“Eu troco o óleo toda semana”. “Não deixo passar dos 1.000 km”. “O ideal é trocar na metade do recomendado pelo fabricante”. Esses são apenas alguns dos mitos que existem sobre a troca de óleo nas motos. Perdido no meio dessa confusão toda, o motociclista, que se preocupa com a manutenção do seu veículo, fica sem saber qual a hora certa de troca o óleo de sua moto.
A dúvida não deveria nem existir, afinal em todo “Manual do Proprietário” que acompanha as motocicletas há as recomendações dos fabricantes sobre o óleo correto e o intervalo entre cada troca de óleo. Mas o que fazer quando até mesmo na própria concessionária autorizada o mecânico recomenda substituir o fluido antes do recomendado?
“Realmente, 90% dos mecânicos que recebem treinamento trocam na metade do intervalo recomendado”, admite Alexandre Hernandes, Instrutor Técnico da Yamaha Motor. Responsável por capacitar os mecânicos das oficinas autorizadas, Alexandre afirma que isso acontece porque os mecânicos acreditam que dessa forma o motor dura mais. “Essa idéia vem da década de 80 quando os óleos duravam menos. Agora a tecnologia dos óleos evoluiu muito e o fluido dura mais”, explica.
Ao longo dos anos, assim como as motos, os óleos evoluíram. Tanto na viscosidade como nas especificações da API (American Petroleum Institute). “Antes os óleos atendiam normas mais antigas da API, agora o Yamalube, óleo recomendado pela Yamaha para suas motos, atende à norma SL, quer dizer uma especificação mais moderna, o que permite um maior intervalo na hora de trocar o óleo”, ressalta o Instrutor da Yamaha.
Nas motos de baixa cilindrada da marca, como por exemplo, a YBR 125 Factor, a fábrica recomenda a troca de óleo a cada 3.000 km – exceto na primeira troca que deve ser feita aos 1.000 km junto com a revisão. Porém, uma rápida visita aos fóruns na internet ou uma conversa com motociclistas mostra que a maioria faz a substituição a cada 1.000 km, inclusive com recomendação da concessionária. “Os concessionários recomendam isso porque sabem que a maioria dos clientes não verifica o nível do óleo entre as trocas. Então para evitar problemas recomendam que se troque o óleo na metade do tempo”, justifica Alexandre.
Alexandre aproveita para alertar os motociclistas: “mesmo que a troca seja recomendada a cada 3000 km o motociclista precisa verificar o nível de óleo periodicamente e, se necessário for, completar com o mesmo óleo utilizado”. Se o motociclista utilizar um óleo diferente, o fluido pode perder suas características, alerta ele.
O engenheiro da Honda, Alfredo Guedes, faz coro e admite que a troca do óleo antes mesmo que o recomendado pela montadora também acontece em concessionárias da marca. “O consumidor é resistente a mudanças. Antes, quando o óleo tinha especificação inferior, a troca devia ser feita aos 1500 km. Desde a CG 150, passamos a recomendar o óleo Móbil Super Moto 4T que tem viscosidade 20W50 e atende à norma API SF, portanto as trocas passaram para cada 4000 km. Com exceção da primeira que deve ser feita obrigatoriamente aos 1000 km ou após seis meses.”, explica Guedes.
A validade do óleo também é outro fator a ser levado em conta. Após sair da embalagem o óleo dura seis meses. Mesmo que a moto não rode a quilometragem indicada, depois desse período o óleo deve ser substituído. “Mas trocar o óleo toda semana ou a cada 1000 km, além de jogar dinheiro fora, o motociclista vai gerar resíduos desnecessários para o meio ambiente”, relembra o engenheiro que há 14 anos trabalha na Honda.
O óleo certo
Alfredo Guedes também alerta para o uso do óleo correto, ou seja, aquele recomendado pela montadora. “O consumidor deve sempre usar o óleo recomendado pelo fabricante. Pois já fizemos exaustivos testes em bancadas, ou rodando em condições severas. Muitos proprietários de motos maiores, como a CBR 600RR, por exemplo, querem usar óleo de base sintética, porque acham que é melhor. Não recomendamos”, avisa o engenheiro.
Segundo ele, os óleos de base sintética podem formar uma película nos discos de embreagem e reduzir o atrito. Com isso a embreagem pode começar a patinar. “Alguns fabricantes de óleo sintéticos afirmam que isso não acontece mais, porém a Honda ainda não testou esses óleos e o motociclista não deve utilizá-lo em nossas motocicletas. Exceto alguns modelos de competição que têm embreagem a seco”, reforça ele.
A maioria das motos de rua tem discos de embreagem banhados a óleo. Enquanto nos carros há um lubrificante específico para o motor e outro para a caixa de transmissão, na maioria das motos com motores quatro tempos à venda no Brasil o mesmo óleo que lubrifica cilindros e pistões, lubrifica também a caixa de marchas e a embreagem. “Por isso nunca se deve usar óleo de carro em motocicletas”, conclui Alexandre Hernandes, instrutor da Yamaha.
Conclusão
Para saber qual a hora certa de trocar o óleo de sua moto a principal recomendação dos fabricantes é só uma: seguir à risca o “Manual do Proprietário”. Tanto em relação ao óleo a ser utilizado quanto ao intervalo entre as trocas. Com isso, segundo o Instrutor da Yamaha, o motociclista tem a garantia de estar cuidando bem da lubrificação de sua moto. “Seguindo o Manual não tem erro, não tem xabu”, reforça Alfredo da Honda.
Cinco dicas sobre troca de óleo
1 - Nunca use óleo de carros em motocicletas
2 – O óleo certo para cada modelo de moto é o recomendado pelo fabricante
3 – Verifique o nível do óleo semanalmente
4 – Na troca de óleo, verifique a necessidade de substituir os filtros de óleo e ar da motocicleta
5 – Caso sua moto não rode muito, troque o óleo a cada seis meses
Texto: Arthur Caldeira / Infomoto
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domingo, 1 de agosto de 2010
Dicas automotivas: Cuidados para comprar um seminovo
Documentação - Cheque a autenticidade dos documentos, conferindo placa, número do chassi, nome do proprietário, entre outros. Exija documentos originais, sempre. Certifique-se se, no documento, constam "Alienação Fiduciária" , "Reserva de Domínio" ou, ainda, se é financiado, o que indica que ele pertence à financeira. A expressão "Sem Reserva" indica que não há impedimentos à transferência da propriedade do veículo.
Placa - A partir da placa, confira se o carro está licenciado em seu município. A transferência de veículos de outras cidades incorre em custos, prazos esticados e burocracia.
Compare o número do chassi - Gravado perto do motor, nos vidros e na carroceria - com o do certificado do veículo. Os números e letras da gravação na chapa devem estar alinhados, com espaços regulares e contornos uniformes.
Detran - Entre em contato com o Detran de sua cidade para checar o histórico do veículo. De posse do número do Renavan e placa do carro, é possível ter acesso a eventuais multas e bloqueios de IPVA ou informações sobre alienação e roubo.
Perfil do veículo - Observe o perfil da lataria para avaliar se existem peças desalinhadas ou amassadas. Procure olhar o carro sob luz forte ou luz do dia. Mudanças de cor na lataria e respingos de tinta nas borrachas e frisos indicam que o carro já passou por serviços de funilaria e pintura. Procure por pontos de ferrugem nos vincos e dobradiças.
Direção - Esteja atento aos pedais, alavanca de câmbio e volante. Peças com revestimento muito desgastado podem denunciar uso severo e, talvez, uma quilometragem muito além da divulgada pelo anunciante.
Segurança - Verifique os equipamentos obrigatórios de segurança. Estepe, macaco e chave de roda, triângulo de sinalização, extintor de incêndio, cintos de segurança, etc.
Mecânica - Tente obter o aval de um especialista ou mecânico de sua confiança em relação à mecânica. Caso não seja possível, não se desespere. Siga algumas dicas básicas para ter certeza de que está comprando um bom carro.
Motorização - Observe o motor, sempre atento a vazamentos ou acúmulo de óleo na superfície. Verifique a coloração da água no vaso de expansão do radiador. É importante notar se existem sinais de ferrugem ou óleo na água, pois apontam problemas mais graves. Cabos e mangueiras ressecados ou emendados são comuns em carros seminovos. Não deixe de checá-los.
Ruídos - Ligue o motor sem acelerar, aguardando alguns segundos em marcha-lenta. Ruídos ?metálicos? podem denunciar empenos, folgas ou problemas mais graves em peças internas. Acelere aos poucos, progressivamente, sempre atento ao surgimento de barulhos anormais. Verifique o escapamento em busca de sinais de óleo ou fumaça. Tente fazer um test-drive no carro, sempre atento ao desempenho e à dirigibilidade.
Visite nosso site: www.csloja.com.br
Placa - A partir da placa, confira se o carro está licenciado em seu município. A transferência de veículos de outras cidades incorre em custos, prazos esticados e burocracia.
Compare o número do chassi - Gravado perto do motor, nos vidros e na carroceria - com o do certificado do veículo. Os números e letras da gravação na chapa devem estar alinhados, com espaços regulares e contornos uniformes.
Detran - Entre em contato com o Detran de sua cidade para checar o histórico do veículo. De posse do número do Renavan e placa do carro, é possível ter acesso a eventuais multas e bloqueios de IPVA ou informações sobre alienação e roubo.
Perfil do veículo - Observe o perfil da lataria para avaliar se existem peças desalinhadas ou amassadas. Procure olhar o carro sob luz forte ou luz do dia. Mudanças de cor na lataria e respingos de tinta nas borrachas e frisos indicam que o carro já passou por serviços de funilaria e pintura. Procure por pontos de ferrugem nos vincos e dobradiças.
Direção - Esteja atento aos pedais, alavanca de câmbio e volante. Peças com revestimento muito desgastado podem denunciar uso severo e, talvez, uma quilometragem muito além da divulgada pelo anunciante.
Segurança - Verifique os equipamentos obrigatórios de segurança. Estepe, macaco e chave de roda, triângulo de sinalização, extintor de incêndio, cintos de segurança, etc.
Mecânica - Tente obter o aval de um especialista ou mecânico de sua confiança em relação à mecânica. Caso não seja possível, não se desespere. Siga algumas dicas básicas para ter certeza de que está comprando um bom carro.
Motorização - Observe o motor, sempre atento a vazamentos ou acúmulo de óleo na superfície. Verifique a coloração da água no vaso de expansão do radiador. É importante notar se existem sinais de ferrugem ou óleo na água, pois apontam problemas mais graves. Cabos e mangueiras ressecados ou emendados são comuns em carros seminovos. Não deixe de checá-los.
Ruídos - Ligue o motor sem acelerar, aguardando alguns segundos em marcha-lenta. Ruídos ?metálicos? podem denunciar empenos, folgas ou problemas mais graves em peças internas. Acelere aos poucos, progressivamente, sempre atento ao surgimento de barulhos anormais. Verifique o escapamento em busca de sinais de óleo ou fumaça. Tente fazer um test-drive no carro, sempre atento ao desempenho e à dirigibilidade.
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Dicas automotivas: Pressão dos pneus
A pressão de ar é o fator que mais afeta o desgaste do pneu e, por conseqüência, sua vida útil. Saiba como a pressão excessivamente baixa ou alta pode afetar diretamente o pneu.
Pressão baixa
Pneu com baixa pressão tem sua área de contato com o solo alterada, provocando desgaste acelerado e irregular da banda de rodagem e dos ?ombros?. Isso reduz sua durabilidade e aumenta o consumo de combustível. Outras conseqüências que podem advir da baixa pressão: superaquecimento, quebras e separações dos componentes estruturais do pneu.
Pressão alta
Também altera a área de contato do pneu com o solo, ocasionando desgaste acelerado no centro da banda de rodagem e reduzindo a durabilidade do pneu. Devido ao supertensionamento da carcaça, o pneu fica mais suscetível a cortes e impactos. Pressão alta reduz o conforto ao dirigir (carro vibra mais com irregularidades do solo).
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Pressão baixa
Pneu com baixa pressão tem sua área de contato com o solo alterada, provocando desgaste acelerado e irregular da banda de rodagem e dos ?ombros?. Isso reduz sua durabilidade e aumenta o consumo de combustível. Outras conseqüências que podem advir da baixa pressão: superaquecimento, quebras e separações dos componentes estruturais do pneu.
Pressão alta
Também altera a área de contato do pneu com o solo, ocasionando desgaste acelerado no centro da banda de rodagem e reduzindo a durabilidade do pneu. Devido ao supertensionamento da carcaça, o pneu fica mais suscetível a cortes e impactos. Pressão alta reduz o conforto ao dirigir (carro vibra mais com irregularidades do solo).
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Tire dúvidas sobre o uso de Gás Natural Veicular
Desde a crise do petróleo, na década de 1970, e depois com a percepção das agressões a atmosfera na década seguinte, os governos em todo o mundo estão constantemente em busca de fontes alternativas para servir de combustível ao setor automotivo. Uma dessas alternativas é o gás natural veicular (GNV), que nada mais é que um combustível gasoso cujas propriedades químicas substituem muito bem os combustíveis tradicionais para motores.
As frotas de empresas estatais brasileiras foram aderindo ao uso do gás por aqui, mas foi após a publicação do Decreto nº 1.787 de 12 de janeiro de 1996, quando então foi liberado o seu uso em veículo particular, que o GNV se popularizou entre os motoristas brasileiros.
O gás natural veicular não é derivado de petróleo, ele pode ser extraído do processamento do lixo orgânico em usinas, por isso também é conhecido por gás do lixo ou em termos mais técnicos, por metano. É, sem dúvida, uma fonte de energia renovável, pois sua matéria prima, nesse caso o lixo orgânico das grandes metrópoles, pode ser considerada uma fonte inesgotável. Além do benefício com a finalidade, ou seja, como combustível, ainda acrescenta uma melhoria significativa da qualidade de vida nas grandes cidades, uma vez que as emissões de gases poluentes, como por exemplo, monóxido de carbono (CO) e oxido de nitrogênio (NOx), sofrem reduções significativas, o que melhora a qualidade do ar, além do que, seu processo de queima liberar apenas dióxido de carbono(CO2) e água (H2O).
Para a utilização do GNV é normal que seja aplicado em motores concebidos para rodar com gasolina ou com álcool. Dessa forma é natural que se passe a operar de maneira bicombustível, podendo alterar entre o GNV e o combustível original do veículo. Alguns modelos já saem de fábrica com essa opção, mas também é possível adaptar qualquer outro automóvel, desde que o serviço seja feito em oficinas credenciadas.
Apesar de a palavra gás remeter ao perigo de fogo e explosão, o GNV tem menor
densidade que o ar atmosférico, o que em caso de vazamento, possibilita sua rápida dissipação na atmosfera, reduzindo a probabilidade de ocorrência de concentrações na faixa de inflamabilidade. Em outras palavras, um carro devidamente equipado com os dispositivos de segurança não corre risco algum. As normas relacionadas com a conversão são extremamente rígidas. Os componentes do sistema de conversão são testados exaustivamente pelos fabricantes com a finalidade de assegurar uma confiabilidade elevada.
É importante ressaltar que O GNV difere totalmente do GLP (gás liqüefeito de petróleo). Primeiro, porque o GLP é derivado de petróleo e o uso veicular é proibido no Brasil. Além disso, as adaptações caseiras que adotam o botijão de cozinha, cujo gás é o GLP, não contam com os dispositivos de segurança. Alguns casos relatados de explosão envolvendo o GNV se deram em razão desses serviços sem critérios. Chegou-se ao absurdo de utilizar o GNV em botijão caseiro. Acontece que o abastecimento de GNV é normalmente feito com o produto a alta pressão, cerca de 220 atmosferas. Essa pressão não é suportada pelo botijão comum, apenas pelo cilindro destinado a esse fim.
Na instalação do gás veicular, o carro recebe uma série de modificações. É instalado um conjunto de reservatórios, denominados de cilindros, para armazenar o GNV, além de uma rede de tubos de alta e baixa pressão, dispositivo regulador de pressão, válvula para o abastecimento, chave comutadora para alternância entre combustíveis e indicadores e leitores do sistema.
Mas existem alguns inconvenientes em sua utilização, como, por exemplo, a perda de espaço para carga, seja no porta-malas ou na caçamba, rede de abastecimento enxuta e perda de desempenho. Os veículos convertidos devem manter as taxas de compressão originais de seus motores, o que pode acarretar uma sub-utilização das características originais do GNV e por conseqüência resulta na perda de potência.
Uma constatação que pode minimizar a perda de potência é que, os veículos a álcool são a melhor opção para adaptação ao uso do GNV, principalmente devido à maior taxa de compressão do motor, o que otimiza a queima e desse modo se aproveita o elevado poder anti-detonante do GNV, além de contar com componentes dimensionados ao uso de álcool, mais corrosivo, que acabam oferecendo maior durabilidade.
Não há dúvidas que o maior apelo para o consumidor que fez a conversão tempos atrás foi o preço por metro cúbico, até então mais em conta. O valor chegou a superar o custo do álcool e brecou o mercado de conversões. No entanto, parece que uma retomada nesse setor está a caminho, devido a redução no valor metro cúbico do GNV que vem ocorrendo em vários estados brasileiros. Há de se considerar também que um metro cúbico de GNV roda, em média, 14 quilômetros. Já um litro de álcool faz, em média, sete quilômetros.
Se você já possui o GNV no seu carro, lembre-se de não fazer nenhum tipo de manutenção no equipamento sem o auxílio de um profissional. Se você não tem e pensa em instalar, o primeiro passo é escolher um local cadastrado pelo INMETRO, mas além de tudo que seja idôneo e conte com boas referências. O dispositivo de uma forma geral é seguro, mas para que isso ocorra, não pode ter falhas, portanto, nem sempre o mais barato é o melhor.
Se acontecer de o carro adaptado com GNV sofrer uma colisão, ou ocorrer algum dano em qualquer parte do sistema, principalmente no cilindro, é recomendado a troca de todo o conjunto. Quanto a manutenção, uma vez por ano deve ser feita uma checagem de todo sistema e a cada cinco anos o veículo deve ser submetido a uma inspeção mais rigorosa, para que seja feito o teste hidrostático no cilindro e verificar sua resistência. Nesse teste, o cilindro é submetido a uma pressão 50% maior do que a que está acostumado a receber.
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As frotas de empresas estatais brasileiras foram aderindo ao uso do gás por aqui, mas foi após a publicação do Decreto nº 1.787 de 12 de janeiro de 1996, quando então foi liberado o seu uso em veículo particular, que o GNV se popularizou entre os motoristas brasileiros.
O gás natural veicular não é derivado de petróleo, ele pode ser extraído do processamento do lixo orgânico em usinas, por isso também é conhecido por gás do lixo ou em termos mais técnicos, por metano. É, sem dúvida, uma fonte de energia renovável, pois sua matéria prima, nesse caso o lixo orgânico das grandes metrópoles, pode ser considerada uma fonte inesgotável. Além do benefício com a finalidade, ou seja, como combustível, ainda acrescenta uma melhoria significativa da qualidade de vida nas grandes cidades, uma vez que as emissões de gases poluentes, como por exemplo, monóxido de carbono (CO) e oxido de nitrogênio (NOx), sofrem reduções significativas, o que melhora a qualidade do ar, além do que, seu processo de queima liberar apenas dióxido de carbono(CO2) e água (H2O).
Para a utilização do GNV é normal que seja aplicado em motores concebidos para rodar com gasolina ou com álcool. Dessa forma é natural que se passe a operar de maneira bicombustível, podendo alterar entre o GNV e o combustível original do veículo. Alguns modelos já saem de fábrica com essa opção, mas também é possível adaptar qualquer outro automóvel, desde que o serviço seja feito em oficinas credenciadas.
Apesar de a palavra gás remeter ao perigo de fogo e explosão, o GNV tem menor
densidade que o ar atmosférico, o que em caso de vazamento, possibilita sua rápida dissipação na atmosfera, reduzindo a probabilidade de ocorrência de concentrações na faixa de inflamabilidade. Em outras palavras, um carro devidamente equipado com os dispositivos de segurança não corre risco algum. As normas relacionadas com a conversão são extremamente rígidas. Os componentes do sistema de conversão são testados exaustivamente pelos fabricantes com a finalidade de assegurar uma confiabilidade elevada.
É importante ressaltar que O GNV difere totalmente do GLP (gás liqüefeito de petróleo). Primeiro, porque o GLP é derivado de petróleo e o uso veicular é proibido no Brasil. Além disso, as adaptações caseiras que adotam o botijão de cozinha, cujo gás é o GLP, não contam com os dispositivos de segurança. Alguns casos relatados de explosão envolvendo o GNV se deram em razão desses serviços sem critérios. Chegou-se ao absurdo de utilizar o GNV em botijão caseiro. Acontece que o abastecimento de GNV é normalmente feito com o produto a alta pressão, cerca de 220 atmosferas. Essa pressão não é suportada pelo botijão comum, apenas pelo cilindro destinado a esse fim.
Na instalação do gás veicular, o carro recebe uma série de modificações. É instalado um conjunto de reservatórios, denominados de cilindros, para armazenar o GNV, além de uma rede de tubos de alta e baixa pressão, dispositivo regulador de pressão, válvula para o abastecimento, chave comutadora para alternância entre combustíveis e indicadores e leitores do sistema.
Mas existem alguns inconvenientes em sua utilização, como, por exemplo, a perda de espaço para carga, seja no porta-malas ou na caçamba, rede de abastecimento enxuta e perda de desempenho. Os veículos convertidos devem manter as taxas de compressão originais de seus motores, o que pode acarretar uma sub-utilização das características originais do GNV e por conseqüência resulta na perda de potência.
Uma constatação que pode minimizar a perda de potência é que, os veículos a álcool são a melhor opção para adaptação ao uso do GNV, principalmente devido à maior taxa de compressão do motor, o que otimiza a queima e desse modo se aproveita o elevado poder anti-detonante do GNV, além de contar com componentes dimensionados ao uso de álcool, mais corrosivo, que acabam oferecendo maior durabilidade.
Não há dúvidas que o maior apelo para o consumidor que fez a conversão tempos atrás foi o preço por metro cúbico, até então mais em conta. O valor chegou a superar o custo do álcool e brecou o mercado de conversões. No entanto, parece que uma retomada nesse setor está a caminho, devido a redução no valor metro cúbico do GNV que vem ocorrendo em vários estados brasileiros. Há de se considerar também que um metro cúbico de GNV roda, em média, 14 quilômetros. Já um litro de álcool faz, em média, sete quilômetros.
Se você já possui o GNV no seu carro, lembre-se de não fazer nenhum tipo de manutenção no equipamento sem o auxílio de um profissional. Se você não tem e pensa em instalar, o primeiro passo é escolher um local cadastrado pelo INMETRO, mas além de tudo que seja idôneo e conte com boas referências. O dispositivo de uma forma geral é seguro, mas para que isso ocorra, não pode ter falhas, portanto, nem sempre o mais barato é o melhor.
Se acontecer de o carro adaptado com GNV sofrer uma colisão, ou ocorrer algum dano em qualquer parte do sistema, principalmente no cilindro, é recomendado a troca de todo o conjunto. Quanto a manutenção, uma vez por ano deve ser feita uma checagem de todo sistema e a cada cinco anos o veículo deve ser submetido a uma inspeção mais rigorosa, para que seja feito o teste hidrostático no cilindro e verificar sua resistência. Nesse teste, o cilindro é submetido a uma pressão 50% maior do que a que está acostumado a receber.
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Cuidados com a manutenção da moto
Em um recente levantamento feito pela Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares) foi detectado um dado alarmante. O estudo apontou que 90% das motos em circulação na capital paulista apresentam alguma necessidade de manutenção e o detalhe fica agravado pela deficiência de um ou mais itens. Quase metade das motos inspecionadas tinha falhas em mais de quatro itens.
Os dados apresentados mostram que a manutenção das motocicletas é muito precária, o que pode comprometer o funcionamento e até mesmo a segurança do trânsito. Boa parte dessas motos é utilizada por motoboys, que fazem uso profissional do equipamento e em razão disso deveriam se preocupar mais ainda com a manutenção.
Para quem faz questão de andar seguro, segue uma lista de itens que devem ser inspecionados periodicamente.
Pneus
O segredo é manter a calibragem bem ajustada, pois o pneu precisa estar aderente ao solo para que o condutor tenha toda segurança durante a pilotagem. Não esqueça que ao carregar alguém na garupa é preciso aumentar a pressão do pneu traseiro. Já o dianteiro deve usar em torno de quatro libras a menos, pois o volume cúbico é menor quando comparado ao que vai na traseira.
A calibragem varia de acordo com as medidas do pneu, porém sempre são divulgadas tanto pelo fabricante da moto quanto pelo fornecedor do pneu. É importante ficar atento aos detalhes, pois o pneu esquenta com a rodagem e isso provoca uma dilatação do ar, o que pode aumentar a calibragem em até 6 libras. Assim sendo, tenha em mente que ao calibrar o pneu a pressão vai aumentar e em uma viagem, por exemplo, o pneu pode ficar muito duro, vai perder aderência e isso o condutor vai sentir mais durante as curvas.
Para andar na cidade mantenha a calibragem justa, mas ao ter que trafegar por distâncias maiores, como na estrada, por exemplo, ajuste a calibragem para menos, a fim de compensar o aumento da pressão. Uma dica legal é calibrar com nitrogênio, pois o ponto de dilatação é mais elevado , o que mantém a calibragem mais estável e por mais tempo.
Outra preocupação com os pneus está no momento de fazer a troca. Ao escolher um local para esse serviço confira se a máquina de montagem é mesmo para motos. Esse cuidado é essencial, principalmente para as rodas raiadas. Geralmente os pneus originais agüentam em torno de 10 a 12 mil quilômetros, mas independente da quilometragem é importante ficar atento ao friso na faixa central. Quando perceber que tem falhas, ou seja, está gasto, não bobeie e procure fazer a substituição o quanto antes. Certa instabilidade também pode denunciar o momento da troca, assim o fundamental mesmo é não estender a substituição.
Para escolher o pneu certo, o melhor é manter a versão original de fábrica, mas como existem vários tipos de pneus, o condutor pode optar por uma versão de composto mais duro, que vai durar mais, porém menos eficaz para aqueles pilotos que pretendem andar mais forte, utilizando toda a capacidade do pneu. O composto do tipo mais macio por sua vez vai durar menos, entretanto conta com a melhor aderência e isso se converte em segurança. Para todos os fins, sempre é bom seguir a recomendação do fabricante da moto, mesmo para fazer alterações.
Após a troca lembre-se de que todo pneu vem de fábrica com uma camada de cera bastante escorregadia. Assim, evite forçar as acelerações nas primeiras voltas, principalmente nas curvas.
Corrente
A corrente é responsável por transmitir o torque, ou seja, a força gerada pelo motor às rodas. Contudo, a necessidade da corrente é apenas a lubrificação, que deve ser feita a cada 500 km. A lubrificação da corrente evita o desgaste excessivo e por conseqüência a necessidade de troca de uma relação, composta por pinhão, coroa e corrente, o que não é nada barato. O lubrificante mais recomendado para fazer a lubrificação é óleo do tipo 90, que é bem grosso. Outra opção a ser empregada é a graxa náutica. Sua vantagem é não sair com água.
Freios
Existem dois tipos de freio. Um é modelo a tambor e o outro a disco. A tambor a manutenção é mais simples e mais em conta, porém esse modelo não é tão eficaz quanto o freio a disco. O modelo a tambor sofre mais em condições adversas, como por exemplo, em dia de chuva. Entretanto, se bem regulados funcionam adequadamente. Esse é o cuidado a se tomar. Como ele não se ajusta automaticamente é muito importante sempre manter ajustado a folga do cabo ou do varão de acionamento do freio.
No freio dianteiro é recomendável observar o estado do cabo de acionamento, sempre mantendo a lubrificação. Caso entre água no tambor, as lonas podem acumular sujeira e gerar ruídos durante a frenagem. Isso não é um problema, mas exige atenção e com o tempo a devida manutenção.
No modelo a disco, por ser hidráulico ele se auto-ajusta, mas é preciso conferir sempre o nível de fluido do reservatório, geralmente no guidão. Muitas vezes, quando o nível baixar não será indicio de que o fluido vazou e sim que está na hora de trocar as pastilhas.
Óleo do motor
Dizer para seguir a recomendação do fabricante, não é nada mais que o correto, mas é também o que ninguém presta atenção. O ideal é trocar o óleo do motor da motocicleta a cada 3.000 km, sempre em conjunto com o respectivo filtro. Em alguns modelos de baixa cilindrada o fabricante recomenda a troca entre 1.000 km. Por isso é recomendável sempre seguir as instruções do manual do proprietário. O tipo da composição geralmente é mineral, já que boa parte das fábricas de motos evita o uso de óleos com base sintética. Lembre-se que uma vez que o óleo esteja no motor, independente da quilometragem ele deverá ser substituído em no máximo seis meses.
Motos de baixa cilindrada e baixa rotação o mais recomendado é o óleo do tipo 20W50, uma versão muito utilizada nos carros. Já as motos de maior cilindrada e também de giro mais elevado, o ideal é colocar óleo do tipo 20W40. Apenas para ilustrar, as motos de alta rotação são aquelas que andam em torno de 6 a 15 mil giros, ou seja, RPM (rotações por minuto). Com o óleo do motor de uma moto, aliás, para qualquer motor, é importante manter sempre o controle do nível de óleo, pois só assim é possível manter o correto funcionamento.
Bateria
A parte elétrica de um determinado modelo pode ser mais complexo, dotado de diversos equipamentos, mas independente disso, o que o condutor nunca deve deixar de examinar é a bateria. Ao menos uma vez a cada seis meses o nível da água da bateria deve ser verificado. Alguns indícios podem denunciar a falta de solução na bateria, como por exemplo, quando o farol enfraquece em marcha lenta e fica forte ao acelerar, ou então quando o pisca é acionado e a luz em geral pisca junto. Se isso ocorrer é sinal de a bateria está enfraquecendo e precisa urgentemente de ser completada. Ao deixar a bateria sem solução por muito tempo, de uma hora para outra o condutor pode ficar na mão.
Carenagem e suportes
Se a sua moto tiver carenagem é fundamental fazer um reaperto ao menos a cada dois meses, pois a vibração do motor tende a afrouxar os parafusos. O mesmo cuidado deve ser estendido para os suportes em geral, como por exemplo, um porta-bagagem, painel e acessórios variados.
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Os dados apresentados mostram que a manutenção das motocicletas é muito precária, o que pode comprometer o funcionamento e até mesmo a segurança do trânsito. Boa parte dessas motos é utilizada por motoboys, que fazem uso profissional do equipamento e em razão disso deveriam se preocupar mais ainda com a manutenção.
Para quem faz questão de andar seguro, segue uma lista de itens que devem ser inspecionados periodicamente.
Pneus
O segredo é manter a calibragem bem ajustada, pois o pneu precisa estar aderente ao solo para que o condutor tenha toda segurança durante a pilotagem. Não esqueça que ao carregar alguém na garupa é preciso aumentar a pressão do pneu traseiro. Já o dianteiro deve usar em torno de quatro libras a menos, pois o volume cúbico é menor quando comparado ao que vai na traseira.
A calibragem varia de acordo com as medidas do pneu, porém sempre são divulgadas tanto pelo fabricante da moto quanto pelo fornecedor do pneu. É importante ficar atento aos detalhes, pois o pneu esquenta com a rodagem e isso provoca uma dilatação do ar, o que pode aumentar a calibragem em até 6 libras. Assim sendo, tenha em mente que ao calibrar o pneu a pressão vai aumentar e em uma viagem, por exemplo, o pneu pode ficar muito duro, vai perder aderência e isso o condutor vai sentir mais durante as curvas.
Para andar na cidade mantenha a calibragem justa, mas ao ter que trafegar por distâncias maiores, como na estrada, por exemplo, ajuste a calibragem para menos, a fim de compensar o aumento da pressão. Uma dica legal é calibrar com nitrogênio, pois o ponto de dilatação é mais elevado , o que mantém a calibragem mais estável e por mais tempo.
Outra preocupação com os pneus está no momento de fazer a troca. Ao escolher um local para esse serviço confira se a máquina de montagem é mesmo para motos. Esse cuidado é essencial, principalmente para as rodas raiadas. Geralmente os pneus originais agüentam em torno de 10 a 12 mil quilômetros, mas independente da quilometragem é importante ficar atento ao friso na faixa central. Quando perceber que tem falhas, ou seja, está gasto, não bobeie e procure fazer a substituição o quanto antes. Certa instabilidade também pode denunciar o momento da troca, assim o fundamental mesmo é não estender a substituição.
Para escolher o pneu certo, o melhor é manter a versão original de fábrica, mas como existem vários tipos de pneus, o condutor pode optar por uma versão de composto mais duro, que vai durar mais, porém menos eficaz para aqueles pilotos que pretendem andar mais forte, utilizando toda a capacidade do pneu. O composto do tipo mais macio por sua vez vai durar menos, entretanto conta com a melhor aderência e isso se converte em segurança. Para todos os fins, sempre é bom seguir a recomendação do fabricante da moto, mesmo para fazer alterações.
Após a troca lembre-se de que todo pneu vem de fábrica com uma camada de cera bastante escorregadia. Assim, evite forçar as acelerações nas primeiras voltas, principalmente nas curvas.
Corrente
A corrente é responsável por transmitir o torque, ou seja, a força gerada pelo motor às rodas. Contudo, a necessidade da corrente é apenas a lubrificação, que deve ser feita a cada 500 km. A lubrificação da corrente evita o desgaste excessivo e por conseqüência a necessidade de troca de uma relação, composta por pinhão, coroa e corrente, o que não é nada barato. O lubrificante mais recomendado para fazer a lubrificação é óleo do tipo 90, que é bem grosso. Outra opção a ser empregada é a graxa náutica. Sua vantagem é não sair com água.
Freios
Existem dois tipos de freio. Um é modelo a tambor e o outro a disco. A tambor a manutenção é mais simples e mais em conta, porém esse modelo não é tão eficaz quanto o freio a disco. O modelo a tambor sofre mais em condições adversas, como por exemplo, em dia de chuva. Entretanto, se bem regulados funcionam adequadamente. Esse é o cuidado a se tomar. Como ele não se ajusta automaticamente é muito importante sempre manter ajustado a folga do cabo ou do varão de acionamento do freio.
No freio dianteiro é recomendável observar o estado do cabo de acionamento, sempre mantendo a lubrificação. Caso entre água no tambor, as lonas podem acumular sujeira e gerar ruídos durante a frenagem. Isso não é um problema, mas exige atenção e com o tempo a devida manutenção.
No modelo a disco, por ser hidráulico ele se auto-ajusta, mas é preciso conferir sempre o nível de fluido do reservatório, geralmente no guidão. Muitas vezes, quando o nível baixar não será indicio de que o fluido vazou e sim que está na hora de trocar as pastilhas.
Óleo do motor
Dizer para seguir a recomendação do fabricante, não é nada mais que o correto, mas é também o que ninguém presta atenção. O ideal é trocar o óleo do motor da motocicleta a cada 3.000 km, sempre em conjunto com o respectivo filtro. Em alguns modelos de baixa cilindrada o fabricante recomenda a troca entre 1.000 km. Por isso é recomendável sempre seguir as instruções do manual do proprietário. O tipo da composição geralmente é mineral, já que boa parte das fábricas de motos evita o uso de óleos com base sintética. Lembre-se que uma vez que o óleo esteja no motor, independente da quilometragem ele deverá ser substituído em no máximo seis meses.
Motos de baixa cilindrada e baixa rotação o mais recomendado é o óleo do tipo 20W50, uma versão muito utilizada nos carros. Já as motos de maior cilindrada e também de giro mais elevado, o ideal é colocar óleo do tipo 20W40. Apenas para ilustrar, as motos de alta rotação são aquelas que andam em torno de 6 a 15 mil giros, ou seja, RPM (rotações por minuto). Com o óleo do motor de uma moto, aliás, para qualquer motor, é importante manter sempre o controle do nível de óleo, pois só assim é possível manter o correto funcionamento.
Bateria
A parte elétrica de um determinado modelo pode ser mais complexo, dotado de diversos equipamentos, mas independente disso, o que o condutor nunca deve deixar de examinar é a bateria. Ao menos uma vez a cada seis meses o nível da água da bateria deve ser verificado. Alguns indícios podem denunciar a falta de solução na bateria, como por exemplo, quando o farol enfraquece em marcha lenta e fica forte ao acelerar, ou então quando o pisca é acionado e a luz em geral pisca junto. Se isso ocorrer é sinal de a bateria está enfraquecendo e precisa urgentemente de ser completada. Ao deixar a bateria sem solução por muito tempo, de uma hora para outra o condutor pode ficar na mão.
Carenagem e suportes
Se a sua moto tiver carenagem é fundamental fazer um reaperto ao menos a cada dois meses, pois a vibração do motor tende a afrouxar os parafusos. O mesmo cuidado deve ser estendido para os suportes em geral, como por exemplo, um porta-bagagem, painel e acessórios variados.
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Dicas DE UM LADRÃO DE CARROS
PERÍODO PREFERIDO
'Prefiro furtar de manhã. É quando todo mundo está com menos cuidado com
as coisas'.
TRAVAS
'Travas segredos e alarmes são ridículos. Antigamente, alugava um carro
para estudar como funcionava. Hoje nem faço isso'.
DESMANCHE
'Nunca desmontei carro. Odeio sujar a mão. Sempre trabalhei sozinho, por
encomenda. Já entrei em Concessionária, de terno, para ver o endereço e
para onde iria o carro, ficava de campana (vigiando) e roubava.
Já roubei muito carro que o pessoal da Concessionária me entregou'.
BUSCA
'Para quem tem o carro furtado, o ideal é procurar num raio de
três quilômetros da vizinhança, pelas ruas menores, menos
movimentadas'.
DESTINO DOS CARROS
'Este negócio de Paraguai é lenda. Ninguém vai levar carro roubado para
lá.
No Paraguai, o máximo que acontece é gente que entrega a uma
pessoa, ela leva o carro até lá, vende no mercado negro e manda chave e
documento de volta para ele dar a queixa de roubo. E são poucos.. O mais
comum é o carro ir para o interior, onde não há fiscalização. Boa parte
dos carros é cortada por ferros velhos. Aqui no Rio são todos na Dutra. Mas
hoje em dia 50% das comunicações são falsas. Quase tudo é golpe na
seguradora'.
ENCOMENDAS
'Eu tinha encomenda para o resto da vida. Mas se disser quem é me
complico.
É melhor ser um preso vivo, que um morto em liberdade'.
TRÁFICO
'Esses roubos armados estão sendo feitos por pessoas que estavam no
tráfico de drogas ou em quadrilhas que, por algum motivo, foram
para o roubo de carro. Acho que foi porque a Polícia está dando em cima
nestes crimes, porque não está fácil passar carro roubado. O mercado
está concorrido'.
CARRO ROUBADO
'Já tive carro roubado. Nem procurei. Roubei outro e fiz um duble na
hora'.
CONSELHOS
'Se a pessoa não quiser ter o carro furtado, não deixe nada dentro
visível.
Na minha mente doente, sempre acho que tem dinheiro, ouro, jóia, ali.
Não equipe muito o carro, porque assim se ganha mais dinheiro. Além de
vender o carro, ainda vendo os acessórios. Não coloque em rua calma demais'.
PREÇO
'Numa Blazer do ano, paga-se R$ 10.000,00, se você vender no interior.
Se Você passar para um atravessador, fica com uns R$ 4.000,00 ou R$
5.000,00..
Quando não dá para passar, algumas pessoas fazem o golpe com a
Recuperadora.
O ladrão fica com 3,5%, o recuperador com 3,5%, a Empresa com 3%, dos
10%, que a Seguradora paga'
JUSTIÇA
'Meu crime é igual a roubar uma carteira de uma bolsa. Vou ficar preso
por um tempo, uns dois anos, mas vou sair. Infelizmente a justiça é assim'.
PROFISSIONAIS
'No Rio só existe uns dez profissionais no furto. São pessoas comuns,
que vivem disso. Hoje sou mais uma lenda, mas já furtei seis carros por
dia'.
DOM
'O furto é cara de pau. A pessoa não pode vacilar. Levo dez segundos
para entrar no carro e ninguém percebe. Tenho dom'.
DESAFIO
'Se um fabricante quiser, coloca um carro aqui no pátio (da Delegacia)
e, se eu não abrir, faço propaganda da Empresa dele, dizendo que a trava de
segurança funciona. As montadoras fazem códigos para vender carros mais
caros, mas os delas são os mais fáceis de furtar. A melhor coisa a fazer
é ter Seguro'.
AUTOCONFIANÇA
'Não existe carro que eu não roube. Motor não tem vontade própria e não
ama o dono. Se você der energia e combustível, ele vai andar'.
COMENTÁRIO
Não deveria existir bandido que não recebesse sua pena...
Mas...'se der energia e combustível, ele vai andar'. Damos essa energia,
esse combustível... Pense nisso...
UM ALERTA. PRESTE MUITA ATENÇÃO!
Algumas medidas que devem ser incorporadas no dia-a-dia:
Não anotar telefone residencial no verso de cheques, especialmente em
postos de gasolina. No caso de assalto ao posto, as informações pessoais
podem ser usadas para ameaças, especialmente contra mulheres. Anote
sempre o telefone comercial.
Não exibir currículo no carro, como: adesivo de faculdade, do condomínio
onde reside (adesivos como: Eu amo Ubatuba), da academia de
ginastica, etc. Um extorsionário deduz desses sinais a vida de pessoa e
os usa para fazer ameaças.
Evitar compras por telefone ou Internet fornecendo o número do cartão de
crédito, peça boleto bancário..
O ladrão prefere pessoas desatentas, aproveita-
se do elemento surpresa.
O objetivo do ladrão é patrimonial e não pessoal, escolhe as vitimas
pelo fator comportamental.
Jamais reagir, só em filmes dá certo.
O elemento surpresa é favorável ao bandido, que nunca está sozinho e não
tem nada a perder.
Manter distância segura do carro da frente, para poder sair numa só
manobra, sem bater. Distância segura é poder enxergar pelo menos parte do
pneu do carro da frente.
O risco de morrer em roubo de farol é absurdamente maior do que num
seqüestro. Nessa situação mantenha as mãos no volante e tente
comunicar-se, indicando claramente o que vai fazer:
· Se for tirar o cinto - Vou tirar o cinto com esta mão, posso?
· Se pedir a carteira - A carteira está no bolso de trás (ou dentro da
bolsa), posso pegar?
À noite, calcule tempo e velocidade para evitar parar num farol
vermelho.
Não há registro de assalto com carro em movimento...
DIVULGUEM, ISTO É MUITO IMPORTANTE!
Instituto de Criminalística Afrânio Peixoto - ICAP
Departamento de Polícia Técnica
Visite nosso site: www.csloja.com.br
'Prefiro furtar de manhã. É quando todo mundo está com menos cuidado com
as coisas'.
TRAVAS
'Travas segredos e alarmes são ridículos. Antigamente, alugava um carro
para estudar como funcionava. Hoje nem faço isso'.
DESMANCHE
'Nunca desmontei carro. Odeio sujar a mão. Sempre trabalhei sozinho, por
encomenda. Já entrei em Concessionária, de terno, para ver o endereço e
para onde iria o carro, ficava de campana (vigiando) e roubava.
Já roubei muito carro que o pessoal da Concessionária me entregou'.
BUSCA
'Para quem tem o carro furtado, o ideal é procurar num raio de
três quilômetros da vizinhança, pelas ruas menores, menos
movimentadas'.
DESTINO DOS CARROS
'Este negócio de Paraguai é lenda. Ninguém vai levar carro roubado para
lá.
No Paraguai, o máximo que acontece é gente que entrega a uma
pessoa, ela leva o carro até lá, vende no mercado negro e manda chave e
documento de volta para ele dar a queixa de roubo. E são poucos.. O mais
comum é o carro ir para o interior, onde não há fiscalização. Boa parte
dos carros é cortada por ferros velhos. Aqui no Rio são todos na Dutra. Mas
hoje em dia 50% das comunicações são falsas. Quase tudo é golpe na
seguradora'.
ENCOMENDAS
'Eu tinha encomenda para o resto da vida. Mas se disser quem é me
complico.
É melhor ser um preso vivo, que um morto em liberdade'.
TRÁFICO
'Esses roubos armados estão sendo feitos por pessoas que estavam no
tráfico de drogas ou em quadrilhas que, por algum motivo, foram
para o roubo de carro. Acho que foi porque a Polícia está dando em cima
nestes crimes, porque não está fácil passar carro roubado. O mercado
está concorrido'.
CARRO ROUBADO
'Já tive carro roubado. Nem procurei. Roubei outro e fiz um duble na
hora'.
CONSELHOS
'Se a pessoa não quiser ter o carro furtado, não deixe nada dentro
visível.
Na minha mente doente, sempre acho que tem dinheiro, ouro, jóia, ali.
Não equipe muito o carro, porque assim se ganha mais dinheiro. Além de
vender o carro, ainda vendo os acessórios. Não coloque em rua calma demais'.
PREÇO
'Numa Blazer do ano, paga-se R$ 10.000,00, se você vender no interior.
Se Você passar para um atravessador, fica com uns R$ 4.000,00 ou R$
5.000,00..
Quando não dá para passar, algumas pessoas fazem o golpe com a
Recuperadora.
O ladrão fica com 3,5%, o recuperador com 3,5%, a Empresa com 3%, dos
10%, que a Seguradora paga'
JUSTIÇA
'Meu crime é igual a roubar uma carteira de uma bolsa. Vou ficar preso
por um tempo, uns dois anos, mas vou sair. Infelizmente a justiça é assim'.
PROFISSIONAIS
'No Rio só existe uns dez profissionais no furto. São pessoas comuns,
que vivem disso. Hoje sou mais uma lenda, mas já furtei seis carros por
dia'.
DOM
'O furto é cara de pau. A pessoa não pode vacilar. Levo dez segundos
para entrar no carro e ninguém percebe. Tenho dom'.
DESAFIO
'Se um fabricante quiser, coloca um carro aqui no pátio (da Delegacia)
e, se eu não abrir, faço propaganda da Empresa dele, dizendo que a trava de
segurança funciona. As montadoras fazem códigos para vender carros mais
caros, mas os delas são os mais fáceis de furtar. A melhor coisa a fazer
é ter Seguro'.
AUTOCONFIANÇA
'Não existe carro que eu não roube. Motor não tem vontade própria e não
ama o dono. Se você der energia e combustível, ele vai andar'.
COMENTÁRIO
Não deveria existir bandido que não recebesse sua pena...
Mas...'se der energia e combustível, ele vai andar'. Damos essa energia,
esse combustível... Pense nisso...
UM ALERTA. PRESTE MUITA ATENÇÃO!
Algumas medidas que devem ser incorporadas no dia-a-dia:
Não anotar telefone residencial no verso de cheques, especialmente em
postos de gasolina. No caso de assalto ao posto, as informações pessoais
podem ser usadas para ameaças, especialmente contra mulheres. Anote
sempre o telefone comercial.
Não exibir currículo no carro, como: adesivo de faculdade, do condomínio
onde reside (adesivos como: Eu amo Ubatuba), da academia de
ginastica, etc. Um extorsionário deduz desses sinais a vida de pessoa e
os usa para fazer ameaças.
Evitar compras por telefone ou Internet fornecendo o número do cartão de
crédito, peça boleto bancário..
O ladrão prefere pessoas desatentas, aproveita-
se do elemento surpresa.
O objetivo do ladrão é patrimonial e não pessoal, escolhe as vitimas
pelo fator comportamental.
Jamais reagir, só em filmes dá certo.
O elemento surpresa é favorável ao bandido, que nunca está sozinho e não
tem nada a perder.
Manter distância segura do carro da frente, para poder sair numa só
manobra, sem bater. Distância segura é poder enxergar pelo menos parte do
pneu do carro da frente.
O risco de morrer em roubo de farol é absurdamente maior do que num
seqüestro. Nessa situação mantenha as mãos no volante e tente
comunicar-se, indicando claramente o que vai fazer:
· Se for tirar o cinto - Vou tirar o cinto com esta mão, posso?
· Se pedir a carteira - A carteira está no bolso de trás (ou dentro da
bolsa), posso pegar?
À noite, calcule tempo e velocidade para evitar parar num farol
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As 11 dicas – ou regras para encarar a vida - de Bill Gates
Não se sabe se são boatos da internet, mas quando foi convidado para uma palestra em uma escola secundária, Bill Gates chegou de helicóptero, tirou do bolso um papel onde tinha escrito onze itens, e em 5 minutos leu para alunos. Sendo aplaudido por 10 minutos sem parar, ele agradeceu e foi embora.
A primeira regra é categórica: “A vida não é fácil – acostume-se com isso.” Então ele ensina sobre auto-estima, com a qual só devemos nos preocupar depois de termos feito alguma coisa útil ao mundo e às pessoas.
Ganhar bem, só depois que provarmos que podemos ser competentes, não assim que saímos da escola. Professores são exigentes, chefes ainda mais. Eles não têm pena de nós.
Os trabalhos simples e temporários com cargos de pequeno porte não são tão humilhantes, antes de tudo, devem ser reconhecidos como uma oportunidade.
Nossos fracassos não devem ser atribuídos aos nossos pais, devemos assumir nossos erros. A propósito dos pais, antes de criticá-los, devemos considerar o quanto se esforçaram para manter nossas condições de vida enquanto estávamos crescendo. E depois, antes de querer mudar o mundo que eles nos deixaram, devemos organizar o nosso quarto.
Na vida existem vencedores e perdedores, o que é diferente enquanto estamos na escola. Por isso, se erramos no trabalho, somos colocados no olho da rua, o que também é diferente de quando ainda estamos estudando.
Na escola temos férias, na vida real do trabalho, não haverá descanso e siguramente ninguém nos ajudará em nossas tarefas para que descasemos.
Na televisão as pessoas se divertem em vários lugares. Na vida real, devemos deixar a diversão e ir para o trabalho. Ao fim da jornada será impossível sequer pensar em por os pés na rua.
E por último, um conselho: para sermos legais com os CDF’s. A probabilidade de sermos empregados deles no futuro é muito grande.
É um pouco difícil tentar seguir essas dicas, mas diz a sabedoria popular que o hábito faz o monge. Sobretudo é importante relê-las sempre e não esquecer: são palavras de um homem que compreendeu os problemas do seu tempo e provocou mudanças no modo de vida de toda a humanidade a partir da popularização de uma das coisas mais importantes na construção das sociedades: a democratização da informação.
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A primeira regra é categórica: “A vida não é fácil – acostume-se com isso.” Então ele ensina sobre auto-estima, com a qual só devemos nos preocupar depois de termos feito alguma coisa útil ao mundo e às pessoas.
Ganhar bem, só depois que provarmos que podemos ser competentes, não assim que saímos da escola. Professores são exigentes, chefes ainda mais. Eles não têm pena de nós.
Os trabalhos simples e temporários com cargos de pequeno porte não são tão humilhantes, antes de tudo, devem ser reconhecidos como uma oportunidade.
Nossos fracassos não devem ser atribuídos aos nossos pais, devemos assumir nossos erros. A propósito dos pais, antes de criticá-los, devemos considerar o quanto se esforçaram para manter nossas condições de vida enquanto estávamos crescendo. E depois, antes de querer mudar o mundo que eles nos deixaram, devemos organizar o nosso quarto.
Na vida existem vencedores e perdedores, o que é diferente enquanto estamos na escola. Por isso, se erramos no trabalho, somos colocados no olho da rua, o que também é diferente de quando ainda estamos estudando.
Na escola temos férias, na vida real do trabalho, não haverá descanso e siguramente ninguém nos ajudará em nossas tarefas para que descasemos.
Na televisão as pessoas se divertem em vários lugares. Na vida real, devemos deixar a diversão e ir para o trabalho. Ao fim da jornada será impossível sequer pensar em por os pés na rua.
E por último, um conselho: para sermos legais com os CDF’s. A probabilidade de sermos empregados deles no futuro é muito grande.
É um pouco difícil tentar seguir essas dicas, mas diz a sabedoria popular que o hábito faz o monge. Sobretudo é importante relê-las sempre e não esquecer: são palavras de um homem que compreendeu os problemas do seu tempo e provocou mudanças no modo de vida de toda a humanidade a partir da popularização de uma das coisas mais importantes na construção das sociedades: a democratização da informação.
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