volkswagen G 052 167 A1 - Óleo para Motores à Gasolina; Veículos produzidos até 11/2002 (especificação VW 501 01) e Óleo para Motores Diesel (especificação VW 505 00)

Castrol SLX Professional (SAE 5 W 40) - Volkswagen G 052 167 A4 - Óleo para Motores à Gasolina/Totalflex; Veículos produzidos a partir de 12/2002 (especificação VW 502 00) - Óleo para Motores Diesel (especificação VW 505 00)


* A Volkswagen recomenda o uso dos óleos Castrol GTX Exclusive e Castrol SLX Professional.

Obs.: Passat e Passat Variant a partir da linha 2001 utilizar somente óleos conforme especificação VW 502 00.

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Os dez mandamentos para conservação do seu veículo

1 - Não desperdice combustível
• Use a marcha apropriada para a velocidade desejada.
• Dirija naturalmente, evitando altas rotações do motor.
• Desligue o motor em caso de paradas prolongadas.
• Controle sempre a pressão dos pneus.
• Mantenha os vidros fechados sempre que possível.
• O ar condicionado aumenta o consumo em até 25%.

2 - Não julge erroneamente seu motor
• O uso do ar condicionado influencia no desempenho veicular, diminuindo a força total disponível do motor.
• Combustível adulterado dificulta a partida, estabilidade da marcha lenta, aumenta o consumo e causa falhas no motor.
• Abasteça sempre em postos com confiável padrão de qualidade do combustível.

3 - Não mate o seu motor de sede
• Confira o nível do reservatório do líquido de arrefecimento com o motor frio, verificando os limites de mínimo e máximo.
• Ao completar o reservatório utilize o aditivo especificado pela VW, nunca use somente água.

4 - Não maltrate sua caixa de marchas
• Engate e desengate as marchas de modo suave, garantindo que todo o curso do pedal de embreagem seja acionado.
• Pise na embreagem por 2 segundos antes de engatar a marcha à ré.

5 - De olho no óleo
• Não exceda o limite admissível de óleo do motor, pois comprometerá o correto funcionamento do mesmo.
• Com o motor desligado por alguns minutos, verifique o nível de óleo do mesmo.
• Ao completar o volume, ou na troca de óleo do motor, utilize somente os produtos especificados pela VW, conforme orientação do manual de manutenção e garantia.

6 - Não gaste desnecessariamente
• A manutenção preventiva evita reparos desnecessarios, garantindo a sua segurança.
• Troque as velas, filtros de combustível e de ar do seu veículo e inspecione as correias conforme plano de manutenção.

7 - Aos vícios
• Só use o pedal da embreagem para as trocas de marchas.
• Não fique com o pé apoiado no pedal sem necessidade.
• Use a alavanca de câmbio somente para as trocas de marchas.
• Não apoie a mão sobre a alavanca sem necessidade.

8 - Não esqueça de fazer as inspeções previstas no Plano de Manutenção

9 - Leia toda a literatura de bordo do seu Volkswagen

10 - Não se esqueça das orientações acima

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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Dicas úteis: Flex – O que é?

Flex – O que é?

A tecnologia Flex é fruto de pesquisas norte-americanas, européias e japonesas, que se iniciaram na década de 80. Foi criado um motor inteligente, que reconhece o teor de álcool
em mistura com a gasolina e ajusta automaticamente a operação do motor às condições mais favoráveis ao uso da mistura em questão.
Como funciona?

Sensores existentes no sistema de injeção de combustível enviam informações para um programa de computador, que analisa e quantifica a mistura entre álcool e gasolina no tanque. Os sensores são de:

* Temperatura;
* Velocidade;
* Rotação;
* E sonda lambda* (localizada no escapamento).

*Ela detecta a composição do gás de escape.

Com essas informações, uma unidade de comando eletrônico adapta o funcionamento do motor ao combustível, mantendo a performance do veículo.
Fique de olho:

* Quando abastecido só com álcool, o veículo tende a oferecer melhor desempenho;
* Quando abastecido só com gasolina, o veículo tende a oferecer melhor autonomia;
* A principal queixa dos consumidores é a de que os flex abastecidos com álcool consomem mais do que os motores que funcionam somente com esse combustível. A explicação é a seguinte: para poder trabalhar com álcool e gasolina simultaneamente, o flex tem uma taxa de compressão intermediária, abaixo do nível ideal, fazendo com que o motor não aproveite a máxima energia contida no álcool.
* A tecnologia flex permite baixar o índice de emissão de poluentes;
* O kit de gás natural veicular pode ser instalado nos motores flex;
* Não há risco de problemas de partida nos dias frios quando abastecido apenas com álcool, porque no compartimento no motor flex existe um reservatório de gasolina para partida a frio.

Veja o caso do Gol Total Flex (testes realizados pela Quatro Rodas):
Veículo Combustível Km/l
Gol Total Flex 100% Gasolina 7,64
Gol Total Flex 100% álcool 5,29
Gol Total Flex 50% gasolina/50% álcool 6,37

Vale lembrar

O consumidor só terá vantagem no uso do automóvel bicombustível se o litro do álcool estiver custando até 70% do preço da gasolina. Para saber qual deles é mais vantajoso, basta dividir o preço do álcool (A) pelo da gasolina (G) e multiplicar o resultado por 100. Caso esse número seja maior que 70, compensa abastecer com a gasolina.

Exemplo:
A (R$ 1,15) / G (R$ 2,30) x 100 = 50 (vantagem para o álcool). Quanto à manutenção, o importante é não deixar gasolina no reservatório de partida a frio por muito tempo, pois ela pode gerar uma goma e entupir o orifício de passagem do combustível, deixando o sistema de partida a frio sem funcionar.

Fonte:http://www.itatotal.com.br

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domingo, 1 de agosto de 2010

Cuidados com a manutenção da moto

Em um recente levantamento feito pela Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares) foi detectado um dado alarmante. O estudo apontou que 90% das motos em circulação na capital paulista apresentam alguma necessidade de manutenção e o detalhe fica agravado pela deficiência de um ou mais itens. Quase metade das motos inspecionadas tinha falhas em mais de quatro itens.

Os dados apresentados mostram que a manutenção das motocicletas é muito precária, o que pode comprometer o funcionamento e até mesmo a segurança do trânsito. Boa parte dessas motos é utilizada por motoboys, que fazem uso profissional do equipamento e em razão disso deveriam se preocupar mais ainda com a manutenção.

Para quem faz questão de andar seguro, segue uma lista de itens que devem ser inspecionados periodicamente.

Pneus
O segredo é manter a calibragem bem ajustada, pois o pneu precisa estar aderente ao solo para que o condutor tenha toda segurança durante a pilotagem. Não esqueça que ao carregar alguém na garupa é preciso aumentar a pressão do pneu traseiro. Já o dianteiro deve usar em torno de quatro libras a menos, pois o volume cúbico é menor quando comparado ao que vai na traseira.



A calibragem varia de acordo com as medidas do pneu, porém sempre são divulgadas tanto pelo fabricante da moto quanto pelo fornecedor do pneu. É importante ficar atento aos detalhes, pois o pneu esquenta com a rodagem e isso provoca uma dilatação do ar, o que pode aumentar a calibragem em até 6 libras. Assim sendo, tenha em mente que ao calibrar o pneu a pressão vai aumentar e em uma viagem, por exemplo, o pneu pode ficar muito duro, vai perder aderência e isso o condutor vai sentir mais durante as curvas.

Para andar na cidade mantenha a calibragem justa, mas ao ter que trafegar por distâncias maiores, como na estrada, por exemplo, ajuste a calibragem para menos, a fim de compensar o aumento da pressão. Uma dica legal é calibrar com nitrogênio, pois o ponto de dilatação é mais elevado , o que mantém a calibragem mais estável e por mais tempo.



Outra preocupação com os pneus está no momento de fazer a troca. Ao escolher um local para esse serviço confira se a máquina de montagem é mesmo para motos. Esse cuidado é essencial, principalmente para as rodas raiadas. Geralmente os pneus originais agüentam em torno de 10 a 12 mil quilômetros, mas independente da quilometragem é importante ficar atento ao friso na faixa central. Quando perceber que tem falhas, ou seja, está gasto, não bobeie e procure fazer a substituição o quanto antes. Certa instabilidade também pode denunciar o momento da troca, assim o fundamental mesmo é não estender a substituição.



Para escolher o pneu certo, o melhor é manter a versão original de fábrica, mas como existem vários tipos de pneus, o condutor pode optar por uma versão de composto mais duro, que vai durar mais, porém menos eficaz para aqueles pilotos que pretendem andar mais forte, utilizando toda a capacidade do pneu. O composto do tipo mais macio por sua vez vai durar menos, entretanto conta com a melhor aderência e isso se converte em segurança. Para todos os fins, sempre é bom seguir a recomendação do fabricante da moto, mesmo para fazer alterações.


Após a troca lembre-se de que todo pneu vem de fábrica com uma camada de cera bastante escorregadia. Assim, evite forçar as acelerações nas primeiras voltas, principalmente nas curvas.

Corrente
A corrente é responsável por transmitir o torque, ou seja, a força gerada pelo motor às rodas. Contudo, a necessidade da corrente é apenas a lubrificação, que deve ser feita a cada 500 km. A lubrificação da corrente evita o desgaste excessivo e por conseqüência a necessidade de troca de uma relação, composta por pinhão, coroa e corrente, o que não é nada barato. O lubrificante mais recomendado para fazer a lubrificação é óleo do tipo 90, que é bem grosso. Outra opção a ser empregada é a graxa náutica. Sua vantagem é não sair com água.



Freios
Existem dois tipos de freio. Um é modelo a tambor e o outro a disco. A tambor a manutenção é mais simples e mais em conta, porém esse modelo não é tão eficaz quanto o freio a disco. O modelo a tambor sofre mais em condições adversas, como por exemplo, em dia de chuva. Entretanto, se bem regulados funcionam adequadamente. Esse é o cuidado a se tomar. Como ele não se ajusta automaticamente é muito importante sempre manter ajustado a folga do cabo ou do varão de acionamento do freio.



No freio dianteiro é recomendável observar o estado do cabo de acionamento, sempre mantendo a lubrificação. Caso entre água no tambor, as lonas podem acumular sujeira e gerar ruídos durante a frenagem. Isso não é um problema, mas exige atenção e com o tempo a devida manutenção.


No modelo a disco, por ser hidráulico ele se auto-ajusta, mas é preciso conferir sempre o nível de fluido do reservatório, geralmente no guidão. Muitas vezes, quando o nível baixar não será indicio de que o fluido vazou e sim que está na hora de trocar as pastilhas.

Óleo do motor
Dizer para seguir a recomendação do fabricante, não é nada mais que o correto, mas é também o que ninguém presta atenção. O ideal é trocar o óleo do motor da motocicleta a cada 3.000 km, sempre em conjunto com o respectivo filtro. Em alguns modelos de baixa cilindrada o fabricante recomenda a troca entre 1.000 km. Por isso é recomendável sempre seguir as instruções do manual do proprietário. O tipo da composição geralmente é mineral, já que boa parte das fábricas de motos evita o uso de óleos com base sintética. Lembre-se que uma vez que o óleo esteja no motor, independente da quilometragem ele deverá ser substituído em no máximo seis meses.



Motos de baixa cilindrada e baixa rotação o mais recomendado é o óleo do tipo 20W50, uma versão muito utilizada nos carros. Já as motos de maior cilindrada e também de giro mais elevado, o ideal é colocar óleo do tipo 20W40. Apenas para ilustrar, as motos de alta rotação são aquelas que andam em torno de 6 a 15 mil giros, ou seja, RPM (rotações por minuto). Com o óleo do motor de uma moto, aliás, para qualquer motor, é importante manter sempre o controle do nível de óleo, pois só assim é possível manter o correto funcionamento.

Bateria
A parte elétrica de um determinado modelo pode ser mais complexo, dotado de diversos equipamentos, mas independente disso, o que o condutor nunca deve deixar de examinar é a bateria. Ao menos uma vez a cada seis meses o nível da água da bateria deve ser verificado. Alguns indícios podem denunciar a falta de solução na bateria, como por exemplo, quando o farol enfraquece em marcha lenta e fica forte ao acelerar, ou então quando o pisca é acionado e a luz em geral pisca junto. Se isso ocorrer é sinal de a bateria está enfraquecendo e precisa urgentemente de ser completada. Ao deixar a bateria sem solução por muito tempo, de uma hora para outra o condutor pode ficar na mão.

Carenagem e suportes
Se a sua moto tiver carenagem é fundamental fazer um reaperto ao menos a cada dois meses, pois a vibração do motor tende a afrouxar os parafusos. O mesmo cuidado deve ser estendido para os suportes em geral, como por exemplo, um porta-bagagem, painel e acessórios variados.

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Dicas automotivas - Uso correto dos faróis

Os veículos são dotados de sistemas de iluminação, com a finalidade de proporcionar a percepção do veículo à longa distância, quando estamos em rodovias, mas também a interpretação de seu posicionamento quando estamos em dias chuvosos, à noite ou no entardecer.

Um dos países que apresentavam índices elevadíssimos de acidentes de trânsito, era a Suécia.

Para solucionar o problema, foram adotadas medidas preventivas e uma das mais curiosas foi a obrigatoriedade do uso dos faróis baixos mesmo no período diurno.

Os índices reduziram drasticamente, mas pode ser esclarecida esta questão, porque a Suécia tem problemas sérios com o nevoeiro sobre suas cidades.

Mas um número significativo de motoristas deixam de fazer uso dos faróis da maneira correta, por absoluto desconhecimento de causa.

Para se ter idéia, muitos confundem a lanterna, também denominada luz de posição, ou luz de estacionamento, com o farol baixo.

A lanterna tem finalidade de se conferir o posicionamento do veículo em condições extremas de ausência de luminosidade.

Os faróis tem a função de iluminar a pista de passagem enquanto que o farol alto, permite a visão de uma extensão maior e só pode ser utilizado quando não houver outros motoristas no sentido oposto, ou à sua frente.

Outra função importante do uso dos faróis baixos, é a capacidade de permitir a antecipação aos motoristas que estiverem próximos de cruzar o mesmo local, mesma esquina, ou mesmo cruzamento de pistas.

Isso porque quando o motorista liga os faróis, a pista à sua frente é iluminada e os motoristas que estiverem se aproximando perceberão o seu movimento evitando assim uma possível colisão.

A falta do uso correto dos faróis é tão expressiva em diversas cidades brasileiras, que metrópoles como a Grande São Paulo, registram aumento de 15% no número de acidentes de trânsito, mesmo existindo um número 65 % menor de veículos nas vias públicas no período noturno.

Grande parte ocorre por ausência, mau uso, ou falhas nas iluminações.

É significativo o número de motoristas que deixam de fazer uso das lanternas (estou dizendo lanternas e não faróis), nas rodovias. Isso mesmo, muitos deixam de ligar as lanternas para trafegar pelas rodovias.

Não sei o que ocorre, nem por qual motivo deixam de ser sequer multados ou advertidos pelos policiais rodoviários.

Mas o problema é ainda maior quando esta negligência ocorre por parte de motoqueiros.

Eu já fui surpreendido diversas vezes em dias chuvosos, sem muita visibilidade, com motoqueiros cruzando os veículos sem nenhuma luz acesa, seja na traseira, seja na dianteira.

Os índices elevadíssimos de morte de motoqueiros no Brasil, pode ser interpretado parcialmente por mais este motivo.

Para entender um pouco tudo isso, os motoristas deveriam fazer com certa regularidade, uma revisão nos faróis, principalmente na questão da regulagem de altura.

Quando se pretende viajar, a questão da regulagem deve ser melhor atendida, isso porque quando se coloca uma quantidade significativa de peso no veículo, em geral no porta-malas, o veículo tende a "empinar" fazendo com que o ângulo de inclinação confira a elevação dos focos de luminosidade dos faróis.

Outra questão e que é motivo constante de reclamações por parte dos motoristas, é pelo fato de que mesmo os faróis baixos venham a incomodar quando em tráfego pelas vias públicas. Isso se deve ao fato de que quando utilizamos os faróis baixos, o foco de iluminação será da altura do pára-choque para baixo.

No entanto, quando se está em uma elevação, este foco será literalmente no olho do motorista que estiver no sentido oposto e na subida.

Não há o que fazer nesta situação à não ser enfrentar o problema.

Muitos se manifestam com medidas que são supostamente "educadas", desligando os faróis baixos deixando somente as lanternas. Mas isso é uma infração de trânsito, pois os faróis devem ser acionados e permanecer ligados enquanto o veículo estiver em funcionamento e em movimento.

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Dicas automotivas - Limpador de pára-brisa

Automóveis, caminhonetes, caminhões bem como todo e qualquer veículo motorizado que trafega pelas vias urbanas estão sujeitos à impregnação das impurezas emitidas pelo cano do escapamento.

Estas impurezas estão repletas de carbono mas muitas vezes estão acrescidas de oleosidade do motor.

Isso porque muitos motores estão gastos, com certa folga entre os pistões e o bloco, fazendo com que parte do óleo do motor venha a ser queimado na combustão e seja expelido pelo escapamento do veículo.

Este óleo ao se impregnar nos veículos que estão atrás acabam formando uma película no pára-brisa dos veículos.

Deste modo, quando estamos dirigindo nossos carros em dias chuvosos, a oleosidade fará com que as gotas da chuva formem milhares de gotículas.

Estas gotículas não conseguem escorrer por causa da oleosidade, ainda que se consiga limpar ou que se faça uso de panos para tentar limpar o vidro na sua parte externa.

As gotículas formadas no pára-brisa farão com que a luminosidade impeça a visualização à frente do veículo.

O uso do limpador de pára-brisa ao longo do tempo, acaba por desgastar a borracha das palhetas causando seus danos e extrema rigidez, chegando a ficar até quebradiça em muitas vezes.

Quando se está em dificuldades com a quebra do motor do limpador, ou qualquer avaria que impeça o seu devido funcinamento, o motorista pode fazer uso de um artifício comum para conseguir dirigibilidade.

Basta que na situação chuvosa o motorista consiga pelo menos dois cigarros.
Abra o cigarro na parte externa e molhada do vidro e esfregue o fumo no vidro, deixando que a água da chuva caia e remova os fragmentos do fumo.

Ao entrar no veículo se perceberá a diferença, o fumo removeu a oleosidade do vidro e deste modo a água passa a escorrer pelo vidro proporcionando visibilidade.

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sábado, 31 de julho de 2010

Como melhorar a partida do carro a álcool

Partida do carro a álcool

Aquele velho hábito de esquentar o motor do carro a álcool antes de sair com ele já não vale mais.

Nos automóveis modernos, o mecanismo do motor não precisa ser previamente 'aquecido'.

Basta apenas que você não force o motor logo de início, saindo com o veículo de maneira tranquila.

Dessa forma, a temperatura do carro vai sendo gradativamente estabilizada, e todas os componentes, como o câmbio e demais peças de transmissão, lubrificação e freios, atinjam a temperatura ideal de funcionamento em conjunto com o motor.

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Confira as ¨ lendas¨ sobre carros e descubra se elas são verdadeiras ou falsas.

verdadeiro ou falso sobre carro

Descer ladeira na banguela economiza combustível? Preciso esquentar o motor do carro antes de sair? Posso dirigir descalço? Essa dúvidas existem e sempre que perguntamos alguma coisa do gênero encontramos alguém com uma a resposta pronta, na ponta da língua. Mas será que essas respostas realmente fazem sentido? Conheça as “lendas” sobre carros e descubra quais delas são realmente verdadeiras.

Lavar o motor pode trazer problemas para o desempenho. Verdadeiro
Existem algumas restrições quanto à lavagem do motor. A água pode danificar alguns componentes eletrônicos instalados sob o capô. O melhor é usar um pano umedecido ou uma escova para retirar a sujeira do motor.

Usar gasolina aditivada ou "premium" é melhor para o motor. Depende
Apesar dos dois tipos de gasolina ajudarem a manter o motor limpo, é necessário que você consulte a especificação indicada no manual do proprietário e use apenas o combustível indicado para seu carro.

Faz mal mulher grávida usar cinto de segurança. Falso
De acordo com as associações médicas, a mulher grávida e o feto estarão mais protegidos com o cinto. Só é preciso posicionar a presilha do cinto o mais baixo possível, sobre a pélvis.

Para aumentar a vida útil do carro devo esquentar o motor antes de sair. Depende
Se o motor tiver sistema eletrônico de gerenciamento, como todos os novos carros, a informação é falsa. O motor alcança o desempenho adequado mesmo com o motor ainda frio. Para carros mais antigos a afirmação é verdadeira. No início do funcionamento eles apresentam uma deficiência de lubrificação que provoca maior atrito entre as peças metálicas.

É recomendado pisar na embreagem antes de ligar o motor. Verdadeiro
Embora não exista uma orientação oficial, quando a embreagem é acionada, a carga no volante do motor é aliviada no momento da ignição.

Alarme disparado descarrega a bateria. Verdadeiro
Se o alarme for desligado assim que disparar, ou pouco depois, não há problema. Mas, se você não estiver perto do seu carro para desativá-lo, ele continuará acionado até consumir toda a carga da bateria.

É melhor passar por quebra-molas ou valetas com o carro na diagonal, com uma roda de cada vez. Falso
Você deve levar em consideração que o sistema de suspensão foi preparado para funcionar em qualquer situação, porém, em linha reta, as molas e os amortecedores trabalham ao mesmo tempo dos dois lados, e assim o carro sofre uma torção menor e os passageiros não ficam sacudindo de um lado para o outro dentro do carro.

Podem abrir meu carro com outra chave com código eletrônico. Falso
As chaves eletrônicas possuem códigos que são alterados cada vez que elas são acionadas. É praticamente impossível que duas chaves tenham a mesma combinação.

É permitido dirigir descalço na estrada. Verdadeiro
Você pode dirigir descalço tanto na estrada quanto na cidade. O que é proibido é dirigir com um calçado que não fique firme nos pés ou que atrapalhe a utilização dos pedais, como chinelo de dedo, por exemplo.

Duas crianças podem dividir o mesmo cinto de segurança. Falso
Com o impacto da batida uma pessoa pode espremer a outra, causando muitos ferimentos. Além disso, a legislação de trânsito diz que o uso do cinto de segurança é individual, independente da idade do usuário.

Para estacionar em uma ladeira só preciso utilizar o freio de mão. Falso
Para garantir que seu carro não descerá a ladeira contra sua vontade não se esqueça também de deixar a marcha engatada e travar a direção virada para o meio-fio.

Devo acionar a embreagem ao passar por um buraco. Verdadeiro
A caixa de câmbio fica mais protegida do impacto causado por um buraco se a embreagem for acionada, porque a pancada não a atingirá diretamente.

Quando tiver neblina devo ligar o pisca - alerta para mostrar que estou trafegando na via. Falso
Nunca ligue o pisca - alerta quando estiver trafegando no meio da neblina. Pisca - alerta ligado significa que o carro está parado, e por isso, o melhor a fazer é diminuir a velocidade e ligar os faróis baixos ou de neblina.

Posso descer trechos de pista com o carro na "banguela" (câmbio no ponto morto) para economizar combustível. Falso
Dizem que ajuda a economizar combustível, mas o “ponto morto” não é aconselhado por uma questão de segurança. O sistema de freio sem o auxílio do freio-motor pode superaquecer e até falhar

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