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sábado, 4 de setembro de 2010

APRENDA A DIRIGIR BEM COM TODA SEGURANÇA



APRENDA A DIRIGIR BEM COM TODA SEGURANÇA

Dicas importantes para os motoristas:


Não "espiche" as marchas em excesso (fazer o motor rodar a mais de 3 mil giros).

Quando estiver trafegando por ruas esburacadas, procure andar em baixa velocidade e sempre que cruzar em elevações ou buracos (como lombadas e quebra-molas) mantenha a embreagem pressionada ou pare e arranque vagarosamente.

Se você cruzar com alguma marcha engatada, sem pisar na embreagem, as engrenagens da sua caixa de marchas vão sentir uma enorme pressão e você uma enorme sacudida.

Para evitar problemas nas viagens, os motoristas precisam estar atentos às condições das vias e, principalmente, à forma de conduzir os veículos. ?Dirigir na cidade e na estrada são duas coisas completamente diferentes?.

?Um trabalho de alta velocidade tem um comportamento completamente diferente. O contato do pneu no asfalto a uma velocidade de 100 quilômetros por hora é 90% menor que com o carro parado?.

Velocidade ideal

Os motoristas devem evitar trafegar no limite de velocidade permitido nas rodovias. O ideal é 80 quilômetros por hora. Quanto maior a velocidade, maior o perigo. Os motoristas não estão competindo?.

Distância entre veículos

Em caso de chuva, o ideal é uma distância de três segundos. Para pista seca, dois segundos já são suficientes?, aponta o especialista em direção defensiva.

Ultrapassagem segura

Para garantir uma ultrapassagem segura, os motoristas devem seguir alguns passos importantes antes de realizar a manobra. Segundo o o especialista em direção defensiva, a primeira atitude é garantir visibilidade total da ultrapassagem. O motorista não deve colar no carro a ser ultrapassado e, aos poucos levar o carro à esquerda, para visualizar a pista no sentido contrário (em caso de mão dupla). Caso esteja na mesma velocidade do veículo a ser ultrapassado, o motorista deve manter um carro de distância. Ao iniciar a manobra, o motorista deve ter aceleração máxima para garantir maior velocidade. ?Não existe meia ultrapassagem. Não dá para desistir no meio. Portanto, é fundamental aguardar o momento oportuno.?

Neblina

Em caso de neblina na pista, os motoristas devem usar faróis baixos e, caso conte com o acessório, o farol de neblina deve ser ligado. ?Não existe nenhuma outra hipótese para esse caso?.

Chuva

Para conduzir na chuva, o especialista alerta que mais importante que reduzir a velocidade é manter a distância de segurança (três segundos). ?O motorista deve manter a firmeza no volante e, caso passe por um poça, deve seguir com a mesma aceleração. Frear ou acelerar demais facilita o desequilíbrio do veículo?.

Como segurar o volante?

Segundo o especialista, a forma ideal de segurar o volante é, em comparação a um relógio, no horário dez para as duas. Caso o carro tenha air bag, a posição ideal muda para quinze para as três.

Como frear?

A freada do bom motorista não marca o chão?. É com essa frase que o especialista define uma freada segura. Ele aponta que o motorista deve manter o limite de travamento do veículo, não deixar que as rodas arrastem travadas pela pista, o que faz com que o veículo fique descontrolado. ?Com a roda travada, o motorista vira o volante e o carro segue em linha reta?, finalizou.

Antes de pôr o pé na estrada...

Além das dicas para uma condução mais segura, os motoristas também devem estar atentos à parte mecânica dos veículos. Uma revisão antes da viagem é fundamental. ?A primeira coisa é não deixar para ver o carro de última hora. Os motoristas devem agendar uma revisão com pelo menos uma semana de antecedência?, alerta o mecânicos.

O motorista deve checar os itens de segurança, nível de óleo, as ferramentas, o macaco do carro e o extintor de incêndio. ?É importante fazer uma revisão das lanternas, além de um alinhamento da direção e calibragem dos pneus. Se o pneu não estiver calibrado, o carro desalinha e a viagem fica insegura.?

Dentro da oficina mecânica, também são verificados a suspensão, os freios e o rolamento das rodas. As correias do motor, os filtros de ar, de óleo e de combustível também passam por uma revisão.



Inspeções periódicas:

Verificar o nível do óleo

Cheque o nível de óleo do motor a cada semana. Para fazer essa inspeção o carro deve estar em local plano, com o motor frio, após ter ficado algumas horas em descanso. O nível correto deve ficar entre as marcas mínima e máxima da vareta. Lembre-se que óleo em excesso pode sujar as velas e o sistema de alimentação nos carros com carburador. Ao contrário, a falta de óleo compromete a lubrificação das partes móveis internas, podendo causar o travamento ou desgaste prematuro do motor. Se tiver de completar o nível, utilize óleo da mesma marca, especificação e classificação da do óleo original.

Completar a água do radiador

Verifique o líquido do sistema de refrigeração (radiador e vaso de expansão) sempre com o motor frio. Faça isso a cada semana, de preferência logo pela manhã, antes de sair de casa. O nível correto deve ficar entre as marcas máxima e mínima do reservatório de expansão. Nunca deixe o frentista do posto abrir a tampa do radiador ou reservatório com o motor quente. A água aquecida aumenta de volume e se perde quando a tampa é liberada. Em caso de superaquecimento, espere o motor esfriar totalmente antes de completar o nível. Feito isso, ligue o motor e adicione a água fria aos poucos. Isso evita um choque térmico que poderia causar o empenamento do cabeçote e outros problemas mais sérios ao veículo.


Profundidade dos sucos dos pneus

Desenhados para escoar a água em contato com a banda de rodagem, os sulcos dos pneus devem manter uma profundidade mínima de 1,6 mm. Abaixo dessa medida, passam a perder a aderência quando em contato com o chão molhado ou em condições de baixo atrito. Além disso, carros com pneus lisos estão sujeitos a multa na estrada. Alguns modelos de pneus vêm com indicador de desgaste, em geral uma marca gravada ou marca de tinta na borracha. Por isso, não se esqueça de fazer o rodízio de pneus a cada 10 mil km - para tornar o desgaste mais uniforme- e não hesite em trocá-los quando estiverem gastos.


Lavagem do motor nos postos

Os carros equipados com injeção eletrônica são mais sensíveis à água durante as lavagens. Por isso evite limpar o motor com muita freqüência nos postos de abastecimento. A água sob pressão pode infiltrar nos terminais e sensores do sistema de ignição e bloquear o contato elétrico, impedindo o motor de funcionar. Em modelos com central eletrônica instalada dentro do cofre do motor, pode haver uma pane nesse componente. Se a lavagem do motor for inevitável, envolva a central eletrônica com um plástico e evite esguichar água sob pressão nos terminais.


Calibragem dos pneus

Verifique a calibragem dos pneus semanalmente. Ela deve ser checada sempre com os pneus frios, de preferência pela manhã, no posto mais próximo de sua casa, assim que começar a rodar. A explicação é simples: quando o carro está em movimento o atrito da roda com o piso aquece os pneus. Isso aumenta o volume interno de ar e faz com que a pressão se eleve. Qualquer calibragem nessas condições vai apontar uma medição alterada.


Cuidados com a Bateria

Relegada ao esquecimento, a bateria do carro também requer manutenção. Nas baterias não seladas, verifique e complete o líquido a cada 30 dias, reduzindo essa freqüência no verão, período em que há maior evaporação. Use sempre água destilada. Evite a água de torneira, pois esta contém elementos químicos ou metais que podem comprometer a vida útil da bateria. Nas baterias seladas, o orifício de ventilação dos elementos deve estar sempre desobstruído para evitar o acúmulo de gases em seu interior e uma eventual explosão.

Capitan & Silveira Corretora de Seguros
Rua da Mooca, 1291 - Sala 16 - Mooca/SP
Tel(11) 2779-7262 (11) 2048-1940
Site: http://www.csloja.com.br

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Como escolher um seguro de viagem

Os agentes de viagens, lojas ou especialistas on-line são apenas alguns dos lugares onde você pode pegar seguro de viagem para o preço de óculos de sol, se não for livre grátis com um outro produto. No entanto, isso não significa que você não deve considerar as suas opções de seguro de viagem com cuidado. Nem todas as políticas são as mesmas e você pode ficar com uma pesada factura se você não estiver coberto por um problema quando você estiver ausente. O seguinte guia explica o que são as suas opções ao escolher um seguro de viagem e os fundamentos que todo político deveria incluir. Se o seu seguro é livre, leia bem as letras pequenas. Pode ser mais prudente pagar um prêmio mais elevado para sua viagem.

Os casos mínimo que o seu seguro deverá cobrir:
Despesas médicasPara cobrir um ferimento ou doença súbita no país estrangeiro. Uma valor de cobertura sugerida é de R$ 3 milhões para viagens na Europa, e de R$6 milhões para o resto do mundo, incluindo os E.U.

Serviço de emergência 24 horas e assistência.
Responsabilidade pessoal coberto de até R$ 3 milhão em caso que você é processado por causar prejuízo ou causar danos materiais.

Objetos perdidos ou roubados (Cartão de credito, passeporte)
Cancelamento e contingenciamento (corte curto a viagem): Cobertura conselhada cerca de R$10.000 a R$15.000.

Aqui estão características adicionais que você deveria considerar:

Viagens européias.
Se você estiver hospedado na Europa, não se esqueça de preencher o Cartão Europeu de Seguro, que substitui o formulário E111. Ele dá direito para você a operações medicas livre ou mais barato no país europeu que você está visitando. No entanto, você não deve considerar o cartão como uma alternativa de baixo o custo de seguro de viagem.


Viagem única ou cobertura anual?
Para os que viajam regularemente, seguros anuais ou multi-viagens são uma boa pedida, comojá que muitas vezes é mais barato e evita o incômodo de organização de cobertura para cada viagem que você faz. O preço normalmente varia dependendo se você escolher um plano europeu, mundial excluindo E.U.A., ou em todo o mundo, incluindo E.U.A. Se você optar por uma política anual, é importante descobrir quais são as limitações. Por exemplo, algumas políticas de limitar a duração das viagens individuais, que podem cobrir 21, 35 ou 42 dias. Se você ficar por mais tempo, é possível que você não seja segurado. Também é importante considerar quando você quer que seu plano começe você pode optar pelo início da cobertura a partir do dia em que cpmeça sua primeira viagem, em vez da data em que você compra o plano.

Bagagem perdidas
Airlines perdeu 42 milhões de sacas no ano passado, por isso, não é surpreendente que o medo mais comum para os turistas é problemas com sua bagagem. Assim, você pensaria que as seguradoras teriam esta área coberta. Todavia, um estudo constatou que 14% dos seguros de viagem não fornecem qualquer compensação por atraso de bagagem.

Esportes de inverno, mochileiros, e mais de 65 anos


Se você está planejando umas férias ativas, em vez de deitada à beira da piscina durante uma semana, você pode precisar de seguros especializados. Cobertura de esportes de inverno é freqüentemente uma opção em muitas apólices, mas você pode querer considerar um cotação especial. Isto também se aplica se você é mochileiro, um viajante de negócios, ou se tiver mais de 65 anos. Políticas que cobrem os viajantes com idade superior a 65 vezes incluem médicos e podem cobrir até R$30 milhões, em vez dos habituais 6 milhões. No entanto, as apólices gerais podem ser consideravelmente mais caro para os de mais de 60 anos, por isso pode ser interessante de tomar uma apólice especial.

Cobertura da família
A definição de cobertura da família varia entre as seguradoras. Vale a pena de verificar antes de viajar, ou sua família pode não ser coberto. Geralmente isso significa que dois adultos e até quatro filhos, mas algumas seguradoras estipulam que todos os membros da família deve viver no mesmo endereço, enquanto outros não. Além disso, alguns apólices classe os estudantos até 22 anos de idade como crianças, enquanto outros ater a um limite de idade de 18 anos.

Como quando você compra um seguro de vida, você deveria ter a sua decisões sobre a cobertura que você quer feitas antes de andar em o escritórios para evitar ser pressionado para comprar acréscimos desnecessários.

Verifique a franquia
Como acontece com qualquer tipo de seguro, você deve verificar a franquia que você pode esperar pagar em qualquer reivindicação, já que pode variar entre os prestadores. Algumas apólices incluem um levantamento da franquia, mas há geralmente uma taxa.

Buscar o segurador
Você pode pegar um seguro de viagem numa longa rua, na internet e por telefone. No entanto, as chances são, se está sendo vendida junto com uma outra coisa, seja as suas férias, vôos ou cartão de crédito, você pode não estar recebendo o melhor negócio.O custo do seguro de viagem pode ser de 75 por cento mais caro se comprado aos agentes de viagens, por isso é melhor olhar em linha. Conhece os differentos seguradoras aqui e utiliza o nosso comparador pare escolher o melhor segurador.

Antes de viajar
Verifique informações sobre o país que você está viajando para, principalmente se você estiver visitando uma área que tem sido considerado de risco no passado recente.

A Capitan & Silveira Corretora de Seguros esta a sua disposição para orienta-lo(a) na contratação de um Seguro Viagem.

Visite nosso site: www.csloja.com.br

Contato/Duvidas sobre seguros Tel(011) 2779-7262

terça-feira, 29 de junho de 2010

Seguros de viagem ficam em alta nas férias

Se você está de malas prontas para curtir o recesso de julho em outra cidade ou país, vale a pena contratar o serviço, que ressarce despesas com saúde, por exemplo. Mas fique atento às coberturas e procure empresas regulamentadas


Fernanda de Castro diz que a contratação do seguro é uma segurança

O crescimento do número de viagens de férias, turismo ou de negócios já se reflete no mercado de seguros. Nos quatro primeiros meses deste ano, a receita de prêmios apurada na carteira de seguros turísticos (ou de viagens) somou R$ 9,8 milhões, o que representou um aumento de 104,5% em relação ao primeiro quadrimestre de 2009. Segundo o diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Paulo dos Santos, esse desempenho é reflexo da recuperação do poder de compra da população e da maior consciência sobre a importância desse tipo de cobertura. Neste mês, a expectativa é de que a contratação do serviço cresça ainda mais. “Em julho, a comercialização do seguro viagem costuma aumentar em cerca de 10%”, estima o consultor da BarrosDeMoura & Associados e diretor da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS), Carlos Antônio Barros de Moura.

Além do seguro turístico, há o residencial — outro tipo de cobertura que pode ser contratada para garantir tranquilidade durante as férias. No entanto, para ter certeza de que será amparado, reembolsado ou indenizado em caso de problemas, é preciso ficar atento às coberturas previstas na apólice e se elas estão de acordo com o seu perfil. “No seguro residencial, por exemplo, o valor pode dobrar caso exista a possibilidade de indenização por roubo e furtos de bens”, alerta Antônio Barros.

Em alguns contratos, a cobertura contra roubo abrange apenas o praticado com violência ou grave ameaça, e contra furto, só o qualificado — que deixa vestígios, como arrombamento e quebra de vidro etc —, e não o simples — quando o bem desaparece. Já para viagens internacionais, por exemplo, é importante o seguro turístico com reembolso para despesas médicas e hospitalares. No exterior, geralmente, os custos de serviços na área de saúde são muito caros e há países em que o sistema público só atende quem tem o cartão de benefícios do governo. A contratação do seguro viagem também é obrigatória para a entrada na maior parte dos países da União Europeia.

Em suas viagens internacionais, a servidora pública Fernanda Martins de Castro, 39 anos, sempre contrata o seguro viagem. “É uma segurança, principalmente nos casos de problemas de saúde, que no exterior são caríssimos. Na Austrália, eles exigem o pagamento de um seguro saúde do governo do país na hora da emissão do visto. Mas é um seguro muito básico, só para casos de atendimento de emergência. Então, quando eu fui para lá, eu contratei um outro adicional”, conta.

Regulamentação

Ela alerta que é preciso ficar atento às coberturas. “O seguro viagem para a Nova Zelândia — conhecida como capital mundial dos esportes radicais — não presta assistência para acidentes em decorrência da prática desses esportes. Caso o cliente queira, deverá pagar um adicional para os dias específicos em que pretende realizá-los”, ressalta Fernanda.

A comercialização dos dois seguros é regulamentada pela Susep. No caso do turístico, o serviço pode ser incluído no pacote de viagem ou adquirido por meio de um corretor ou de uma agência de turismo. Ele deve oferecer, no mínimo, as coberturas por morte acidental e/ou invalidez por acidente.

Após a entrega da documentação necessária para o reembolso das despesas, a seguradora terá prazo de 30 dias para pagar a indenização. Em caso de discordância, o caminho é a Justiça. “O segurado tem um ano para comunicar o sinistro à seguradora após a ocorrência do fato. Caso a empresa se negue a indenizá-lo, terá mais um ano para entrar na Justiça”, explica o presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), Geraldo Tardin. Ele alerta aos consumidores para não se contentarem com uma simples negativa da empresa. “As seguradoras costumam incluir várias cláusulas excludentes, que, quando analisadas, são consideradas abusivas”, garante.

Não obrigatórias

As coberturas podem oferecer outras assistências, desde que estejam relacionadas com viagem, como perda de bagagem, reembolso de despesas por atraso na localização de malas, atraso de voo, cancelamento de viagem, retorno antecipado por doença do segurado ou familiar, morte de familiar, entre outros. O seguro residencial, por sua vez, protege, basicamente, o imóvel e seu conteúdo, na hipótese da ocorrência de acidentes ou quaisquer outros riscos como incêndio, queda de raios, pane elétrica, vazamentos etc.

Dicas

Verifique a regularidade da situação do corretor e da seguradora. Isso pode ser feito na página da Susep na internet (www.susep.gov.br).

Identifique, com o corretor, quais as coberturas que melhor se adaptam aos riscos dos quais deseja se proteger e os valores de importância segurada que melhor reflitam o seu interesse.

Observe a relação dos “riscos excluídos” e dos “bens não compreendidos na apólice”, verificando se representam uma significativa restrição aos seus interesses. Em caso afirmativo, verifique com o corretor a possibilidade de inclusão de coberturas específicas (adicionais) que cubram o risco/objeto desejado.

Leia atentamente as condições contratuais da apólice, verificando se, de fato, as coberturas e valores apresentados correspondem ao que pretende.

A contratação de seguro viagem deve ser opcional. Alguns países, no entanto, podem exigi-lo dos estrangeiros que pretendem ingressar em seu território.

Não é necessário adquirir o seguro turístico em seu pacote de viagem. Você tem a opção de comprá-lo à parte em outra agência ou direto com seu corretor de confiança.

Pesquise e opte pelo plano de melhor custo-benefício, ou seja, aquele que ofereça maiores coberturas pelos menores preços.

Serviço

Susep — 0800 0218484

Companhias notificadas

O tão comemorado aumento na venda de seguros de viagem pode não ter sido motivado apenas pelo crescimento do mercado turístico ou de negócios. O presidente do Ibedec, Geraldo Tardin, acredita que o segmento pode ter sido impulsionado pela venda de seguros viagens pelas companhias aéreas. A prática é permitida, desde que as empresas informem ao consumidor que o serviço é opcional. Dessa forma, a orientação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) é de que, nas compras pela internet, a contratação do seguro realmente seja uma escolha do cliente, ou seja, não deve estar marcada automaticamente.

“No entanto, no início deste ano, verificou-se que as companhias induziam os consumidores mais distraídos a adquirirem o serviço pois a opção pela contratação do seguro estava marcada automaticamente nas vendas dos bilhetes pela internet”, lembra Gerado Tardin. Após receber denúncia do Ministério Público Federal, a Anac notificou a Gol, a Tam e a Azul e abriu processo administrativo contra as companhias, que ainda não foi concluído e pode resultar em multas. Na época, a Webjet não recebeu notificação e continua a ofertar automaticamente o serviço. O passageiro — se quiser ou estiver atento — é quem deve desmarcá-lo. Ao ter conhecimento da informação, a Anac garantiu que notificará a companhia. Já o Ibedec entrará com uma representação no Ministério Público do DF. Até o fechamento desta edição, a Webjet não enviou resposta ao Correio.


Fonte: Correio Braziliense - Naiobe Quelem Noticias

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